quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Filho de Bolsonaro pagou voos para treinos de tiro com dinheiro público ISSO É HONESTO? kkkkk

 
De acordo com dados do TSE, o filho de Jair Bolsonaro (PSL) pagou a si mesmo o valor de R$ 7 mil para utilizar o próprio carro: Filho de Bolsonaro pagou voos para treinos de tiro com dinheiro público© Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil Filho de Bolsonaro pagou voos para treinos de tiro com dinheiro público
"Sessão de desestresse ontem no Clube e Escola de Tiro 38". É com essa legenda que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) aparece em um vídeo que mostra uma sessão de tiros em clube privado em Santa Catarina. As imagens foram publicadas no canal que leva seu nome no YouTube no dia 28 de agosto de 2016.
A data coincide com o uso de uma passagem do Rio de Janeiro para Florianópolis no dia 27 do mesmo mês. O voo foi comprado com verba da chamada cota parlamentar, a que todos os deputados federais têm direito, com a condição de que usem quando há interesse público.
Segundo a legislação que regulamenta o uso dos recursos, a cota é "destinada a custear gastos exclusivamente vinculados ao exercício da atividade parlamentar".
Eleito por São Paulo – e reeleito no início do mês como o deputado mais votado do estado –, o filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) fez viagens frequentes durante o mandato iniciado em 2015 para o litoral catarinense, onde tem amigos e pratica o tiro esportivo, e também para o Rio Grande do Sul, onde sua atual namorada, a consultora e psicóloga Heloísa Wolf, morava e estudava até julho do ano passado.
Entre outubro de 2015 e outubro de 2016, como é possível constatar em prestações de conta no sistema de transparência da Câmara, o gabinete de Eduardo pediu reembolso para 21 passagens que tinham como origem ou como destino Florianópolis e uma cidade vizinha, Navegantes.
No mesmo período, a prestação de contas pede reembolso para outras 13 passagens que tiveram como destino ou como origem Porto Alegre e Caxias do Sul.
A reportagem entrou em contato com o gabinete do deputado na manhã de terça-feira (16) solicitando agendas que justificassem as viagens, mas até a noite desta quarta (17) não obteve resposta.
Em ao menos dez vezes, o intervalo entre os voos abrangeu o fim de semana. Em uma dessas viagens, a passagem foi usada em janeiro, durante o recesso parlamentar.
O total da verba gasta com as passagens relativas apenas ao litoral catarinense é de R$ 21 mil. Já as passagens para o Rio Grande do Sul totalizam o uso de R$ 19 mil. As somas são referentes apenas ao período de 12 meses. Em duas ocasiões o uso da passagem foi destinada a funcionários do gabinete do deputado.
Eduardo gastou R$ 411 mil da cota parlamentar nestes meses, dos quais R$ 224,5 mil para passagens aéreas. Durante o mandato que se encerra no fim desta ano, além de passagens para esses destinos, Bolsonaro viajou para Fortaleza, João Pessoa, Salvador.
No dia 17 de outubro de 2015, o deputado foi fotografado ao lado do pai e de outros dois amigos no Oktoberfest, em Blumenau (SC), todos eles sentados a uma mesa onde havia canecas e latas de cerveja.
Pai e filho estão vestidos com a famosa jardineira da Oktoberfest, que reproduz trajes alemães com suspensório, meias brancas sempre bem esticadas e chapéu.
Um dia antes de posar com esta roupa, Eduardo comprou passagens para a capital catarinense e, no dia 18, a volta de Navegantes para o Rio. Os voos também foram adquiridos com recursos da cota parlamentar.
Nas prestações de contas do presidenciável Jair Bolsonaro não estão anexadas notas fiscais do mês de outubro de 2015 e por isso não foi possível saber se ele também pediu reembolso pelos tíquetes.
A ida do deputado e do presidenciável foi registrada pela imprensa local na época.
Ao ser questionado pelo site O Blumenauense sobre sua participação na centopeia, uma bicicleta coletiva que vai passando por barris de cerveja, Jair Bolsonaro respondeu: "Fiquei quase três horas pedalando. Mas cheguei vivo, são e salvo no destino. Já recuperei meus dois dias de chope".
No dia 10 de julho de 2016, Eduardo comemorou seu aniversário junto a amigos em um restaurante japonês em Camboriú (SC). Segundo as notas apresentadas, ele gastou R$ 642 para ir do Rio de Janeiro para Navegantes no dia 10 e R$ 1.405 para ir de Navegantes para São Paulo no dia 11.
Naquele ano, Eduardo não compareceu a 5,3% das sessões deliberativas na Câmara, sendo que 3,2% das ausências não foram justificadas.
Em 2017 esse número foi de 11,8% e 10%, respectivamente. Em 2018, as ausências subiram para 13,1%, sendo que 8,2% não foram justificadas. Os dados são do portal da Câmara dos Deputados.
De acordo com declarações de bens entregues ao Tribunal Superior Eleitoral, Eduardo teve uma evolução patrimonial de 432% desde 2014. Em vídeo no YouTube ele disse que esse acúmulo de bens aconteceu porque o salário de deputado é superior a renda que tinha até então. Com informações da Folhapress.

Cerco a Temer cresce a 2 meses de ele perder o foro privilegiado

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No relatório que indiciou o presidente Michel Temer, a Polícia Federal deu destaque para o papel do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures como ‘longa-manus’ do emedebista. Ambos foram indiciados por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa no inquérito dos Portos. De acordo com o documento de 819 páginas, o homem de confiança do presidente teria mediado pleitos de empresários supostamente beneficiados pelo Decreto dos Portos, editado por Temer em maio de 2017.
A PF ressalta que ‘não se pode esquecer que foi justamente Rocha Loures que ficou nacionalmente conhecido no caso da mala com 500 mil reais recebida de Ricardo Saud, executivo do Grupo J&F em abril de 2017, após acerto entre o senhor Michel Temer e Joesley Batista’.
Loures chegou a ser preso na Operação Patmos, deflagrada em maio daquele ano.
O delegado Cleyber Malta Lopes, que presidiu o inquérito dos Portos, reforçou que o homem da mala dos R$ 500 mil ‘havia se tornado o principal intermediário do presidente, após avalanche de acusações, denúncias e prisões que deixaram apenas Rocha Loures como ‘pessoa da sua mais estrita confiança’, conforme expressão usada pelo próprio presidente no fatídico encontro noturno com Joesley Batista no Palácio do Jaburu’ – aqui, o delegado se refere à reunião de Temer com Joesley na noite de 7 de março de 2017, sem registro na agenda oficial do presidente.
Loures foi convidado pelo presidente a ser seu assessor após perder as eleições de 2010 ao governo estadual do Paraná. Ele foi nomeado em 2011. Chegou a exercer o mandato de deputado federal entre 2007 e 2010. Em 2014, pegou a vaga de suplente de Osmar Serraglio (PP), nomeado na época ministro da Justiça.
Para a PF, ‘coube a Rocha Loures a interface com o setor empresarial e demais órgãos da administração, evitando-se a exposição direta do senhor presidente em tais tratativas’.
“É possível perceber que realizava diretamente a interface com o presidente Michel Temer nas tratativas sobre assunto, ao qual estava diretamente subordinado, mas também buscou de várias formas o apoio dos demais envolvidos para os pontos no decreto de interesse para o setor portuário, independente da questão jurídica”, sustenta a PF.
COM A PALAVRA, A DEFESA DE TEMER
O advogado Brian Alves, responsável pela defesa do presidente, disse que não se manifestaria porque não teve acesso ao relatório da Polícia Federal.
COM A PALAVRA, A DEFESA DE ROCHA LOURES
O advogado Cézar Bittencourt, que defende Rodrigo Rocha Loures, também disse que não teve acesso ao relatório policial e, portanto, ‘não há como se manifestar globalmente’.
“No entanto, nesse inquérito, Rocha Loures não estava sendo investigado pelos crimes organizado e lavagem de dinheiro. Mas, certamente, não há elementos para a PGR oferecer denúncia contra Rocha Loures”, afirmou o advogado.
COM A PALAVRA, A DEFESA DO CORONEL LIMA
Por meio de nota, os advogados Maurício Leite e Cristiano Benzota, responsáveis pela defesa do coronel João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, disseram estar ‘perplexos’ com o pedido de prisão feito pela Polícia Federal. Segundos os advogados, o coronel está ‘afastado de suas atividades profissionais e, permanentemente, em sua residência cuidando da saúde’. “Sempre foram apresentadas todas as informações solicitadas pelas autoridades, por intermédio de sua defesa, o que torna o pedido de prisão desprovido de fundamento legal”, afirmam os defensores.
COM A PALAVRA, A DEFESA DE ANTÔNIO CELSO GRECCO
O criminalista Fábio Tofic Simantob, que defende o empresário Antônio Celso Grecco, disse que ainda não conhece os fundamentos da Polícia Federal para o indiciamento. “Ainda não tivemos acesso ao relatório de indiciamento para saber quais são os fundamentos, os fatos nos quais eles se baseiam. Então, assim que tivermos acesso ao relatório vamos nos manifestar.”
Do Estadão.

IBOPE: Região Sudeste Haddad sobe 3 pontos, começou a virada!

https://www.youtube.com/watch?v=zMvQ1n0dBaw&feature=push-lbss&attr_tag=_AXW-kgVTmZDiJor%3A6

É muito estranho! Está tudo muito estranho mesmo!

É muito estranho! Está tudo muito estranho mesmo! Por Afrânio Silva Jardim

 
Afrânio Silva Jardim. Foto: Facebook/Divulgação
Publicado originalmente na fanpage de Facebook do autor
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POR AFRÂNIO SILVA JARDIM, professor de Direito da UERJ
É MUITO ESTRANHO !!! ESTÁ TUDO MUITO ESTRANHO MESMO !!!
LÓGICO QUE EXISTE ALGO POR TRÁS DESTA APARENTE CONTRADIÇÃO !!! PRECISAMOS RACIOCINAR.
Por que o candidato Capitão e sua equipe continua deslegitimando uma eleição que está ganhando???
Por que o capitão fujão continua colocando sob suspeita as urnas que lhe estão favorecendo, estimulando a candidatura do Haddad a defendê-las, dando credibilidade ao processo eleitoral???
Por que será que as pesquisas de opinião pública erraram tanto no primeiro turno destas eleições e os seus vencedores continuam criticando o sistema de apuração de seus votos???
Eles não são nada ingênuos. Isto é uma estratégia bem pensada, provavelmente estimulada por gente de fora de nosso país !!!
Por ora, imagino duas hipóteses:
1) Ou eles querem dar um golpe de estado se forem derrotados, usando a fraude eleitoral como um dos motivos;
2) Ou eles estão “neutralizando” a esquerda, que não poderia questionar eventuais fraudes que eles estão realizando ou preparando.
Vamos ficar atentos e buscar uma explicação para esta aparente contradição da equipe eleitoral do capitão truculento.

IMAGINEM NO FUTURO: Após 1º turno, policiais e milicianos aumentam 'ofensivas' no Rio


ESTADO VIOLÊNCIA

Após 1º turno, policiais e milicianos aumentam 'ofensivas' no Rio

Votação expressiva de Bolsonaro na capital fluminense ecoa entre forças de segurança – inclusive as ilegais – que se sentem autorizadas a cometer ainda mais arbitrariedades contra moradores das favelas cariocas
por Maurício Thuswohl, para a RBA publicado 18/10/2018 08h29, última modificação 18/10/2018 08h47
ARQUIVO/TÂNIA RÊGO/AGÊNCIA BRASIL
Intervencao Rio
Policiais nas favelas: quadro que começa a se formar já preocupa entidades de direitos humanos
Rio de Janeiro – Em permanente situação de insegurança pública, a população do Rio de Janeiro deu ao candidato a Presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, uma de suas maiores votações em capitais no primeiro turno das eleições de 2018, com 58,2% dos votos válidos. O discurso de Bolsonaro, centrado na promessa de "pegar pesado com a bandidagem", como tantas vezes repetiu durante a campanha, parece ter aderido ao sentimento de urgência que tem o povo carioca nesta seara e sido a mola propulsora do desempenho do candidato em uma cidade literalmente dividida entre traficantes de drogas, milicianos e policiais muitas vezes corruptos e quase sempre mal preparados.
Ainda não se sabe qual resultado prático terá na vida do carioca a dubiedade de Bolsonaro, que promete a paz por meio do aumento da violência policial se chegar ao governo. O certo é que as propostas do candidato do PSL, como, por exemplo, a de conceder imunidade ao policial que matar durante a realização de uma operação, já ecoam entre as forças de segurança.
Em algumas favelas do Rio, o que se vê nestes dez dias seguintes à votação é uma ofensiva sem precedentes das milícias em áreas dominadas por traficantes. Em outras, o aumento da arbitrariedade de policiais militares contra moradores, com direito, segundo diversos relatos, a pé na porta, invasão de residências sem mandado judicial e revistas constrangedoras. O quadro que começa a se formar já preocupa entidades de direitos humanos que atuam nas comunidades e especialistas em segurança pública.
Divulgados na terça-feira (16) pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), órgão subordinado ao governo estadual, os índices da criminalidade registrados em setembro no Rio apontam 108 casos de mortes decorrentes de intervenção policial, os chamados "autos de resistência".
Esse número representa uma redução de 38% em relação a agosto, e o ISP os apresentou como destaque positivo. Mas, uma análise mais aprofundada dos dados oficiais mostra que de março a setembro deste ano, período que compreende sete dos oito meses já completados de intervenção federal no Rio, o número de mortes decorrentes de ação policial deu um salto de 45%, passando de 636 para 922 casos.
Milícia avança
Apesar da redução do número de mortes em autos de resistência no mês passado, desde o primeiro turno das eleições a mudança na postura de milicianos e policiais parece clara. O episódio que mais chamou atenção foi a invasão das favelas do Rola e de Antares, em Santa Cruz, zona oeste da cidade, por um grupo de cerca de 30 milicianos fortemente armados e vestidos com roupas idênticas à PM. O fato ocorreu apenas algumas horas após o encerramento da votação.
As duas favelas, únicas que ainda não estavam em poder da milícia que controla a região, foram palcos de diversos confrontos nos últimos meses. Na madrugada de segunda-feira (8), a milícia partiu para um "tudo ou nada" que incluiu invasões violentas de domicílio e um intenso tiroteio já no início da manhã, enquanto estudantes e trabalhadores se viam impedidos de sair de suas casas.
Os primeiros relatos dos moradores, acompanhados de imagens feitas com smartphones, acusavam a polícia pelas arbitrariedades, mas isso logo foi desmentido pela própria PM: "O que aconteceu é um absurdo e essas pessoas não são policiais militares. O que temos é um confronto entre milicianos e traficantes por disputa territorial", disse o major Ivan Bláz, porta-voz da instituição, sem saber explicar o uso de roupas idênticas às da PM.
Segundo relatado pelo jornal O Globo, desde a ocupação das duas comunidades, milicianos circulam livremente pelas ruas de Santa Cruz com uma caminhonete onde está acoplada uma metralhadora calibre .50, uma arma de guerra. Ao mesmo tempo, os moradores do Rola e de Antares já receberam folhetos alertando que em breve será iniciada a cobrança de uma "taxa de segurança" a todas as residências e também estabelecimentos comerciais.
Pé na porta e roubo
Em comunidades onde há presença maior da PM por conta ainda da moribunda política de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), relatos apontam que, desde as eleições, os policiais adotaram uma postura mais agressiva. Na manhã de ontem (17), um homem foi morto no morro do São Carlos, região central do Rio, em decorrência da operação realizada por um grupo de 280 policiais, apoiados por um efetivo de 1,2 mil homens das Forças Armadas, para a retirada dos contêineres que formavam uma das três bases que a UPP tinha na comunidade e foi desativada.
Ontem (16), policiais da UPP do Morro do Adeus, que faz parte do Complexo do Alemão, zona norte do Rio, invadiram uma escola em meio a uma festa que comemorava o Dia das Crianças. Segundo relatos, policias atiraram em direção ao alto do morro, o que deu início a um confronto com os traficantes que assustou a comunidade: "Invadiram a escola usando capuzes e deixaram as crianças aterrorizadas. São covardes, xingaram as mães de piranha e vagabunda", diz uma moradora, em áudio postado em uma rede social.
Outro indício de que a vitória parcial de Bolsonaro pode ter determinado a adoção de uma postura mais agressiva por parte das forças de segurança no Rio aparece em Vila Kennedy, favela da zona oeste controlada pelo tráfico e que sempre foi uma espécie de fetiche do Exército por sua proximidade com a Vila Militar.
Desde a manhã da última quinta-feira (11), a PM realiza operações quase diárias na comunidade com o apoio das forças Armadas e de veículos blindados. Segundo os relatos dos moradores, na madrugada desta quarta-feira (17) houve intensa troca de tiros, que partiram, inclusive, do helicóptero da PM. Um militar foi ferido de raspão.
Nos últimos dias também foram relatados abusos dos policiais em operações realizadas na Cidade de Deus e nos complexos do Lins e da Penha.
Testemunho
Morador da Vila Cruzeiro, também no Complexo do Alemão, há 30 anos, o zelador Antônio Ferreira conta que há dias em que prefere dormir no local de trabalho, em um condomínio próximo ao Maracanã: "Não está fácil para quem chega tarde do trabalho e quer subir o morro. Os ‘homens’ estão revistando com muito desrespeito e agressividade, dando tapas em adolescentes e apalpando mulheres", conta.
Ferreira relata ainda que na semana passada policiais da UPP da Vila Cruzeiro atiraram contra o transformador em pelo menos duas ocasiões: "Fizeram de propósito, só para sacanear os traficantes, mas deixaram a comunidade toda sem energia e prejudicaram muita gente boa".
Na terça-feira seguinte à eleição (9), o aplicativo Onde Tem Tiroteio relatou uma ofensiva da PM no Complexo do Alemão que durou o dia todo e resultou em 15 confrontos a bala entre policiais e traficantes. Segundo o jornal Voz das Comunidades, paralelamente à operação, capitaneada pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), outros policiais militares invadiram casas sem autorização judicial, agrediram moradores e chegaram a roubar aparelhos eletrônicos e até mesmo uma garrafa de uísque. Um vídeo divulgado pelo jornal mostra um policial utilizando uma escada para entrar em uma casa pela janela, entre outras imagens.