sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Nós, mineiros, não podemos esquecer nunca todo o mal que Aécio fez ao povo de Minas


Nós, mineiros, não podemos esquecer nunca todo o mal que Aécio fez ao povo de Minas

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Por que não podemos esquecer os golpes de Aécio
Por Rogério Correia
No Viomundo
Aécio Neves voltou a falar em público, a dar entrevistas e, claro, a dar golpes, até em seus pares do PSDB.
Isso acontece porque é beneficiado pela já conhecida impunidade que existe a favor dos tucanos, em particular, e a favor dos membros da elite, no geral.
O Mineirinho da Odebrecht fala até em candidatar-se a retornar ao governo mineiro, dando de ombros ao fato de que foi pego em flagrante, com provas em áudio e vídeo, pedindo propina e até ameaçando de morte.
Quem não pode nunca dar de ombros é o povo mineiro, com relação à história de Aécio Neves. Trajetória lembrada até na mídia corporativa que sempre o defendeu, como lembra o jornalista Elio Gaspari, da Folha de S. Paulo: “Aécio é um coronel. Como senhor das Gerais, manteve a imprensa mineira sob uma pressão sem paralelo entre os grandes estados. Podendo, dava uma passadinha pelo circuito chique-brega de Paris”.
De golpe ele entende. Liderou o golpe contra a presidenta eleita pelo povo, e agora destitui da presidência de seu partido o seu colega Tasso Jereissati, que lhe ajudou a manter o mandato através da blindagem congressual.
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Novamente, parece não dar a mínima em ter se transformado no vilão maior do país, ao lado do ilegítimo Michel Temer (como demonstram todas as pesquisas).
Essas pessoas atuam assim, por trás do palco, nas coxias da política, atacando a democracia na esperança de que não estão sendo percebidos, como bem lembrou o também jornalista Fernando Brito, em seu ótimo blog Tijolaço:
“Não te finjas de leão, porque o que tu és é um rato, um rato que roeu a democracia brasileira quando não aceitou tua derrota e, no minuto seguinte, em lugar de se curvar à vontade do povo brasileiro, fostes tramar para derrubar o governo.”
Todo cuidado é pouco com essas pessoas. Por isso, é preciso sempre iluminar o que fazem. Em Minas, após anos controlando a mídia e o Judiciário, a magia aecista virou passado. Perdeu todas as eleições que disputou no estado nos últimos anos.
Mas continua impune, estimulando a desesperança dos brasileiros. Não a nossa.
Estaremos sempre na luta contra o senador que tanto mal faz ao povo mineiro.
Rogério Correia é deputado estadual (PT-MG)

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"Cana é o 28° estado da federação. O mais rico, que manda no Brasil"

"Cana é o 28° estado da federação. O mais rico, que manda no Brasil"

ECONOMIA
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"República Canavieira do Brasil" se estende por regiões fronteiriças entre os estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais
Por Rede Brasil Atual
A cultura da cana, que se espalha por regiões fronteiriças dos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, isenta de impostos, destruindo ecossistemas, sugando as águas do Aquífero Guarani, ganha contornos e já se configura como o 28º estado da federação.
A constatação é do professor Ângelo Cavalcante, professor de Economia na Universidade Estadual de Goiás e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia Humana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.
"Esse estado é real, tem organização econômica, política, social, tem enorme bancada política, elege prefeitos, vereadores. E não é só a cana. É a cana e toda uma rede de serviços, máquinas, implementos, defensivos, 5 milhões de trabalhadores e agrotóxicos", disse o pesquisador em entrevista a Marilu Cabañas, no Jornal Brasil Atual da manhã desta segunda-feira (13).
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"São agrotóxicos sendo despejados 24 horas por dia, porque é muita praga, é muito problema. A cana é o fordismo agrário, que disciplina não só o campo, mas cidades inteiras pelos seus investimentos. Uma atividade livre de impostos. Todos esses estados têm políticas de isenções de financiamento e de anistia", disse.
Além disso, conforme destacou, o governo Temer "ainda está liberando esse pessoal do pagamento de multas".
"São bilhões de reais em multas ambientais. Eles não vão pagar, mas alguém vai pagar. Eles acabaram com o Cerrado, como acabaram com a Mata Atlântica. Não é à toa que esse território está em cima do Aquífero Guarani: essa cultura da cana bebe essa água o tempo todo", disse.
Cavalcante lembrou ainda os ruralistas não apoiaram o golpe parlamentar que destituiu Dilma Rousseff (PT) por acaso. "Eles deram o golpe para modificar a Constituição, para fazer o que estão fazendo, para ficar isentos dos crimes ambientais e continuar avançando. Eles mudaram a Constituição, o código ambiental, que garantia um mínimo de resguardo. Eles são do estado com a maior organicidade política do Brasil. E somos governados por um oligopólio de canavieiros. O Brasil deveria se chamar República Canavieira do Brasil."

Por matéria falsa, "Veja" é condenada a indenizar família de Luiz Gushiken

Por matéria falsa, "Veja" é condenada a indenizar família de Luiz Gushiken

COTIDIANO
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Família do ex-ministro de Comunicações Luiz Gushiken receberá uma indenização no valor de R$ 100 mil
Por Rede Brasil Atual
A 3ª Turma do Turma do Superior Tribunal de Justiça manteve decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) obrigando a revista Veja a indenizarpor danos morais a família do ex-ministro das Comunicações Luiz Gushiken, morto em 2013. Segundo a Corte, antes de divulgar uma informação, a imprensa deve "verificar sua veracidade". Se não o fizer, deve indenizar quem se sentir ofendido pelas reportagens.
Segundo o processo, Veja publicou informações de que o banqueiro Daniel Dantas, estaria chantageando Gushiken e que as ameaças incluíam a divulgação de contas ilícitas no exterior em nome do ex-ministro do governo Lula. Luiz Gushiken não foi ouvido pela reportagem e, como se confirmou depois, tais contas nunca existiram.
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"A liberdade de informação deve sempre ser confrontada com a utilidade e o interesse público do seu conteúdo", definiu o colegiado, que seguiu o voto da relatora, ministra Nancy Andrighi. Segundo ela, o profissional jornalista "tem o dever de investigar os fatos que deseja publicar" e, portanto, foi correta a decisão do tribunal de origem de manter a condenação por danos morais – definida em R$ 100 mil.
A relatora afirma ainda que a condenação não significa cerceamento à liberdade de expressão, mas sim uma consequência jurídica da divulgação de informações falsas. Em sua defesa, Veja afirma que a reportagem "não comete qualquer ilegalidade nem ofende ninguém, apenas relata fatos".
Com informações do Brasil 247 e Consultor Jurídico (Conjur)

"Há elementos para cassar concessão da Globo", diz Damous

"Há elementos para cassar concessão da Globo", diz Damous

COTIDIANO
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Delator argentino afirma que emissora pagou propina para garantir direitos de transmissão da Copa de 2026 e 2030
Por Brasil 247
O deputado Wadih Damous (PT-RJ), que já presidiu a seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), ficou estarrecido com o segundo depoimento do delator Alejandro Burzaco, que acusou a Globo de se envolver num esquema para o pagamento de propinas de US$ 15 milhões – o equivalente a R$ 50 milhões – para garantir direitos de transmissão exclusivo das Copa do Mundo de 2026 e 2030.
"O delator argentino é muito melhor do que os brasileiros que têm aparecido na Lava Jato. Ele falou e trouxe elementos que comprovam o que disse", aponta o deputado.
Segundo Burzaco, que comandava a empresa Torneos y Competencias, ele foi orientado pela Globo a abrir uma subsidiária na Holanda. Em seguida, teria recebido recursos de uma empresa da família Marinho para pagar propina ao ex-dirigente argentino Julio Grondona, já falecido, numa conta suíça secreta no banco Julius Baer.
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"A Justiça agora só não rastreia a origem e o destino da propina se não quiser", diz Damous.
O deputado vai além e afirma que há elementos até para se propor a cassação da concessão da Rede Globo de Televisão. Isso porque o artigo 53 da Lei 4.117, que trata do setor, estabelece que "constitui abuso, no exercício de liberdade da radiodifusão, o emprego desse meio de comunicação para a prática de crime ou contravenção". Ou seja: se for confirmada a prática de crime, a empresa pode perder a concessão.
Damous diz ainda que o episódio demonstra que a Operação Lava Jato passa longe da grande corrupção – ou daquilo que o deputado chama de "Roubo com "r" maiúsculo". E não o faz, segundo ele, de forma deliberada.
Ele afirma ainda que, ao corromper cartolas para se tornar monopolista no futebol, a Globo agride a democracia no Brasil, uma vez que amplia sua audiência, sua influência e seu poder de manipulação.
Em nota, a Globo negou o pagamento de propinas e disse que, após realizar uma investigação interna, a emissora concluiu pela própria inocência.

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Fonte: Caros Amigos