quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Desafios da industrialização brasileira

 

 
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Carta Capital

 

Direita que pediu frente ampla na Câmara ‘roeu a corda’, diz presidente do PSOL

'Alianças com a velha direita, mesmo pontuais, podem falhar por sua incapacidade de manter compromissos', afirma Juliano Medeiros

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POLÍTICA

Investigada por fake news, Bia Kicis assumirá a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara

A CCJ analisa, entre outros temas, os aspectos constitucional, legal, jurídico, regimental e de técnica legislativa de projetos

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SOCIEDADE

Moro perde força nas redes sociais; 90% das interações são negativas

Vaza Jato implodiu a base de sustentação que em outros tempos fez a glória do ex-juiz

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SAÚDE

Imperial College: Covid-19 no Brasil segue fora de controle

Taxa de transmissão da doença no País é de 1,03; 100 pessoas contaminadas infectam outras 103

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POLÍTICA

Prisão de Lula foi para tirá-lo da eleição, diz líder do governo Bolsonaro

Para Ricardo Barros, conversas do Intercept da Lava-Jato não podem desaparecer

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O impeachment de Bolsonaro ainda é possível?

O senador Randolfe Rodrigues responde e comenta como deve ser a atuação da oposição

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Lira escolhe Bia Kicis para a CCJ e revolta parlamentares

 

Lira escolhe Bia Kicis para a CCJ e revolta parlamentares

"É inaceitável que uma parlamentar que prolifera fake news, que desrespeita e debocha das normas de combate à Covid-19, sente na cadeira de presidente da CCJ", protestou a deputada Jandira Feghalli, do PCdoB. ""O lugar de Bia Kicis não é na CCJ, é no Conselho de Ética", enfatizou o deputado do PSOL, Marcelo Freixo. São intensas as críticas à indicação da deputada federal bolsonarista Bia Kicis (PSL) para o comando da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

Bia Kicis
Bia Kicis (Foto: Reprodução (TV Câmara))
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247 - "É inaceitável que uma parlamentar que prolifera fake news, que desrespeita e debocha das normas de combate à Covid-19, que trabalha contra a democracia, SENTE NA CADEIRA DE PRESIDENTE DA CCJ!!!!!!!!!" - protestou Jandira Feghalli (PCdoB) pelo Twitter, diante da indicação da bolsonarista Bia Kicis para o comando da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

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O deputado do PSOL Marcelo Freixo foi na mesma linha, também no Twitter:  "O lugar de Bia Kicis não é na CCJ, é no Conselho de Ética, sendo alvo de um processo de cassação por quebra de decoro por usar o cargo de deputada para sabotar o combate à pandemia, pedir intervenção militar e disseminar fake news", escreveu.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) é a mais importante da Câmara. É a CCJ que analisa a legalidade de projetos de lei, de propostas de emenda à Constituição, podendo até mesmo segurar denúncias por lacunas jurídicas e barrar o andamento de cassações de parlamentares e processos de impeachment.

Renan Calheiros diz que destino de Moro e Dallagnol é a cadeia

Renan Calheiros diz que destino de Moro e Dallagnol é a cadeia 3 de fevereiro de 2021, 20:26 247 - O senador Renan Calheiros (MDB) aproveitou as últimas informações da Vaza Jato, mostrando crimes da Lava Jato, para defender que o destino de Sergio Moro e Deltan Dallagnol “é a cadeia”. Ambos eram parte da Operação Lava Jato: Moro era o juiz e Dallagnol o chefe da força-tarefa. As mensagens recentemente vazadas comprovaram, novamente, os diversos crimes da Lava Jato, pilar fundamental do golpe, que Renan apoiou ao votar pelo impeachment de Dilma Rousseff. Segundo ele, em publicação no Twitter, nesta quarta-feira, 3, “Moro se agarra à única bóia: negar obsessivamente o que agora está provado pelo STF”. “Quer se fazer de doido”, disse. O senador ainda afirmou que “alucinações e delírios são sintomas de psicoses'. Só que ele e Deltan Dallagnol estavam bem lúcidos quando cometeram seus crimes”. “O destino de ambos é a cadeia”, reforçou.

Bolsonaro é chamado de 'genocida' e 'fascista' no Congresso, e responde: 'Nos encontramos em 22'

Yahoo NotíciasYahoo Notícias Bolsonaro é chamado de 'genocida' e 'fascista' no Congresso, e responde: 'Nos encontramos em 22' Redação Notícias Atualizado qua., 3 de fevereiro de 2021 6:22 PM·3 minuto de leitura O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi hostilizado na tarde desta quarta-feira (3), ao participar da solenidade de abertura dos trabalhos legislativos de 2021. Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar Siga o Yahoo Notícias no Google News Assine agora a newsletter Yahoo em 3 Minutos Siga o Yahoo Notícias no Instagram Ele foi chamado por parlamentares da oposição de "fascista" e "genocida". Em resposta, aliados puxaram coro de "mito". Foi necessária a intervenção do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), para acalmar os ânimos. "Vamos dar uma oportunidade à pacificação deste país, uma delas é que respeitando a manifestação de pensamento possamos respeitar as instituições deste país. Vamos dar mais uma oportunidade para que possamos iniciar uma nova fase de consenso, de respeito à divergência", disse Pacheco. Antes de começar seu discurso, que foi lido, Bolsonaro lembrou que foi por 28 anos deputado, mas que nunca desrespeitou autoridades que ali estiveram. “Primeiramente, é uma satisfação enorme voltar a esta Casa na qual eu fiquei por 28 anos. Muitos debates entre nós, muitas ideias divergentes, mas sempre o respeito a qualquer autoridade que porventura estivesse presente nesse momento”, declarou o presidente, sendo aplaudido por parlamentares aliados. Após mais uma manifestação contrária no plenário, Bolsonaro deu o recado em referência ao ano das próximas eleições presidenciais: "Nos encontramos em 22", em alusão ao ano da próxima eleição presidencial. Foi a primeira vez que Bolsonaro foi ao Congresso pessoalmente levar a mensagem desde que assumiu a Presidência da República. Leia também: Biden promete "desfazer a vergonha" da separação de famílias da era Trump STF vê risco de impasse sobre situação de Lira em linha sucessória da Presidência Volta às aulas: momento de redobrar cuidados com as questões emocionais Nos anos anteriores, Bolsonaro enviou o então ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para fazer a leitura da mensagem. Em 2019, o presidente não compareceu porque se recuperava de uma cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal. No ano passado, recuperava-se de uma vasectomia. O texto preparado na mensagem foi acrescido de alguns improvisos, como na parte em que ele disse que, em 2021, prosseguiria "trabalhando em prol do povo brasileiro, de nossos princípios, de nossos valores, de nossa democracia" e acrescentou a "liberdade" dentro os seus objetivos. Ele também fez outra provocação a integrantes da oposição ao dizer que fez mais do que outras gestões fizeram durante 14 anos — período em que o PT ficou no poder. Ele apontou, ainda, que o seu governo nunca propôs a democratização da mídia e jamais fará isso, em referência a proposição aventada em governos petistas. A pandemia da Covid-19 foi citada diversas vezes ao longo do discurso, e surgiu logo na segunda frase da mensagem: “Indiscutivelmente, o ano de 2020 surpreendeu todo o planeta com a pandemia do novo coronavírus. Inesperados e enormes desafios apresentaram-se à realidade brasileira, afetando a vida de milhões de pessoas. Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e toda a sociedade foram fortemente impactados pela crise sanitária mundial”, declarou. Ele ainda insistiu na defesa da proteção simultânea da saúde e da economia, que desde o início da pandemia, em março do ano passado, têm embasado sua atuação contrária a medidas de isolamento social e de fechamento do comércio, por exemplo. “Com incertezas de toda ordem e um cenário totalmente desconhecido, o governo federal adotou duas premissas básicas: salvar vidas e proteger empregos”, declarou, lembrando em seguida da implantação do auxílio emergencial e de outros programas federais. Bolsonaro proveitou para citar a visita, ocorrida horas antes, do presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, e convidar parlamentares para comparecerem ao encontro com os quatro chefes de Estado do Mercosul, previsto para março. da Folhapress

Biden recebe dossiê pedindo que EUA cortem relações com governo Bolsonaro

Biden recebe dossiê pedindo que EUA cortem relações com governo Bolsonaro 3 de fevereiro de 2021, 19:03 247 - O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden (Democrata), recebeu um dossiê pedindo o fim de acordos, negociações e alianças com o governo de Jair Bolsonaro. Segundo a BBC, que teve acesso, o documento diz que a aliança do ex-presidente Donald Trump com Bolsonaro colocou o Brasil como parceiro não confiável “na luta pela proteção e expansão da democracia". "A relação especialmente próxima entre os dois presidentes foi um fator central na legitimação de Bolsonaro e suas tendências autoritárias", diz o texto. O dossiê defende que Biden acabe com importações de madeira, soja e carne do Brasil "a menos que se possa confirmar que as importações não estão vinculadas ao desmatamento ou abusos dos direitos humanos". O documento com mais de 30 páginas foi escrito por professores universitários e acadêmicos norte-americanos e diretores de ONGs como Greenpeace, Amazon Watch, Friends of the Earth e Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB); e a iniciativa é da U.S. Network for Democracy in Brazil.

Brasil dificulta chegada de vacinas aos países pobres, denunciam entidades .. -

Brasil dificulta chegada de vacinas aos países pobres, denunciam entidades 2.fev.2021 - Em Nova Déli e Pretória, mais de 200 entidades lançam campanha para pressionar Brasil a mudar postura sobre patentes de vacinas Imagem: Divulgação/Médicos Sem Fronteiras Jamil Chade Colunista do UOL 03/02/2021 12h31 Entidades nacionais e estrangeiras elevam a pressão contra o governo brasileiro diante da postura do país de rejeitar a quebra de patentes de vacinas contra a covid-19. Nesta semana, o tema voltará à agenda da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Genebra, num momento de acirrado debate sobre o abastecimento de vacinas no mundo. No Brasil, entidades do setor de saúde alertam ... - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2021/02/03/brasil-dificulta-chegada-de-vacinas-aos-paises-pobres-denunciam-entidades.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=coluna-jamil-chade&cmpid=copiaecola