sexta-feira, 29 de junho de 2018

NICARÁGUA, O ALVO DA VEZ NA MIRA DO IMPERIALISMO Os EUA atacam novamente

“Queremos mais”: ninguém desmoraliza tanto a Justiça quanto os juízes A MÁFIA...

“Queremos mais”: ninguém desmoraliza tanto a Justiça quanto os juízes

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Na coluna Painel, da Folha, o que preocupa suas excelências, enquanto se dedicam esforçadamente para deixar o país numa barafunda:
A cúpula do Judiciário começou a se mobilizar para tentar convencer o Planalto a –em meio a cortes de verbas até da saúde e da educação-– conceder um aumento de 12% para o seu funcionalismo. Segundo dados preliminares, o reajuste teria um impacto de cerca de R$ 12 bilhões nas contas do Tesouro. O movimento ocorre em meio à pressão para a criação de compensações à eventual suspensão de verbas indenizatórias pagas a todos os juízes, como o polêmico auxílio-moradia.
O famoso placar de 6 a 5 do Supremo também se repete, ma mesma forma que para manter Lula preso, no “tira daqui, mas bota de lá”:
 Integrantes de entidades que defendem os interesses da magistratura dizem que, hoje, ao menos  6 dos 11 ministros do Supremo são favoráveis à tese de que o auxílio-moradia só deve ser extinto se houver a aprovação de uma compensação que recomponha os salários.
Como os salários são “em cascata”, para “recompor” os vencimentos dos magistrados, necessário aumentar os dos ministros do Supremo, porque este é o teto constitucional mais furado que o do barracão de zinco de Orestes Barbosa. E vão, de batelada, deputados, senadores, juízes e desembargadores estaduais, e o “valoroso” (as aspas são uma literalidade)  Ministério Público.
A questão do auxílio-moradia abusivo, burlando a lei e os impostos, ilustra à perfeição o sentido ético da magistratura brasileira: o de entender-se uma casta, que tudo pode e que nada deve em solidariedade aos sofrimentos da população.
É a “meritocracia” em estado puro: “somos os melhores entre todos e, por isso, tudo nos é permitido”.
Se alguém ganha, alguém paga e, diante do que se soube esta semana sobre o salário dos executivos dass grandes empresas, ganhado milhões de reais por mês, dá para entender que tipo de modelo essa gente  tem do que é “mérito”.

COMO LULA NO BRASIL, LOPEZ OBRADOR ENFRENTA CAMPANHA ELEITORAL SUJA NO MÉXICO

Eleições 2018 Ibope/CNI: Lula tem 33% dos votos; sem petista, Ciro tem 8%

Eleições 2018

Ibope/CNI: Lula tem 33% dos votos; sem petista, Ciro tem 8%

por Redação — publicado 28/06/2018 12h08, última modificação 28/06/2018 12h08
Levantamento mostra que número de brancos e nulos sobe para 33% em cenário sem ex-presidente
AFP e Agência Brasil
Lula e Ciro
Lula mantém eleitorado, e Ciro repete patamar de outros levantamentos
Uma nova pesquisa Ibope com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que Lula mantém cerca de um terço das intenções de voto. De acordo com o levantamento, o petista registra 33%, seguido de Jair Bolsonaro (PSL), com 15%. 

Embora seja o líder nas pesquisas, o ex-presidente corre risco de não disputar as eleições com base na Lei da Ficha Limpa, pois foi condenado em segunda instância. Em agosto, o plenário do Supremo Tribunal Federal deve analisar um recurso do petista e pode tomar uma decisão sobre a viabilidade de sua candidatura.
No cenário sem Lula, Bolsonaro lidera com 17%, segundo o Ibope. Ele é seguido por Marina Silva, da Rede, com 13%. Ciro Gomes tem 8%. Na ausência do ex-presidente, o nome de Haddad foi testado, embora sem reforçar que ele seria o indicado de Lula. O ex-prefeito de São Paulo registra 2%. 

A pesquisa não demonstra qual o potencial de transferência de votos de Lula. No último levantamento do Datafolha, 30% dos entrevistados afirmaram que votariam "com certeza" em um nome indicado pelo ex-presidente, enquanto 17% declaram que talvez o fizessem. 

Geraldo Alckmin, do PSDB, manteve o mesmo patamar das pesquisas anteriores, ao registrar 6% no cenário sem Lula e 4% em caso de o petista não concorrer. 

O Ibope mediu ainda que a ausência de Lula faz o número de brancos e nulos saltar de 22% para 33%. Outros candidatos do campo progressista como Manuela d'Ávila, do PCdoB, e Guilherme Boulos, do PSOL, registram 1% nos cenários sem o petista.

Inacreditável: judiciário faz lobby e pressiona governo a aumentar salários da magistratura IMORALIDADE

Inacreditável: judiciário faz lobby e pressiona governo a aumentar salários da magistratura

Publicado em 29 junho, 2018 6:55 am
A Coluna Painel de Daniela Lima na Folha de S.Paulo informa que a cúpula do Judiciário começou a se mobilizar para tentar convencer o Planalto a –em meio a cortes de verbas até da saúde e da educação-– conceder um aumento de 12% para o seu funcionalismo. Segundo dados preliminares, o reajuste teria um impacto de cerca de R$ 12 bilhões nas contas do Tesouro. O movimento ocorre em meio à pressão para a criação de compensações à eventual suspensão de verbas indenizatórias pagas a todos os juízes, como o polêmico auxílio-moradia.
Segundo o jornal, integrantes de entidades que defendem os interesses da magistratura dizem que, hoje, ao menos  6 dos 11 ministros do Supremo são favoráveis à tese de que o auxílio-moradia só deve ser extinto se houver a aprovação de uma compensação que recomponha os salários.
Interlocutores do STF, do STJ, do CNJ e de entidades de classe reivindicaram o reajuste ao Planejamento. O ministro Luiz Fux, relator de ação que questiona o auxílio-moradia no STF, estendeu o pagamento do benefício a todos os juízes por meio de liminar e manteve o caso parado em seu gabinete por três anos. Não há data para julgamento no plenário, diz a coluna.
Notas de real. Foto: Pixabay/Creative Commons