quarta-feira, 14 de março de 2018

FSM Milhares marcham pela democracia na abertura do Fórum Social Mundial

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Milhares marcham pela democracia na abertura do Fórum Social Mundial

Entidades e movimentos de diversos países seguem reunidos em torno do tema "Resistir é criar. Resistir é transformar!"

Brasil de Fato | Salvador (BA)
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Multidão toma conta das ruas de Salvador (BA) na abertura do Fórum Social Mundial 2018 / Catarina de Angola
A 13ª edição do Fórum Social Mundial (FSM 2018) começou hoje (13) em Salvador, na Bahia, e tomou as ruas do Centro da cidade com milhares de pessoas, organizações e movimentos populares que marchavam em torno do lema “Resistir é criar. Resistir é transformar!”. A marcha teve concentração a partir das 15h, na Praça Dois de Julho, no bairro do Campo Grande, e seguiu até a Praça Castro Alves. A necessidade da retomada da democracia e da resistência contra os ataques aos direitos da população em todo o mundo marcaram a caminhada. 

“A gente está aqui porque acredita em nosso país, e por isso não vai deixar de ir às ruas”, explicou Lígia Barreto, professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Ela também integra o Fórum de Educação do Campo. “A gente precisa ir para as ruas reivindicar direitos nossos, uma sociedade melhor, igualitária, porque educação é direito de todos”, disse. 

O Fórum Social Mundial 2018 se propõe a ser um espaço de diálogo de setores organizados, mas também espaço de interação com a cidade em que se realiza. “Queremos demonstrar para o povo de Salvador, e da Bahia, e do mundo, que outro mundo é possível. Existem os movimentos sociais não só no Brasil, mas em todas as partes que lutam por um outro mundo, uma outra forma de organizar a sociedade, uma outra ordem econômica que não exclua as pessoas”, explicou Paulo César, diretor do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro) e integrante da Federação Única dos Petroleiros. 

Segundo a organização do evento, o FSM 2018 tem também o objetivo de debater e definir novas alternativas e estratégias de enfrentamento ao neoliberalismo, aos golpes antidemocráticos e genocidas que diversos países estão enfrentando nos últimos anos. Ao longo da marcha as críticas ao atual governo brasileiro eram presentes.  


“É importantíssimo o Fórum estar acontecendo no Brasil e na Bahia, por conta do desmonte que o governo Temer está fazendo com nossas estatais e a retirada de direitos. E especificamente aqui na Bahia já que o governo está retirando a Petrobras da Bahia e do Nordeste, concentrando novamente renda e deixando nossa região e os outros estados ainda mais excluídos. Importante para que nossa voz, nossos problemas ganhem projeção mundial”, reforçou Paulo César do Sindipetro. 

Rosa Marques veio de Recife (PE), ela integra a Rede de Mulheres Negras de Pernambuco e destacou a importância de estar no FSM 2018. “Pra nós, mulheres negras, é importante se visibilizar diante de uma estrutura extremamente racista que é este país. E o Fórum é um espaço onde as grandes maiorias, que chamam de minoria, mas somos a maioria nesse país, nos juntarmos a todas essas pessoas que tem algo em comum e mostrar para o mundo que as desigualdades existem e que a gente precisa se organizar para superá-las”, afirmou.


Para o jovem Carlos Santos da Luz, da Rede de Protagonistas em Ação de Itapagipe (Reprotai), o FSM 2018 e a marcha desta tarde são espaços de denúncia do genocídio da juventude negra. “Meu nome é Carlos Santos da Luz, e os Santos, Silva, Nascimento, todos esses nomes que estão morrendo, quem sabe outrora tivesse sido eu que tivesse morrido também. E para que isso não aconteça a gente está aí, está abrindo o vozeirão para mostrar ao mundo que a  gente está vivo. E a juventude que está viva ela não ousa recuar, não vai dar nenhum passo atrás”.

O FSM 2018 segue até o próximo dia  17 de março. A maioria das mais de 1.300 atividades autogestionadas se concentram no Campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

 
Edição: Elen Carvalho

Com reforma de Temer, trabalhadores são punidos por acessarem a Justiça MULTINHA(!) DE 750MIL!!!

ÀS AVESSAS

Com reforma de Temer, trabalhadores são punidos por acessarem a Justiça

Decisões que penalizam trabalhador pioram o contexto de insegurança jurídica, avaliam especialistas

Brasil de Fato | Brasília (DF)
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MPF e Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho aguardam decisão do STF sobre inconstitucionalidade da reforma trabalhista / José Cruz/Agência Brasil
Decisões judiciais desfavoráveis a trabalhadores que movem ações na Justiça do Trabalho têm despertado a atenção de especialistas e entidades que acompanham o tema no Brasil. No último dia 7, uma sentença dada por uma juíza do Mato Grosso condenou um vendedor a pagar R$ 750 mil de indenização ao ex-patrão, que ele processava na Justiça sob a acusação de irregularidades trabalhistas.
Na ação, o ex-funcionário avaliava a causa em R$ 15 milhões. Tendo o pedido negado, a juíza o condenou a pagar 10% do valor. A vice-presidenta da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noêmia Porto, destaca que esse tipo de resultado já era anunciado e que compromete a relação dos trabalhadores com o sistema de Justiça.   
“Inibe, intimida e amedronta no acesso ao Poder Judiciário trabalhista. Estamos vendo aquilo que já se previa durante o processo legislativo: um imenso problema de acesso ao Judiciário do Trabalho”, afirma.
A ação movida pelo vendedor tramitava desde 2016, antes da votação da reforma trabalhista, que foi aprovada no Congresso em julho do ano passado. Na decisão, a Justiça considerou que o intervalo de quatro meses entre a aprovação da nova legislação e a entrada das novas regras em vigor seria tempo suficiente para o vendedor reavaliar os riscos do processo.
A advogada trabalhista Camila Gomes aponta que a lei não pode retroceder para prejudicar o trabalhador. Esse entendimento constitui um dos princípios fundamentais do Direito. Ela acrescenta que sentenças como essa pioram o contexto de insegurança jurídica criado pela reforma aprovada pelo governo Michel Temer (MDB) em 2017.
“É muito grave. Significa que as leis no Brasil estão valendo pouco. Na verdade, é quase uma punição por ter acionado a Justiça. Isso deixa o cidadão sem ter pra onde recorrer”, ressalta.
Não há, no país, um levantamento a respeito do número de processos que tenham se encerrado com uma penalização para o trabalhador, mas, nos últimos meses, outros casos semelhantes ganharam repercussão pelo país.
Em dezembro, apenas um mês após a vigência da reforma trabalhista, uma ex-funcionária de banco foi condenada, no Rio de Janeiro, a pagar R$ 67,5 mil de honorários ao antigo empregador, que era acusado, entre outras coisas, de não pagar horas extras.
Apesar de destacar o direito à liberdade de interpretação por parte dos juízes diante da nova lei, a vice-presidenta da Anamatra acrescenta que tais decisões reforçam a necessidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) avaliar a reforma trabalhista. A entidade aguarda uma decisão da Corte sobre a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) 5766, movida pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Na ação, que tem a Anamatra como figura “amiga da Corte” – uma espécie de terceiro que intervém no processo para reforçar ou acrescentar uma argumentação –, a PGR questiona o trecho da reforma que trata do acesso à Justiça por parte do trabalhador.
Tal qual a PGR, a entidade aponta que os dispositivos que trazem a possibilidade de o trabalhador arcar com diferentes tipos de honorários são inconstitucionais. O Artigo 5º da Constituição Federal prevê que o Estado deve garantir assistência jurídica gratuita aos cidadãos que não podem arcar com os custos processuais.
A vice-presidenta assinala que o entendimento está relacionado ao “princípio da universalidade da jurisdição”, previsto inclusive na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão. Datado de 1948, o documento tem o Brasil como um dos Estados signatários.   
 “A Constituição Federal brasileira nada mais faz do que, como em todos os países democráticos ocidentais, confirmar esse princípio”, destaca.
A Adi 5766 foi distribuída para o ministro Luís Roberto Barroso, que não apreciou o pedido liminar. Ele liberou o processo para a pauta da Casa, o que sugere que o plenário poderá decidir sobre o tema.
Edição: Juca Guimarães
COMENTÁRIO DESTE BLOGUEIRO: São "decisões" assim(entre outras coisas) que desmoralizaram o judiciário brasileiro.

Morreu Berry Brazelton, o médico que revolucionou a pediatria

Morreu Berry Brazelton, o médico que revolucionou a pediatria

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"O mundo perdeu um verdadeiro herói para bebés, crianças e famílias", refere o Centro com o nome do cientista
O pediatra, cientista e perito norte-americano em desenvolvimento infantil T. Berry Brazelton morreu esta terça-feira, anunciou o Centro Internacional com o seu nome, que em Portugal é representado pelo pediatra Gomes Pedro. Brazelton escreveu, entre outras obras, "O Grande Livro da Criança - O Desenvolvimento Emocional e do Comportamento Durante os Primeiros Anos (Editorial Presença).
"É com profunda tristeza que compartilhamos a notícia de que nosso estimado colega e amado amigo e mentor, T. Berry Brazelton, morreu nesta manhã, 13 de março de 2018. O mundo perdeu um verdadeiro herói para bebés, crianças e famílias", refere o Centro Brazelton no seu 'site' na internet.
Berry Brazelton, autor da obra "O Grande Livro da Criança", traduzida em Portugal, era professor emérito de pediatria na Harvard Medical School e foi um dos clínicos e defensores mais influentes em pediatria e em desenvolvimento infantil da era moderna.
Brazelton foi criador do conceito 'touchpoints', que consiste numa abordagem teórica e prática de um modelo de desenvolvimento perspetivado em momentos-chave focado no bebé e criança e centrado na família.
Este conceito, enquanto modelo filosófico que explica o desenvolvimento humano, modificou o modo de intervenção dos profissionais envolvidos com a criança, enquanto educadores que aprendem a privilegiar, assumidamente, a relação bebé-família, segundo o 'site' da Fundação Brazelton/Gomes Pedro.
No fundo, defendem que "para alcançarem melhores resultados, as crianças precisam de ter pais convictos das suas competências e capacidades".
Fonte: DN  Portugal

A “condução coercitiva” do Doria Jr. O da Vila Kennedy, óbvio É SÓ O COMEÇO DA DITADURA ESCANCARADA!

A “condução coercitiva” do Doria Jr. O da Vila Kennedy, óbvio

A história é perversamente irônica, volta e meia.
No mesmo jornal a Folha de hoje –  em que João Doria Jr. assumiu o estelionato de suas promessas de exercer por todo o mandato o cargo de prefeito de São Paulo,  conta-se a história de outro Doria Jr., o relojoeiro Carlos Alberto, de 26 anos, na Vila Kennedy, detido por militares do Exército, manietado com uma tira de plástico, levado a um quartel, depois a uma delegacia de política na mala de uma “viatura”, depois a um presídio, num périplo de 36 horas pelo crime de…ter reclamado de ter sido lançado spray de pimenta em seus olhos.
Os dois episódios, cada um à sua maneira, ilustram no que dá meter-se em aventuras.
O Doria João, no que dá apelar a um aventureiro sem escrúpulos para fazer dele o símbolo de sua “vitória”, como fez Geraldo Alckmin. Chegou-se a um grau de imprevisibilidade que faz  Vera Magalhães, a tucaníssima colunista do Estadão, dizer que “Geraldo Alckmin e seus aliados temem que, uma vez fora da Prefeitura, João Doria Jr. volte a flertar com uma candidatura à Presidência, fustigando o aliado que demora a crescer nas pesquisas”.
O Doria da Vila Kennedy parece mostrar aos comendantes militares o tamanho do perigo de ver envolvido em episódios que coloquem as Forças Armadas no centro de escândalos que as desmoralizem. Um caso que poderia ter terminado num simples “deixa disso” revela o risco de que, alguma hora, termine num tiro e num cadáver.
E pra quê? Pra nada, como nos versos de Ascenso Ferreira.
A cereja do bolo de ironias do jornal de hoje é posta pela procuradora geral da República, Raquel Dodge, indo ao Supremo defender – ela que seria a fiscal da lei – a ilegalíssima condução coercitiva sem que tivesse havido recusa em comparecer espontaneamente.
Sem isso, como montar para o Ministério Público cenas tão espetaculares como a dos soldados na Vila Kennedy? Como alimentar os jornais com o heroísmo moral dos locupletados promotores e juízes?
Talvez fosse o caso de repetir a frase que levou o Doria da Vila Kennedy a passar 36 horas “conduzido coercitivamente” pelo sargento Pimenta a um quartel, uma delegacia e a um presídio: “tá maluco, querendo esculhachar morador?”
Estão, rapaz, estão. Morador e eleitor.

Vampiros golpistas. Por Renato Aroeira






Fonte: DCM
 

Stephen Hawking: o génio que inspirou séries, filmes, músicas e soube rir de si próprio



Stephen Hawking: o génio que inspirou séries, filmes, músicas e soube rir de si próprio







O cientista fez Sheldon Cooper desmaiar e surpreendeu Lisa Simpson, mas também emprestou a voz aos Pink Floyd e jogou às cartas com Einstein e Newton em Star Trek
Stephen Hawking não foi apenas um génio da ciência - é considerado o físico mais importante de sempre desde Albert Einstein e morreu no mesmo dia do nascimento de Einstein, a 14 de março (nasceu a 8 de janeiro, 300 anos após a morte de outro físico revolucionário: Galileu Galilei). Mas o cientista britânico não acreditava no destino, o mesmo não se pode dizer em relação ao humor. participou em várias séries, com destaque para "The Simpsons", inspirou filmes, livros e músicas e deu a ganhar um Óscar a Eddie Redmayne, o ator que interpretou o astrofísico em "A Teoria de Tudo" (2014).
O filme, que estava na mente do produtor Anthony McCarten desde 1988, quando leu a obra de Hawking "Uma Breve História do Tempo", foi baseado no livro de memórias da ex-mulher do astrofísico, Jane Hawking, "Travelling to Infinity: My Life with Stephen".
Hawking insipirou a série "A Teoria do Big Bang" e chegou a participar num episódio, o que levou Sheldon Cooper ao desmaio, por ter cometido - no guião - um erro de aritmética, que o cientista apontou.
O cientista acabaria por tornar a física algo "cool", o que em muito ajudaram as suas várias participações na série "The Simpsons". Era um génio e, como tal, sabia rir de si próprio. Mas sabia separar as águas.
É verdade que mantinha no seu escritório a réplica da sua personagem - em cor amarela - na série norte-americana, mas chegou a dizer - numa entrevista ao The Guardian, em 2005 - ,que "as aparições nos Simpsons foram muito divertidas. Eu não as levo muito a sério. Mas acho que os Simpsons trataram a minha deficiência com responsabilidade", afirmou, sempre lúcido. Considerava a série o "o melhor da televisão americana".
Hawking também apareceu várias vezes no outro sucesso animado de Matt Groening, "Futurama", assim como foi o seu próprio holograma num episódio de 1993 de "Star Trek: The Next Generation", onde jogava poker com Einstein e Newton.
O seu trabalho - e a sua vida extraordinária - também foram transformados em documentário pelo realizador Errol Morris. O filme de Morris data de 1991 e intitula-se "A Breve História do Tempo".
A voz metálica na música "Keep Talking" da banda Pink Floyd é a voz sintetizada do físico, que devido à doença - esclerose lateral amiotrófica (ELA) - comunicava através de uma voz processada por um computador.
Quando Sheldon conheceu o astrofísico, em "A Teoria do Big Bang":
"A Teoria de Tudo":
Num dos episódios de " The Simpsons":
O seu desaparecimento, esta quarta-feira, aos 76 anos, não deixou o mundo indiferente. E houve quem não esquecesse a generosidade do génio: na ciência e no riso.

Stephen Hawking: o génio que inspirou séries, filmes, músicas e soube rir de si próprio

O cientista fez Sheldon Cooper desmaiar e surpreendeu Lisa Simpson, mas também emprestou a voz aos Pink Floyd e jogou às cartas com Einstein e Newton em Star Trek
Stephen Hawking não foi apenas um génio da ciência - é considerado o físico mais importante de sempre desde Albert Einstein e morreu no mesmo dia do nascimento de Einstein, a 14 de março (nasceu a 8 de janeiro, 300 anos após a morte de outro físico revolucionário: Galileu Galilei). Mas o cientista britânico não acreditava no destino, o mesmo não se pode dizer em relação ao humor. participou em várias séries, com destaque para "The Simpsons", inspirou filmes, livros e músicas e deu a ganhar um Óscar a Eddie Redmayne, o ator que interpretou o astrofísico em "A Teoria de Tudo" (2014).
O filme, que estava na mente do produtor Anthony McCarten desde 1988, quando leu a obra de Hawking "Uma Breve História do Tempo", foi baseado no livro de memórias da ex-mulher do astrofísico, Jane Hawking, "Travelling to Infinity: My Life with Stephen".
Hawking insipirou a série "A Teoria do Big Bang" e chegou a participar num episódio, o que levou Sheldon Cooper ao desmaio, por ter cometido - no guião - um erro de aritmética, que o cientista apontou.
O cientista acabaria por tornar a física algo "cool", o que em muito ajudaram as suas várias participações na série "The Simpsons". Era um génio e, como tal, sabia rir de si próprio. Mas sabia separar as águas.
É verdade que mantinha no seu escritório a réplica da sua personagem - em cor amarela - na série norte-americana, mas chegou a dizer - numa entrevista ao The Guardian, em 2005 - ,que "as aparições nos Simpsons foram muito divertidas. Eu não as levo muito a sério. Mas acho que os Simpsons trataram a minha deficiência com responsabilidade", afirmou, sempre lúcido. Considerava a série o "o melhor da televisão americana".
Hawking também apareceu várias vezes no outro sucesso animado de Matt Groening, "Futurama", assim como foi o seu próprio holograma num episódio de 1993 de "Star Trek: The Next Generation", onde jogava poker com Einstein e Newton.
O seu trabalho - e a sua vida extraordinária - também foram transformados em documentário pelo realizador Errol Morris. O filme de Morris data de 1991 e intitula-se "A Breve História do Tempo".
A voz metálica na música "Keep Talking" da banda Pink Floyd é a voz sintetizada do físico, que devido à doença - esclerose lateral amiotrófica (ELA) - comunicava através de uma voz processada por um computador.
Quando Sheldon conheceu o astrofísico, em "A Teoria do Big Bang":
"A Teoria de Tudo":
Num dos episódios de " The Simpsons":
O seu desaparecimento, esta quarta-feira, aos 76 anos, não deixou o mundo indiferente. E houve quem não esquecesse a generosidade do génio: na ciência e no riso.