sexta-feira, 19 de julho de 2019

Cuba imersa em levantar sua economia, apesar do bloqueio criminoso dos Estados Unidos

Cuba imersa em levantar sua economia, apesar do bloqueio criminoso dos Estados Unidos

O ministro de Economia e Planejamento, Alejandro Gil, citou entre outras medidas potenciar a produção nacional, diversificar e incrementar as exportações

As recentes medidas anunciadas pelo governo cubano, entre elas o incremento salarial do funcionalismo estatal, formam parte de um programa para impulsionar a economia nacional, afetada em grande medida pelo bloqueio dos Estados Unidos.    
Desde sua chegada à presidência em abril de 2018, o mandatário Miguel Díaz-Canel ratificou como as principais linhas de sua administração a defesa do país e seu avanço no desenvolvimento econômico-social.
Embora o assédio constante dos Estados Unidos às negociações da ilha com outros países, multas a bancos e sanções econômicas sejam um obstáculo para o empenho de Cuba em materializar seu progresso, tais fórmulas não ofuscam a visão de um futuro melhor.
Após anunciadas as medidas econômicas, o chefe de Estado compareceu juntamente com membros do Conselho de Ministros ao programa televisivo Mesa Redonda.
Ali, disse que com esse aumento Cuba começava a romper a inércia em uma relação entre o trabalho e a remuneração em um setor que brinda serviços muito demandados pela cidadania. 
De acordo com Díaz-Canel essa decisão é apenas o início de outras que virão, como a reforma salarial, a adoção de uma política de preços mais coerente e a unificação monetária e cambiária.
Recordou que essas disposições se materializarão apesar dos recrudescimento do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba há quase seis décadas. 
O mandatário instou a trabalhar por aquelas coisas que fazem bem ao país, a fim de avançar para o desenvolvimento econômico e o bem-estar da população. Isso tem que ver com convicções e compromissos de atores sociais e econômicos, e também com o âmbito do trabalho por conta própria, afirmou Díaz-Canel.
Também apelou a lutar contra comportamentos que não sejam emancipadores e a trabalhar em favor da ética que deve ser distintiva da sociedade cubana.
Ilustración: Osval
Economia de Cuba tem sido afetada em grande medida pelo bloqueio dos Estados Unidos.
Por sua parte, o ministro de Economia e Planejamento, Alejandro Gil, citou entre outras medidas potenciar a produção nacional, diversificar e incrementar as exportações, substituir importações, fomentar os encadeamentos produtivos, potenciar a empresa estatal e avançar na soberania alimentar. 
Estas ações não são estáticas, irão sendo modificadas segundo as circunstâncias com o fim de elevar o nível de vida da população, acrescentou Gil. 
Segundo o titular, o Governo busca cumprir a política aprovada sobre a construção de moradias e utilizar a ciência em função dos problemas da economia. 
Além disso, informou que está sendo estudado o uso da criptomoeda, pois se quer fortalecer a empresa estatal e desenvolver uma instituição que respalde o financiamento produtivo. 
Precisou que é preciso avançar no desenvolvimento de fontes de energia renováveis e reiterou a importância do turismo para Cuba, porque é um setor dinamizador da economia nacional. 
A critério da ministra de Trabalho e Segurança Social, Margarita González, o incremento salarial ao funcionalismo é significativo, embora tenha dito que não se trata de uma solução definitiva. 
González comunicou que a medida tem entre seus objetivos o reconhecimento dos trabalhadores da saúde, educação, pesquisa, imprensa, cultura, o setor artístico, juízes, promotores, governos locais e organismos da administração central do Estado, entre outros. 
Nesse sentido, detalhou que em data próxima vai ser implementada uma escala salarial com o mínimo de 400 pesos e o máximo de três mil pesos, que impactará de maneira positiva a mais de dois milhões e 700 mil cubanos, entre trabalhadores e aposentados. 
A esse respeito, pontuou que em torno de um milhão e 500 mil aposentados e pensionistas receberão aumento em seus emolumentos. 
Todos os trabalhadores do setor público terão incrementos, e isso inclui a funcionários administrativos, de serviços, quadros de direção, trabalhadores das organizações políticas e de massas, e da defesa e ordem interna, enfatizou. 
Ao falar dessa disposição, a ministra de Finanças e Preços, Meisi Bolaños, considerou que o princípio de redistribuição da riqueza, que caracteriza o socialismo, é a fonte principal do aumento salarial. 
De acordo com Bolaños, os recursos para financiar a medida proverão do orçamento aprovado para este ano, sob o princípio da redistribuição.
Também agregou que é pertinente ir em direção a uma maior produção com melhores rendimentos e por essa via ampliar as ofertas de serviços que vão gerar mais recursos ao orçamento estatal. 

*Jornalista da Redação Nacional de Prensa Latina.

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Marco Aurélio desabafa e diz esperar que Moro não seja ministro do STF

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“Eu espero que ele não ocupe a cadeira que deixarei em 2021”, disse o ministro do Supremo Tribuinal Federal, Marco Aurélio Mello. Ele lembrou ainda que “Ministério Público no processo é parte e tem que ser tratado como tal”
247 – O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, quebrou o silêncio em relação à atuação do ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça. Ele diz que continua a “indagar o que nós estaríamos a dizer se [Moro] tivesse mantido essa espécie de diálogo com a outra parte [a defesa dos réus]”. “Ministério Público no processo é parte e tem que ser tratado como tal”, afirma. “Eu espero que ele não ocupe a cadeira que deixarei em 2021”, aponta a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
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"Marco Aurélio deixará o Supremo após Celso de Mello. É dele, portanto, a segunda vaga na corte para a qual Jair Bolsonaro escolherá um substituto. O ministro, que já havia dito que Moro não é 'vocacionado' à magistratura, reiterou a crítica. Para ele, com a divulgação dos diálogos entre o ex-juiz e procuradores, 'a máscara caiu'”, escreve ainda a jornalista Daniela Lima, editora do Painel.

A destruição da Previdência

https://www.facebook.com/lindbergh.farias/videos/2503599536586503/?t=155

Lula leva título de ‘Campeão Mundial na Luta Contra Fome’ pela ONU

10/05/2010 11h34 - Atualizado em 10/05/2010 13h09

Lula leva título de ‘Campeão Mundial na Luta Contra Fome’ pela ONU

Brasil sedia nesta segunda Dialogo Brasil-África sobre segurança alimentar. 
Já receberam o mesmo prêmio Ban Ki-moon e Kofi Annan. 

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília
Presidente Lula é condecorado pela ONU com o título de 'Campeão Mundial na Luta Contra a Fome', no Palácio ItamaratyO presidente Luiz Inácio Lula da Silva é
condecorado pela ONU com o título de 'Campeão
Mundial na Luta Contra a Fome',no Palácio
Itamaraty (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condecorado nesta segunda-feira (10) pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o título de “Campeão Mundial na Luta Contra a Fome”. O Brasil sedia nesta manhã o Diálogo Brasil-África sobre segurança alimentar, com a participação de ministros da Agricultura de países africanos e representantes da ONU.
“Lula, você deu o que há de mais importante ao povo: esperança. O Brasil alcançou todos os objetivos do milênio. (...)”, disse a diretora-executiva do Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA), Josette Sheeram, antes de entregar o prêmio ao presidente. Em seu discurso, ela citou programas do governo Lula, como o Fome Zero, e destacou que a luta contra a fome pode gerar crescimento econômico.
“Programas de combate à fome são um bom negócio, criam empregos e crescimento econômico. O Brasil demonstrou ao mundo que lutar contra a fome tem um significado econômico. O Fome Zero custa menos de 2% do orçamento nacional. Além disso, a luta contra a fome tem um sentido político positivo”, disse Sheeram.
A distinção “Campeão Mundial na Luta Contra a Fome” do PMA é entregue anualmente a lideranças que se destacam em combater a falta de alimentos no mundo. Entre os ganhadores anteriores do prêmio estão Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU e Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial.
Na abertura do Diálogo Brasil-África sobre segurança alimentar, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, defendeu a atual política externa brasileira, que valoriza as relações com países africanos. “Tenho certeza que a cooperação entre o Brasil e a África nos tornará mais fortes e capazes de combater distorções”.