domingo, 12 de abril de 2020

Brasil verá pessoas morrendo em casa em 4 semanas, diz epidemiologista

Brasil verá pessoas morrendo em casa em 4 semanas, diz epidemiologista

Mulher com Covid-19 é atendida  no Rio de Janeiro
Jornal GGN – O epidemiologista da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Ivan França Junior, disse ao jornal The Guardian que se Jair Bolsonaro continuar incentivando a sociedade a sabotar o distanciamento social contra o coronavírus, o Brasil viverá “dias dolorosos”, semelhante à Itália, dentro de algumas semanas.
“Vamos ver pessoas morrendo fora dos hospitais [porque não existem leitos de terapia intensiva suficiente], pessoas morrendo em casa porque nosso serviço de ambulância não será capaz de lidar”, disse.
“As previsões sugerem que isso acontecerá em três ou quatro semanas, e então será tarde demais. As pessoas vão surtar e se trancar dentro de casa por sua própria vontade.”

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1:27 / 10:02 URGENTE!! GILMAR ENQUADRA E DETONA BOLSONARO E AVISA!! SUPREMO VAI DERRUBAR QUALQUER DECISÃO SUA

https://www.youtube.com/watch?time_continue=241&v=huTUOek4LgU&feature=emb_logo

Vídeo: Andrea Bocelli canta em Milão deserta para ajudar combate ao coronavírus

12 DE ABRIL DE 2020, 17H29

Vídeo: Andrea Bocelli canta em Milão deserta para ajudar combate ao coronavírus

Concerto divulgou arrecadação de fundos para compra de equipamentos de proteção para os profissionais de saúde
O tenor italiano Andrea Bocelli, na entrada da catedral de Milão, Itália (Foto: Reprodução/YouTube)
O famoso tenor italiano Andrea Bocelli realizou um concerto neste domingo (12) na majestosa catedral de Milão, na Itália, vazia com a quarentena do coronavírus. A apresentação foi transmitida ao vivo pela internet.
Bocelli cantou na parte interna da catedral e na entrada, diante da praça mais famosa da cidade, também deserta. A apresentação faz parte de campanha de arrecadação realizada pela fundação do cantor, que comprará equipamentos de proteção para os profissionais de saúde na linha de frente da pandemia. 
A Itália é o segundo país mais atingido pelo coronavírus, até este domingo com mais de 156 mil casos e quase 20 mil vítimas fatais, sendo superada apenas recentemente pelos EUA.
Acesse:



Bolsonaro pode levar o Brasil à calamidade, aponta o jornal The Guardian

Bolsonaro pode levar o Brasil à calamidade, aponta o jornal The Guardian

Jair Bolsonaro
247 - O jornal inglês The Guardian, em publicação neste domingo (12), aponta que especialistas médicos disseram temer que Jair Bolsonaro possa estar acelerando a marcha do país em direção a uma devastadora crise de saúde pública
O jornal também denuncia que Bolsonaro é um dos quatro líderes mundiais que ainda subestimam a ameaça do coronavírus à saúde pública, ao lado dos presidentes autoritários da Nicarágua, Bielorrússia e Turquemenistão.
"É como se todos estivessem no mesmo trem em direção a uma beira do penhasco e alguém dissesse: 'Cuidado! Há um penhasco! 'E os passageiros gritam:' Ah, não, não existe! 'E o maquinista diz:' Sim, não há nada lá! '”, Disse Ivan França Junior, epidemiologista da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo. "Minha tristeza decorre de ver mortes evitáveis ​​que não vamos evitar.", acrescenta. 
Um médico do Hospital Universitário Pedro Ernesto, localizado no Rio de Janeiro, que preferiu não relevar seu nome, disse que a conduta imprudente de Bolsonaro confunde as pessoas com a necessidade de ficar em casa.  "Ele está fazendo uma aposta muito perigosa ... que o Brasil não se comportará como os EUA, como a Inglaterra, como a Itália. Acho que é uma aposta irresponsável, porque há uma grande chance de uma catástrofe acontecer e a chance de uma não acontecer é muito pequena ".
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“Quem vai pagar por isso?”: Últimas palavras de vítima de covid-19 nos EUA emociona enfermeiro PARA REFLEXÃO

12 DE ABRIL DE 2020, 12H07

“Quem vai pagar por isso?”: Últimas palavras de vítima de covid-19 nos EUA emociona enfermeiro

Profissional compartilhou relato no Facebook como forma de "lançar luz" sobre um sistema de saúde que, de acordo com ele, tem falhado com seu povo
O enfermeiro norte-americano Derrick Smith, responsável por tratar pacientes com coronavírus em um hospital de Nova York, revelou através de suas redes sociais as trágicas últimas palavras de uma das vítimas da doença que passou pelo hospital. “Quem vai pagar por isso?”, questionou o homem quando o enfermeiro estava prestes a entubá-lo.
“(Este paciente) estava com problemas respiratórios graves, tinha dificuldade para falar e ainda assim sua principal preocupação era quem poderia pagar por um procedimento que prolongaria sua vida”, contou o enfermeiro. “Foram as últimas palavras que nunca esquecerei”, continuou, em entrevista à CNN.
Smith conta ainda que o estado de saúde do paciente já era muito grave e ele não tinha muitas chances de vida mesmo após a entubação. O enfermeiro chamou o incidente de “de longe a pior coisa” que ele testemunhou em seus 12 anos de cuidados intensivos e anestesia. Para ele, compartilhar essas últimas palavras poderá “lançar luz” sobre um sistema de saúde que, de acordo com ele, tem falhado com seu povo.
“Fiquei muito triste e honestamente, um pouco horrorizado. Isso demonstra que vivemos um fracasso profundo, quando precisamos nos preocupar com as finanças no momento em que estamos lidando com problemas muito maiores que têm a ver com a vida ou a morte”, continuou.
Confira:
04:38/21:44Fala, Rovai | O fim do PT é a moeda de troca para derrubar Bolsonaro

Pacientes curados por coronavírus foram infectados pela segunda vez

Pacientes curados por coronavírus foram infectados pela segunda vez

Pacientes curados por coronavírus foram infectados pela segunda vez
247 - A Coreia do Sul informou na sexta-feira, 10, que 91 pacientes curados testaram positivo para o coronavírus pela segunda vez, informa o jornal britânico The Telegraph. O resultado gerou uma preocupação internacional, uma vez que diversos países esperam que as populações infectadas criaram imunidade suficiente para prevenir contra um novo surto da pandemia. Além disso, muitos crêem que o vírus possa continuar ativo por mais tempo do que era pensado anteriormente.
As autoridades coreanas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Coreia anunciou que mandou uma equipe para a cidade de Daegu, centro da pandemia no país, para investigar sobre a questão. Alguns dos pacientes reinfectados não mostraram sintomas, enquanto outros sofreram com febres e problemas respiratórios.
Com a testagem massiva da população, novos casos estão sendo mais fáceis de diagnosticar e, portanto, de controlar a propagação da doença. O país que foi um dos primeiros atingidos, diante de sua proximidade com a China, tem duas vezes menos casos que o Brasil e registra menos de 10 mortes por dia, com centenas de recuperados. Atualmente os dados oficiais indicam 10,5 mil infectados no país, dos quais 7,5 mil já foram recuperados.

Detentos no Maranhão começam a produzir um milhão de máscaras que serão doadas à população


12 DE ABRIL DE 2020, 08H41

Detentos no Maranhão começam a produzir um milhão de máscaras que serão doadas à população

Além da redução de pena, presos serão remunerados com quase um salário mínimo pelo trabalho. Ao todo, são 190 detentos atuando na produção
Divulgação/Governo do Maranhão
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou através de suas redes sociais neste domingo (12) que 190 detentos de três penitenciárias do bairro de Pedrinhas começaram a produzir um milhão de máscaras contra o coronavírus. De acordo com Dino, as máscaras serão doadas à população.
“Em razão do coronavírus, os presos de Pedrinhas estão fabricando máscaras que serão doadas à população. Aquela que já foi uma das piores penitenciárias do Brasil hoje cumpre várias funções sociais”, escreveu Flávio Dino no Twitter, também compartilhando um vídeo que mostra o trabalho dos detentos.
O governo do estado também informou que a meta é produzir 20 mil máscaras por dia. A confecção engloba corte, costura e acabamento. Além disso, foi informado que os presos terão redução de pena pelo trabalho, além de remuneração de quase um salário mínimo.
A cada três dias de trabalho, há a redução de um dia no sistema prisional. Ainda, detentos receberão 3/4 de um salário mínimo pela produção, que conta com material atóxico e hipoalergênico. A expectativa do governo do estado é incluir jalecos, toucas e pantufas na produção dos detentos.
Confira: