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quarta-feira, 7 de março de 2018
VÍDEO: Leda Nagle diz a Duvivier que Boulos “quer matar pessoas” e é “perigosíssimo”
VÍDEO: Leda Nagle diz a Duvivier que Boulos “quer matar pessoas” e é “perigosíssimo”. Sério
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VÍDEO: Jurista Bandeira de Mello e a democracia de fachada no Brasil
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LULA: VOU LEVAR MINHA CANDIDATURA ATÉ AS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS
LULA: VOU LEVAR MINHA CANDIDATURA ATÉ AS ÚLTIMAS CONSEQUÊNCIAS

Reunido nesta tarde com representantes da CMP (Central de Movimentos Populares) em São Paulo, o ex-presidente Lula disse que estão tentando impedir a candidatura mais forte do campo da esquerda e que usará todos os recursos disponíveis para garantir sua postulação à Presidência; o encontro ocorreu durante o julgamento do STJ, que negou por unanimidade o habeas corpus preventivo para evitar a prisão de Lula
6 DE MARÇO DE 2018 ÀS 17:48 // INSCREVA-SE NA TV 247 

247 - O ex-presidente Lula afirmou nesta terça-feira 6 que estão tentando impedir a candidatura mais forte do campo da esquerda e que usará todos os recursos disponíveis para garantir sua postulação à Presidência.
AFRÂNIO JARDIM CRITICA DECISÃO DO STJ: AINDA DIZEM QUE ESTAMOS NO ESTADO DE DIREITO
AFRÂNIO JARDIM CRITICA DECISÃO DO STJ: AINDA DIZEM QUE ESTAMOS NO ESTADO DE DIREITO

O professor de Direito da Uerj Afrânio Silva Jardim criticou a decisão do STJ que negou habeas corpus ao ex-presidente Lula; "Na verdade, o Superior Tribunal de Justiça acabou de fingir que não percebeu que o Supremo Tribunal Federal fingiu que não existem as regras do artigo 283 do Cod.Proc.Penal e artigo 105 da Lei de Execução Penal. Assim, embora não declarados inconstitucionais ou revogados, estes artigos não existem para o ex-presidente Lula", disse ele; "Ainda dizem que estamos no Estado Democrático do Direito"
7 DE MARÇO DE 2018 ÀS 08:53 // INSCREVA-SE NA TV 247 

Por Afrânio Silva Jardim, em seu Facebook - VAMOS FINGIR QUE NÃO SABEMOS QUE ELES FINGEM QUE NÃO SABEM ...
CASO LULA. HABEAS CORPUS. S.T.J.
Na verdade, o Superior Tribunal de Justiça acabou de fingir que não percebeu que o Supremo Tribunal Federal fingiu que não existem as regras do artigo 283 do Cod.Proc.Penal e artigo 105 da Lei de Execução Penal.
Assim, embora não declarados inconstitucionais ou revogados, estes artigos não existem para o ex-presidente Lula !!!
"Artigo. 283. Ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória TRANSITADA EM JULGADO, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva. (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011)"
“Artigo 105. TRANSITANDO EM JULGADO a sentença que aplicar pena privativa de liberdade, se o réu estiver ou vier a ser preso, o Juiz ordenará a expedição de guia de recolhimento para a execução.”
Ainda dizem que estamos no Estado Democrático do Direito. Até nisto a Constituição da República não é respeitada.
Afranio Silva Jardim, professor associado de Direito Processual Penal da Uerj. Mestre e Livre-Docente em Direito Proc.Penal pela Uerj.
STJ amarela e empurra caso Lula ao STF ESSE É O JUDICIÁRIO BRASILEIRO!!!!!!
O julgamento, na segunda semana de março de 2018, do pedido de Habeas Corpus do ex-presidente Lula ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) só comprova, historicamente, que a Justiça brasileira está de quatro, acovardada diante de uma sociedade dividida entre o linchamento e a eleição como presidente do maior líder político da história do país.
No mesmo dia em que mais uma pesquisa mostra que Lula continua se fortalecendo politicamente enquanto o Judiciário faz hora extra para condená-lo, o STJ nega o pedido de Habeas Corpus sob o argumento de que só o Supremo pode mudar a jurisprudência formada em 2016 de que após condenação em segunda instância o réu pode começar a cumprir pena.
Por que o Maranhão consegue pagar o maior piso salarial do País a professores? EXEMPLO A SER SEGUIDO!
Por que o Maranhão consegue pagar o maior piso salarial do País a professores?
Com o reajuste de 6,81%, os professores terão como salário inicial 5,750 mil para atuação 40 horas
ANA LUIZA BASILIO
O Estado do Maranhão anunciou no início do mês o novo piso salarial para os professores da rede pública, com reajuste de 6,81 %. A correção segue a indicada nacionalmente pelo Ministério da Educação para a categoria, com a diferença que, o valor pago pelo Estado, será cerca de duas vezes maior que o piso nacional, que passa a 2,455 mil este ano. Com a resolução, os professores de 40 horas no Maranhão terão como salário inicial o valor de 5,750 mil; os de 20 horas, valor proporcional.
O reajuste faz com que o Estado pratique o piso salarial mais alto do País. Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) que tem como base dezembro de 2016 aponta que oito Estados não cumpriam o piso referente ao início de carreira. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Maranhão (Sinproesemma), o reajuste será incluído inicialmente em duas parcelas a serem pagas nos vencimentos de março e junho.
A economia brasileira cresceu 1% em 2017. Os dados do Maranhão ainda não foram divulgados, mas projeções indicam que o PIB do Estado deve crescer 3,1%.
Em entrevista à Carta Educação, o secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, afirma que o reajuste é fruto de uma decisão política feita a partir da priorização da pasta de educação. “Como o Flávio Dino também é professor, a política educacional é muito forte em seu governo. E há o entendimento de que a valorização salarial não pode estar descolada das ações de investimento”. Confira a entrevista.
Carta Educação: Em um contexto de crise, como o Maranhão consegue elevar o piso dos professores?
Felipe Camarão: Foi uma decisão política muito importante que o governador teve. Como ele também é professor, a política educacional é algo muito forte em seu governo. Temos trabalhado muito fortemente na infraestrutura das escolas, com construção de novas unidades e reforma de outras, promovendo formação e capacitação de professores e a valorização financeira não poderia estar dissociada disso. Por isso, se definiu a pasta como prioridade. Faremos um investimento de 115 milhões de reais este ano, chegando ao maior salário da categoria e dando continuidade à política que já praticávamos o ano passado.
Felipe Camarão: Foi uma decisão política muito importante que o governador teve. Como ele também é professor, a política educacional é algo muito forte em seu governo. Temos trabalhado muito fortemente na infraestrutura das escolas, com construção de novas unidades e reforma de outras, promovendo formação e capacitação de professores e a valorização financeira não poderia estar dissociada disso. Por isso, se definiu a pasta como prioridade. Faremos um investimento de 115 milhões de reais este ano, chegando ao maior salário da categoria e dando continuidade à política que já praticávamos o ano passado.
CE: O reajuste será aplicado a quantos professores?
FC: O reajuste será aplicado para os 31,5 mil professores da rede, sendo 26,5 mil efetivos em atividade, 5 mil temporários e 15 mil inativos, os aposentados.
FC: O reajuste será aplicado para os 31,5 mil professores da rede, sendo 26,5 mil efetivos em atividade, 5 mil temporários e 15 mil inativos, os aposentados.
CE: Como o reajuste de 6,81% é composto dentro do orçamento do Estado?
FC: Para chegar ao valor, o Estado tem que fazer a complementação de 20% de sua receita, já que o valor do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é insuficiente. Gastamos 100 por cento do fundo, mais esse acréscimo. O ano passado a complementação para a folha de pagamento foi de mais de 127 milhões de reais. Esse ano, tivemos um reajuste do Fundeb, ainda incipiente, então se mantem a lógica de complementação pelo Estado.
FC: Para chegar ao valor, o Estado tem que fazer a complementação de 20% de sua receita, já que o valor do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é insuficiente. Gastamos 100 por cento do fundo, mais esse acréscimo. O ano passado a complementação para a folha de pagamento foi de mais de 127 milhões de reais. Esse ano, tivemos um reajuste do Fundeb, ainda incipiente, então se mantem a lógica de complementação pelo Estado.
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CE: O reajuste é o mesmo anunciado pelo Ministério da Educação para o piso salarial dos professores este ano. No entanto, o piso foi para R$ 2.455,35, sendo o valor pago pelo Maranhão cerca de 2 vezes maior…
FC: Aqui no Maranhão todos os professores recebem acima do piso. Somados os vencimentos mais a gratificação de magistério, temos o valor de 5,750 mil para os professores 40 horas e 2,8 mil para os de 20 horas. Mesmo nessa categoria de 20 horas estamos acima do piso nacional. Esse valor ainda é acrescido caso o professor tenha especialização, mestrado e doutorado e é modificado no caso das escolas de tempo integral, que pedem dedicação exclusiva. Nessa dinâmica, os professores 20 horas dobram a carga horária e os de 40 horas recebem adicional de 25%.
FC: Aqui no Maranhão todos os professores recebem acima do piso. Somados os vencimentos mais a gratificação de magistério, temos o valor de 5,750 mil para os professores 40 horas e 2,8 mil para os de 20 horas. Mesmo nessa categoria de 20 horas estamos acima do piso nacional. Esse valor ainda é acrescido caso o professor tenha especialização, mestrado e doutorado e é modificado no caso das escolas de tempo integral, que pedem dedicação exclusiva. Nessa dinâmica, os professores 20 horas dobram a carga horária e os de 40 horas recebem adicional de 25%.
A educação é a grande aposta do governador aqui no Estado, justamente por estarmos atrasados em relação a outras unidades no que se refere à qualidade da aprendizagem e os índices educacionais, como o Ideb. Pernambuco e Ceará, por exemplo, têm índices muito melhores que o nosso, que foi de 3,1 no último levantamento. Isso ocorre porque há anos investem em infraestrutura escolar, no ensino de tempo integral e valorização de professores. Precisamos correr atrás do prejuízo e estamos nesse momento com o governador Flávio Dino, com a aplicação do maior investimento na história do Estado.
CE: Quais os principais desafios educacionais do Maranhão?
FC: Além da baixa avaliação da aprendizagem, precisamos enfrentar questões de fluxo escolar, sobretudo as taxas de evasão escolar. Apostamos em um duplo caminho para a melhoria do Ideb. Primeiro, um trabalho com os estudantes que não têm familiaridade com a Prova Brasil, uma das ferramentas que subsidiam o cálculo e com o próprio Enem. Realizamos simulados, aulas de reforço e investimos em capacitação aos professores de Língua Portuguesa e Matemática. Na questão da evasão, temos apoiado a questão da merenda e do transporte escolar, buscado envolver as famílias em nosso modelo pedagógico, construído e reformado algumas unidades. O foco não é só o Ideb, é manter o aluno na escola, com nível de qualidade, e consolidar uma política educacional estruturada.
FC: Além da baixa avaliação da aprendizagem, precisamos enfrentar questões de fluxo escolar, sobretudo as taxas de evasão escolar. Apostamos em um duplo caminho para a melhoria do Ideb. Primeiro, um trabalho com os estudantes que não têm familiaridade com a Prova Brasil, uma das ferramentas que subsidiam o cálculo e com o próprio Enem. Realizamos simulados, aulas de reforço e investimos em capacitação aos professores de Língua Portuguesa e Matemática. Na questão da evasão, temos apoiado a questão da merenda e do transporte escolar, buscado envolver as famílias em nosso modelo pedagógico, construído e reformado algumas unidades. O foco não é só o Ideb, é manter o aluno na escola, com nível de qualidade, e consolidar uma política educacional estruturada.
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