segunda-feira, 31 de agosto de 2020

10 alimentos que não são o que você imaginava

 

10 alimentos que não são o que você imaginava

Cuidado! Algumas comidas podem nos enganar quanto à sua composição e não serem bem aquilo que parece; confira quais

Você sabe do que realmente é feito o que você está comendo? Às vezes, os alimentos que compramos em mercados ou comemos em restaurantes nem sempre são o que pensamos.

Eles podem ser misturas de outros produtos, podem ter substâncias nocivos ou até mesmo serem falsos. O site WebMD listou alguns alimentos que não são exatamente o que aparentam. Confira:

1. Azeite

Foto: DUSAN ZIDAR/Shutterstock
Foto: DUSAN ZIDAR/Shutterstock

Nem todo azeite é azeite de verdade, com 100% óleo de oliva. Muitas vezes, estes óleos são misturados com outros, como o óleo de amendoim. Vale à pena ficar atento ao rótulo, porque isso prejudicar quem possui alergia.

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Lembrando que o azeite de oliva pode ser muito saudável ao organismo. É um aliado ao combate a doença cardíaca, previne o câncer e a diabetes, fortalece os ossos e melhora o funcionamento do cérebro.

Azeite falso

Entretanto, em 2019, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), proibiu a venda de seis marcas de azeite. Isso porque, após a fiscalização, descobriram que os alimentos estavam fraudados e impróprios ao consumo. Em 2018, foram 46 marcas reprovadas por vender o produto adulterado.

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A proibição das seis marcas veio da operação realizada pela polícia de Guarulhos (SP), que descobriu fábricas clandestinas que produziam azeites falsificados, misturados com outros tipos de óleos e sem a presença da oliva.

Segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) da época, Glauco Bertoldo, o azeite de oliva é o segundo produto mais falsificado do mundo, perdendo apenas para os pescados, de acordo com nota ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

2. Lagosta

Foto: Moomusician/Shutterstock
Foto: Moomusician/Shutterstock

Ao pedir uma lagosta num restaurante, por exemplo, você pode acabar recebendo um lagostim, que possui gosto e textura similar. Na verdade, o lagostim é um animal diferente, e custa metade do preço de uma lagosta. O lagostim, diferente da lagosta, não possui antenas e é bem menor, porém, também possui pinças.

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A matéria da WebMD afirma que restaurantes americanos acabam vendendo pratos que no cardápio constam como lagosta, mas ao serem submetidos à testes, tais pratos são feitos, na verdade, com carne de lagostim.

Além do preço, há diferenças nutricionais entre os dois alimentos. Em 85 gramas de cada, há mais colesterol no lagostim, cerca de 115mg, do que na lagosta, que possui cerca de 80 mg. A lagosta também apresenta maior quantidade de calorias, 76 cal, enquanto que o lagostim possui 51 cal. Entretanto, ambos possuem quantidades semelhantes de proteínas.

Benefícios dos frutos do mar

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Os frutos do mar são muito benéficos à saúde, por serem ricos em proteínas, principalmente a lagosta, camarão e siri. Eles oferecem aminoácidos responsáveis por construir novos tecidos, formar enzimas, anticorpos e hormônios.

A nutricionista Roberta Stella afirma que, em excesso, os frutos do mar podem fazer mal, uma vez que possuem altas taxas de colesterol, que precisam ser controladas. Tal substância está relacionada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

3. Mel

Foto: Wojciech Skora/Shutterstock
Foto: Wojciech Skora/Shutterstock

Apesar de ser um adoçante natural muito utilizado, o mel pode possuir resquícios de antibióticos utilizados pelos apicultores em suas abelhas. Isso não causa doença, mas pode agravar problemas de saúde pública relacionados com a resistência à antibióticos.

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Inclusive, o mel em sua forma pura, possui propriedades interessantes ao combate de doenças, pois é um potente antioxidante e possui ação antimicrobiana por si só. Ainda conta com nutrientes como potássiomagnésiosódio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, cobalto e outros minerais.

Riscos do consumo

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Porém, o alimento também possui outros riscos à saúde. Existe uma toxina que pode estar presente no mel e que é responsável pelo botulismo, uma forma de intoxicação alimentar rara, mas que pode ser fatal.

Por isso, o mel industrializado pode ser mais seguro nesse sentido. Mas isso se ele tiver passado pelo processo de pasteurização, que garante menor risco de intoxicação por bactérias.

4. Enlatados

Foto: Artem Shadrin/Shutterstock
Foto: Artem Shadrin/Shutterstock

Tem costume de comprar comidas enlatadas de supermercado, que dizem possuir sabor natural? Fique atento porque não há nada de natural neles. Segundo a Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos (FDA), vinculada ao Departamento de Saúde, já proibiu alguns aromas sintéticos que mostraram ter efeito negativo em animais de laboratório.

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Os efeitos destes tipos de químicos de alimentos industrializados, corantes e conservantes, ainda são desconhecidos ao sistema digestivo. Porém, é comprovado que o consumo excessivo sobrecarrega o fígado e está diretamente ligado com agravamento de quadros de TPMenxaqueca e gastrite, já que muitos irritam a mucosa do estômago.

5. Temperos

Foto: Dmitr1ch/Shutterstock
Foto: Dmitr1ch/Shutterstock

Também segundo a FDA, Administração de Alimentos e Drogas dos Estados Unidos, existe uma quantidade de resquícios de insetos ou pêlos de roedores que são permitidas em temperos. Seus padrões são de até 1250 pedacinhos de inseto para cada 10 gramas de tempero. A boa notícia é que a maioria dos produtos estão bem abaixo deste padrão.

Outro perigo é a utilização de temperos prontos. Muitos deles possuem excesso em sódio, gordura trans e saturada, e componentes como glutamato monossódico, que é um realçador de sabor e em excesso, pode trazer prejuízo à saúde. Por isso, invista em temperos naturais, que possuem diversos benefícios.

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6. Chocolate branco

Foto: Pixel-Shot/Shutterstock
Foto: Pixel-Shot/Shutterstock

O chocolate branco, apesar de ser delicioso, não é exatamente chocolate. Segundo a FDA, para ser considerado chocolate, o produto tem que possuir pelo menos 10% de licor de chocolate, que é obtido quando o grão é moído. Mas o chocolate do tipo branco, na verdade, é feito com manteiga de cacau, leite e açúcar, sem licor de chocolate.

Chocolate faz bem à saúde?

Outros chocolates, como o amargo, proporcionam diversos benefícios à saúde, se consumido em quantidades moderadas. Protege o sistema cardiovascular, controla o colesterol, reduz a pressão arterial, tem ação antioxidante e proporciona sensação de bem estar.

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Entretanto, o oposto também é verdade. O excesso de chocolate pode trazer malefícios. Pode causar reações alérgicas, contribui ao ganho de peso não-intencionalacnedoença do refluxo gastroesofágico e até diarreia para quem passa do limite.

7. Suco de fruta

Foto: Bai-Bua's Dad/Shutterstock
Foto: Bai-Bua's Dad/Shutterstock

Muitas vezes, o suco de fruta também não é 100% suco de fruta. Cheque a lista de ingredientes e, se ela for longa, pode ser uma dica de que o suco em questão não é exatamente o que você espera. Mesmo os que possuem "100% de suco" podem não ser verdadeiros e podem conter outros sucos mais baratos como de maçã e uva verde.

Além disso, a frutose, presente em alguns sucos industrializados, pode ser prejudicial à saúde. Este tipo de açúcar pode causar obesidadehipertensão e diabetes, por exemplo. Sucos como os de maçã e pêra são ricos em frutose e pobres em vitamina C. Por isso, antes de comprar, analise os rótulos e evite os que possuem frutose de xarope de milho.

8. Baunilha

Foto: Aquarius Studio/Shutterstock
Foto: Aquarius Studio/Shutterstock

O aroma de baunilha é muito diferente do extrato de baunilha, então é importante ficar atento. Enquanto o extrato é feito com vagens de baunilha e um álcool simples - o etanol, o aromatizante é quase sempre feito com extratos de petroquímicos ou polpa de madeira.

Outra diferença entre esses produtos é que o extrato de baunilha não possui data de validade, enquanto que o aromatizante sim. Como se trata de um produto sintético, ele possui qualidade inferior que o extrato puro, por isso, a conservação é diferente.

9. Suco de laranja

Foto: pilipphoto/Shutterstock
Foto: pilipphoto/Shutterstock

O suco de laranja que não é concentrado acaba sendo pasteurizado, um processo que tira o oxigênio da bebida. Porém, este mesmo processo também tira muitas substâncias naturais que dão o sabor.

Além disso, o produtor pode armazenar este suco por mais de um ano, por isso, eles contratam empresas para fazer pacotes de sabores e adicioná-los para parecerem frescos. Entretanto, eles não são listados como ingredientes porque muitas vezes são feitos a partir da essência de laranja ou óleo.

Já a laranja in natura, por sua vez, é grande aliada para o organismo. É fonte de vitamina C, potássio, magnésio e betacaroteno, nutrientes que ajudam a prevenir problemas cardiovasculares e também o câncer.

suco de laranja também possui tais propriedades e não é tão calórico como muitas pessoas pensam. Um copo de suco de 200ml possui 86 kcal para 20 gramas de carboidrato. Então, se está fazendo dieta, não é preciso cortar, mas ele precisa ser contabilizado.

10. Wasabi

Foto: sasaken/Shutterstock
Foto: sasaken/Shutterstock

Muitos restaurantes servem wasabi, porém, algumas vezes ele pode ser falso. Alguns podem servir uma mistura de rabanete e raiz de wasabi com farinha de mostarda, óleo, vinagre, xarope de milho rico em frutose e corante alimentício.

O wasabi real vem da raiz da planta wasabia. Cresce naturalmente em lugares frescos e úmidos e pode ser muito difícil de encontrar e colher. É preciso ralar a raiz na hora de comer, porque o sabor geralmente só dura cerca de 15 minutos após ralado.

Benefícios do wasabi

culinária japonesa é muito saudável e traz benefícios à saúde. O wasabi verdadeiro é rico em nutrientes como potássio, cálcio, magnésio, fósforo e vitamina C. É considerado um alimento termogênico, que acelera o metabolismo, por isso ajuda na digestão, explica a nutróloga Paula Cabral.

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GALERIAS Conheça oito óleos funcionais que te dão saúde e ajudam a emagrecer

 

Conheça oito óleos funcionais que te dão saúde e ajudam a emagrecer

Eles aceleram o metabolismo, dão saciedade e podem até ser usados como hidratantes para a pele

Os óleos funcionais, como o óleo de coco e o óleo de cártamo, têm vantagens que vão além da perda de peso. Aumentar o metabolismo e a saciedade, manter a pele bonita e atenuar os sintomas do TPM são só algumas das ações comprovadas. "Eles passam por uma prensagem a frio, sem solventes e sem refinamento, garantindo que os ácidos graxos - substâncias antioxidantes responsáveis por melhorar a fluidez do sangue e diminuir o colesterol ruim - não sejam perdidos", explica a nutricionista Larissa Marin, especialista em nutrição funcional de São José do Rio Preto (SP).

Apesar de o preço ser um tanto salgado (a garrafinha com 250 ml varia de 25 a 65 reais), o rendimento é muito bom. "Como a ingestão recomendada varia entre duas colheres de chá ou de sopa por dia, cada garrafa dura em média dois meses", explica a nutricionista. Mas lembre-se sempre de ingeri-los em temperatura ambiente, já que o aquecimento pode eliminar alguns nutrientes. O Minha Vida preparou uma lista com os diferentes tipos de óleos para que você escolha o que melhor se encaixa às suas necessidades.

Óleo de coco

Óleo de coco - foto: Getty Images
Óleo de coco - foto: Getty Images

Apesar de não haver longos estudos realizados com esse óleo, ele tem sido cada vez mais recomendado pelos nutricionistas. Segundo os especialistas, essa versão é rica em antioxidantes que apresentam uma série de benefícios para o organismo: prevenção de doenças cardiovasculares, auxílio no emagrecimento, redução das taxas de colesterol, ação antifúngica (auxiliando no tratamento de candidíase e gastrite bacteriana) e fortalecimento da imunidade. Por ser um alimento termogênico, aumenta o gasto energético do organismo e, em consequência, a perda de peso e de medida na cintura. Também promove mais saciedade, por ser uma gordura que aumenta o tempo com que os alimentos passam do estômago para o intestino.

A nutricionista Thais Souza, da rede de lojas Mundo Verde, explica que a gordura dos óleos funcionais é um tipo especial (triglicerídeos de cadeia média), que não tem colesterol e é rapidamente absorvida e transportada para o fígado. Se consumida na dose certa, portanto, não se acumula como gordura corporal.

Óleo de cártamo

Óleo de cártamo - foto: Getty Images
Óleo de cártamo - foto: Getty Images

Extraído das sementes da planta Carthamus tinctorius L., o óleo de cártamo é rico em antioxidantes e ácidos graxos (ômega-9 e ômega-6). Por se tratar de uma gordura, ele auxilia na redução do apetite, já que promove saciedade. "Pesquisas também mostram que o óleo de cártamo pode estimular a lipólise (quebra da gordura) e a oxidação de gordura (queima da gordura), favorecendo o emagrecimento", acrescenta a nutricionista Thais Souza.

Vale lembrar que o consumo desse e dos outros óleos deve estar sempre associado à prática regular e orientada de atividade física. Quanto ao consumo desses alimentos em cápsulas, a recomendação é de duas cápsulas antes das principais refeições, mas pode haver variações de acordo com o fabricante.

Óleo de gergelim

Óleo de gergelim - foto: Getty Images
Óleo de gergelim - foto: Getty Images

De origem oriental, a planta do gergelim tem sementes minúsculas e cheias de propriedades funcionais. "O óleo, por sua vez, é rico em substâncias antioxidantes que protegem o fígado dos processos oxidativos e evita o acúmulo de toxinas e gorduras", explica Larissa Marin. O produto também contém grandes quantidades de vitamina E - que é anti-inflamatória e alivia os sintomas da TPM.

Óleo de Linhaça

Óleo de Linhaça - foto: Getty Images
Óleo de Linhaça - foto: Getty Images

A linhaça é uma semente oleaginosa rica em ácidos graxos, que ajudam na redução de triglicerídeos, na regulação da pressão arterial e no combate à inflamação das células de gordura. O óleo dessa semente ainda possui lignanas em sua composição, que são transformadas em substâncias semelhantes aos hormônios estrógenos e, em consequência, levam à redução do colesterol total e do LDL (colesterol ruim) e à regulação da pressão arterial. Os ácidos graxos do óleo de linhaça também estimulam mais a saciedade do que os outros tipos de óleo.

Óleo de girassol

Óleo de girassol - foto: Getty Images
Óleo de girassol - foto: Getty Images

Quando obtido por prensagem a frio, o óleo de girassol vira fonte de ácidos graxos (ômega-6 e ômega-9) e vitamina E, nutriente que auxilia na defesa do organismo contra os radicais livres e evita a formação de placas de aterosclerose (doença inflamatória que afeta os vasos sanguíneos). "O óleo também é rico em triptofano, que é um aminoácido precursor do neurotransmissor serotonina, capaz de atuar no controle do sono e do apetite e na melhora do humor e do inchaço", explica a nutricionista Larissa Marin.

Óleo de amêndoa

Óleo de amêndoas - foto: Getty Images
Óleo de amêndoas - foto: Getty Images

"Esse óleo é rico em ômega-9 e ômega 6, que garantem um bom funcionamento do sistema cardiovascular", conta Larissa Marin. Além disso, ele pode ser usado também para aplicar na pele. Isso mesmo! Ele têm as mesmas (e até mais) propriedades que os óleos e cremes hidratantes de aplicação exclusivamente tópica.

Óleo de macadâmia

Óleo de macadâmia - foto: Getty Images
Óleo de macadâmia - foto: Getty Images

Ótima opção contra o envelhecimento, o óleo de macadâmia contém grande quantidade de ômega-9 e ômega-7, que fazem parte da composição natural da pele, mas diminuem conforme a idade avança. Esse tipo de óleo repõe essa substância perdida pelo organismo e proporciona um aspecto mais jovial ao rosto, podendo ser aplicado topicamente. Ele também auxilia no controle do triglicérides e da glicemia do sangue.

Óleo de abóbora

Garrafa pequena com óleo de cor verde escura - foto: Getty Images
Garrafa pequena com óleo de cor verde escura - foto: Getty Images

O óleo derivado da abóbora é fonte de ômega-6, ômega-9 e vitamina E. Estudos recentes demonstram que ele pode ser utilizado na prevenção de câncer de mama e próstata, já que é rico em beta sitosterol. Para render mais, a nutricionista Larissa dá a dica: misture o óleo ao azeite convencional - o produto vai durar mais!

7 alimentos com vitamina D

 

7 alimentos com vitamina D

Além do sol, opções como ovos, sardinha e iogurte enriquecem seu consumo

vitamina D, conta a nutricionista Débora Almeida da Silva, ajuda no combate à hipertensão, no controle de peso e na prevenção da osteoporose, já que é fundamental para a manutenção do metabolismo do cálcio e, logo, no desenvolvimento ósseo.

A nutricionista Astrid Pfeiffer lembra também que ela tem importante papel no funcionamento adequado da tireoide e na secreção de insulina pelo pâncreas. "No sistema imune, ela é responsável por aumentar a funcionalidade das células Natural Killer (NK), responsáveis por destruir os invasores do sistema imunológico", adiciona a nutricionista Adriana Fanaro Oliveira.

A principal fonte dessa vitamina é a luz solar, que estimula a produção da vitamina por nossa pele. A nutricionista Priscilla Baracat ensina que 10 a 15 minutos de contato com a luz do sol, de duas a três vezes por semana, evitando a exposição entre as 10h e 16h, já são suficientes.

Confira abaixo alguns alimentos que possuem vitamina D, de acordo com a USDA National Nutrient Database for Standard Reference, e alguns conselhos de consumo:

Sardinha e atum em lata

Prática, a sardinha e o atum enlatado são uma das principais fontes de vitamina D vindas da alimentação, contando com, 4,8 mcg e 6,7 mcg a cada 100g, respectivamente.

Para aproveitar esses benefícios de forma saborosa, a nutricionista Ana Flor Picolo sugere usá-los no preparo de tortas, saladas, farofas e sanduíches.

Fígado de boi

Embora essa parte do boi não seja apreciada por alguns, é fonte de vitamina D, apresentando 0,8 mcg a cada bife de, aproximadamente, 68g.

A nutricionista Ana Flor Picolo aconselha que o bife seja consumido grelhado ou cozido, já que frito agregará mais gorduras.

Ovos

Esse alimento é rico em vitamina D, contando com 1,1 mcg a cada unidade grande. Para aproveitar ao máximo os nutrientes, a nutricionista Ana Flor Picolo recomenda o consumo do ovo fresco - o famoso ovo caipira -, que costumam ter uma maior quantidade de nutrientes devido à forma de criação das galinhas. Mas sem frituras: prefira ovos mexidos ou cozidos.

Queijo cheddar

Esse tipo de complementa a sua dieta quando o assunto é vitamina D. Cada 100g tem 0,6 mcg do nutriente. No entanto, com o processo industrial, é inevitável que ele perca parte de suas propriedades, como acontece com aquelas bisnagas prontas para o uso em lanches.

Por isso, prefira os que passaram pelo menor processo de industrialização, como queijos cheddar artesanais, vendidos em rotisserias.

Manteiga

Melhor amiga do pãozinho, a manteiga é uma das opções para aprimorar seu consumo de vitamina D diária. 100g de manteiga tem 1,5 mcg. Mas, atenção: o tão querido pão na chapa não é o modo de preparo mais saudável, já que, quando aquecidas, as gorduras ficam saturadas.

O processo de aquecimento também compromete as vitaminas. Por isso, prefira consumi-lo fresco, junto a um pão integral, já que as fibras melhoram a absorção de nutrientes.

Iogurte

Além de ser uma delícia, o iogurte dá aquela forcinha na ingestão de vitamina D diária - a versão desnatada conta com 0,1 mcg a cada 100g. A nutricionista Ana Flor Picolo lembra que ele vai muito bem com frutas, em molhos de salada ou em vitaminas com grãos integrais (como gergelim e aveia).

O preparo de bolos e tortas com iogurte, alerta ela, deve ser evitado, já que o valor calórico do bolo é maior do que de outros preparos, como os já citados.

Óleo de fígado de bacalhau

Para turbinar o consumo de vitamina D, cápsulas de oléo de fígado de bacalhau são ótima opção, já que concentram grandes quantidades da vitamina.

Para que se tenha noção, 100g de óleo de fígado de bacalhau tem 250 mcg de vitamina D. É de costume ingeri-la com água durante as refeições.