sábado, 31 de agosto de 2019
Lula coloca em dúvida "facada" em Bolsonaro e diz que ele só é presidente por uma fraude eleitoral
Lula coloca em dúvida "facada" em Bolsonaro e diz que ele só é presidente por uma fraude eleitoral
"Você garante a mim o direito da dúvida? Veja, eu tenho suspeitas (de que não ocorreu). Agora, se aconteceu, aconteceu", disse o ex-presidente Lula, em entrevista à BBC. Lula também deixou claro que Bolsonaro não foi propriamente uma escolha do povo brasileiro. "O Bolsonaro foi eleito porque esse que vos fala foi impedido de ser candidato", afirmou

247 – Em entrevista concedida à BBC, o ex-presidente Lula falou sobre a Lava Jato, a conjuntura política nacional, a crise na Amazônia e também sobre temas como a "facada" em Jair Bolsonaro na disputa presidencial de 2018. O que está acontecendo agora, uma parte das queimadas, é proposital. Já saiu na imprensa que o Ministério Público do Pará avisou ao Ibama com três dias de antecedência que por zap (WhatsApp) os fazendeiros estavam preparando o Dia do Fogo. E não foi tomada nenhuma atitude. Eu queria te lembrar uma coisa, pega os discursos do Bolsonaro e do governo dele, eles acham que têm que acabar com terra indígena, acabar com terra de quilombo, que tem que acabar com reserva (florestal). É um absurdo", disse ele, sobre a Amazônia.
Governo Bolsonaro intensifica ataque a direitos trabalhistas
Governo Bolsonaro intensifica ataque a direitos trabalhistas
O governo Jair Bolsonaro criou um grupo de trabalho com ministros, desembargadores e juízes para propor nova rodada de mudanças nas leis trabalhistas, informa a Folha de S.Paulo

247 - O governo Jair Bolsonaro criou um grupo de trabalho com ministros, desembargadores e juízes para propor nova rodada de mudanças nas leis trabalhistas, informa a Folha de S.Paulo.
PUBLICIDADE
Um grupo de trabalho será instalado nesta sexta-feira (30), em São Paulo, por iniciativa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que integra o Ministério da Economia, de Paulo Guedes.
O governo vai alterar normas de segurança e saúde no trabalho e promover novas mudanças na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), numa nova etapa da reforma trabalhista feita pelo governo Temer.
Nesta nova etapa, o governo diz que vai realizar a “modernização das relações trabalhistas”, retomando pontos que não foram incorporados na lei recentemente aprovada da chamada liberdade econômica.
A intenção do governo Bolsonaro é finalizar a reforma trabalhista de Temer.
João Vaccari recebe indulto sobre pena de 24 anos
João Vaccari recebe indulto sobre pena de 24 anos
Entre as razões para a concessão do indulto, de acordo com a decisão, estão o cumprimento de 16.67% da pena e o não cometimento de falta grave nos últimos 12 meses. A liberdade de Vaccari, no entanto, depende ainda de outros processos, pelos quais há decisões de prisão preventiva
Atualizado em 29 de agosto de 2019, 18:12

247 - O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto recebeu indulto nesta quinta-feira 29 por decisão do juiz Ronaldo Sansone Guerra, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba (PR). O indulto é sobre a pena de 24 anos de prisão pela Lava Jato.
PUBLICIDADE
“Julgo procedente conceder o ao sentenciado, com fulcro no art. 192 da LEP e art. 1º, inc. I c.c. indulto art. 2°, § 1°, inciso I, do Decreto n.º 9.246/2017, e, de consequência, declaro extinta a punibilidade do sentenciado 9.246/2017 em relação à ação penal n°5013405-59.2016.4.04.7000, nos termos do disposto no artigo 107, II, do Código Penal”, decidiu o magistrado, fazendo referência ao indulto decidido por Michel Temer quando estava na presidência.
Entre as razões para a concessão do indulto, de acordo com a decisão, estão o não cometimento de falta grave durante os últimos 12 meses de cumprimento da pena e o cumprimento de 16.67% da pena.
A liberdade de Vaccari, no entanto, depende ainda de outros processos, pelos quais há decisões de prisão preventiva.
Confira a íntegra da decisão, publicada no Blog do Esmael.
Delegada da PF e agente ordenaram grampo clandestino na Lava Jato
Delegada da PF e agente ordenaram grampo clandestino na Lava Jato
A própria delegada, Daniele Gossenheimer Rodrigues, então chefe do NIP (Núcleo de Inteligência Policial) do Paraná, e o agente Dalmey Fernando Werlang, lotado no núcleo, admitiram o feito, que tinha como objetivo investigar funcionários da PF suspeitos de atuar contra a Lava Jato
Atualizado em 29 de agosto de 2019, 17:25

247 - Um grampo clandestino foi colocado na sede da Polícia Federal em Curitiba por determinação de uma delegada e de um agente da corporação sem autorização judicial. O ato serviu para investigar funcionários da PF suspeitos de atuar contra a Lava Jato.
PUBLICIDADE
A informação foi confirmada pelos próprios ordenadores da ação, a delegada Daniele Gossenheimer Rodrigues, então chefe do NIP (Núcleo de Inteligência Policial) do Paraná, superior hierárquica do agente Dalmey Fernando Werlang, lotado no núcleo.
Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, apenas o agente foi punido - e não pela instalação clandestina do equipamento, mas por ter informado “de forma imprópria” a outros policiais federais sobre o grampo.
Assinar:
Postagens (Atom)