domingo, 21 de fevereiro de 2021

“É hora da união”, diz Edinho Silva (PT) no primeiro dia de lockdown “total” em Araraquara (SP)

 

“É hora da união”, diz Edinho Silva (PT) no primeiro dia de lockdown “total” em Araraquara (SP)

Todas as atividades da cidade, com leitos para Covid superlotados e circulação da variante brasileira, ficarão paralisadas até a noite de terça-feira (23), com a exceção dos estabelecimentos de saúde

 
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lockdown “total” em Araraquara (SP) foi iniciado às 12h deste domingo (21). Na parte da manhã, ainda havia movimentação de carros nas ruas, ainda que a maior parte dos serviços, incluindo postos de combustíveis, já tivessem fechado as portas.

As novas medidas de restrição implantadas pelo prefeito Edinho Silva (PT) na cidade não tem precedentes no Brasil. Até mesmo supermercados estão proibidos de abrir e ninguém pode circular na rua, nem mesmo de carro, sem comprovação de que está se deslocando para atendimento médico ou para trabalhar em serviço essencial.

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Em postagem no Instagram logo no primeiro horário do início do lockdown, Edinho Silva falou sobre uma reunião realizada com prefeitos da região e representantes do governo do estado de São Paulo e disse que, neste momento, sem vacinação em massa, a única “saída” é o isolamento social.

“A vacinação precisa ser acelerada por parte do Governo Federal. Enquanto isso não ocorre, a única saída para frear a contaminação é o isolamento social. Quanto menos pessoas circulando, menos pessoas serão infectadas, o que reduzirá a sobrecarga sobre o sistema de saúde. É hora de união de todos nós”, declarou.

Lockdown total

O município do interior paulista, que já havia endurecido as regras de restrição no último final de semana, está no quinto dia consecutivo de 100% de lotação dos leitos hospitalares e já tem confirmação de 12 casos da variante brasileira do coronavírus, que pode estar contribuindo para a explosão dos casos de Covid-19.

O novo decreto de lockdown, que foi publicado no sábado (20), começou a valer das 12h deste domingo (21) e vai até até às 23h59 de terça-feira (23). Durante esse período, todas as atividades da cidade deverão ser paralisadas, incluindo o funcionamento de restaurantes e supermercados, e estará proibida a circulação de carros, ônibus e pessoas nas ruas. Somente poderão ficar abertos estabelecimentos de saúde e farmácias.

Mercados e restaurantes só poderão funcionar via delivery e as pessoas só estão autorizadas a sair de casa se for para atendimento médico ou para trabalhar em serviço essencial. Quem não apresentar atestado ou comprovação de necessidade, poderá ser multado em até R$6 mil.

“Estamos falando de um momento que as pessoas estão adoecendo e levando a doença para outras pessoas, estamos falando de um momento em que as pessoas estão precisando de leitos hospitalares e muitas de leitos de UTI, estamos falando de um momento que famílias estão chorando a morte de seus entes, que só nos podemos juntos podemos tirar Araraquara dessa situação”, afirmou o prefeito Edinho Silva em vídeo nas redes sociais.

O que funciona e não funciona no novo decreto (de 12h de domingo até 23h59 de terça-feira):

Supermercados: fechados (apenas delivery)

Bares e restaurantes: fechados (delivery proibido)

Farmácias: abertas

Unidades de saúde de urgência e emergência: abertas

Comércio: fechado

Setor de serviços: fechado

Indústrias: fechadas, com exceção daquelas em que a paralisação cause danos à estrutura, a equipamentos e máquinas, além de perda de insumos; neste caso, deverá operar com número reduzido de funcionários

Ônibus de transporte coletivo (Terminal de Integração): não circulam

Ônibus intermunicipais (Terminal Rodoviário): circulam

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Ivan Longo

Jornalista e repórter especial da Revista Fórum.

Militares de pijama, com saudades da ditadura, denunciam aliança do STF “com a esquerda”

 Militares de pijama, com saudades da ditadura, denunciam aliança do STF “com a esquerda”

Carlos Latuff
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Militares de pijama, com saudades da ditadura, denunciam aliança do STF “com a esquerda”


20/02/2021 - 21h40

NOTA DO CLUBE MILITAR

Sem entrar no mérito das palavras dirigidas aos integrantes do STF, pelo Deputado Daniel Silveira, colocamos aqui algumas reflexões:

1. Por que outros pronunciamentos semelhantes, porém ditos por políticos e jornalistas de centro esquerda não são tratados como crime?

2. Por que ameaças abertas contra a vida do Presidente da República não são também tratadas como crime inafiançável?

3. Por que a liberdade de expressão só se aplica a esses mesmos indivíduos de centro esquerda?

4. Por que esses supostos crimes praticados pelos apoiadores do Presidente recebem alta prioridade nas investigações, enquanto crimes cometidos por aliados ideológicos ou denúncias contra os próprios Ministros do STF ficam sem investigação ou aguardando a prescrição?

5. Por que o Ministro Marco Aurélio ameaçou os Deputados, dizendo que em caso de relaxamento da prisão do Deputado Daniel Silveira eles prestariam contas com o povo, nas urnas, em 2022? Quem informou ao ilustre ministro que a população apoia as arbitrariedades do STF?

6. Por que os ilustres Ministros do STF pensam que apoiar o Regime Militar que foi instaurado a partir de 1964 é crime quando uma grande parcela da população tem saudades daquela época? A Democracia que temos hoje no Brasil começou em 1964…

7. Por que os amparados pelo Poder Judiciário continuam sendo os criminosos já condenados? Esses, em sua grande maioria, enquanto puderem sustentar os melhores advogados, jamais cumprirão suas penas, podendo, inclusive, realizar passeios fora do Brasil, enquanto os que usam suas línguas para falar não podem nem sair de casa (os de direita, é claro).

8. Por que os equipamentos do Adelio e de seus aliados não são periciados?

9. Finalmente, para não citar outras dezenas de exemplos, o crime propalado pelo STF e seus aliados de esquerda é referente a ameaças verbais, ou, na realidade, é por ser o acusado apoiador daquele que foi eleito pelo povo para governar o Brasil?


Fonte: Viomundo

Partido policial-militar votou em massa para tirar Daniel Silveira da cadeia

 Partido policial-militar votou em massa para tirar Daniel Silveira da cadeia

Reprodução das redes sociais
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Partido policial-militar votou em massa para tirar Daniel Silveira da cadeia


20/02/2021 - 13h50

Da Redação

Generais, majores, capitães, coronéis e delegados votaram em massa para tirar o ex-cabo PM Daniel Silveira da cadeia, apesar de no passado terem jurado defender a Constituição e fazer cumprir a lei.

O bloco votou fechadíssimo, independentemente de partido, com apenas duas exceções: os delegados Marcelo e Waldir, ambos do PSL, respectivamente de Minas Gerais e Goiás.

Os outros 18 integrantes da bancada policial-militar que se identificam como tal votaram pela liberdade de Silveira, algumas vezes rompendo com a orientação da direção partidária.

Dentre os pastores evangélicos, só o Pastor Isidório, do Avante da Bahia, parece ter se importado com as ameaças e palavrões disparados por Silveira no vídeo em que fez ameaças a integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Todos os outros votaram pela liberdade do colega parlamentar.

O bolsonarismo se aglutinou em torno de muitas ideias que brotaram na Lava Jato, como a CPI da Lava Toga, que considera corruptos todos os juízes que não foram indicados por Jair Bolsonaro.

Desenvolveu ódio particular pelos ministros garantistas do STF, como Gilmar Mendes, acusado por Daniel Silveira de vender sentenças.

Obviamente, muitos deputados que votaram NÃO alegam que o fizeram em defesa da imunidade parlamentar, ou discordam do fato de que o STF abriu o inquérito das fake news por conta própria, sem ser provocado pelo Ministério Público, o que faz com que muitos juristas o considerem inconstitucional.

Outros acreditam que não houve flagrante, nem que os supostos crimes cometidos por Silveira sejam inafiançáveis.

De qualquer forma, impressiona como o bloco policial-militar votou maciçamente Não:

Adriana Ventura (NOVO-SP) – Não
Afonso Hamm (PP-RS) – Não
Alan Rick (DEM-AC) – Não
Alceu Moreira (MDB-RS) – Não
Alê Silva (PSL-MG) – Não
Alex Santana (PDT-BA) – Não
Alexis Fonteyne (NOVO-SP) – Não
Aline Sleutjes (PSL-PR) – Não
Aluisio Mendes (PSC-MA) – Não
Angela Amin (PP-SC) – Não
Bacelar (PODE-BA) – Não
Bia Kicis (PSL-DF) – Não
Bibo Nunes (PSL-RS) – Não
Boca Aberta (PROS-PR) – Não
Cap. Alberto Neto (REPUBLICANOS-AM) – Não
Cap. Fábio Abreu (PL-PI) – Não
Capitão Augusto (PL-SP) – Não
Capitão Wagner (PROS-CE) – Não
Carla Dickson (PROS-RN) – Não
Carla Zambelli (PSL-SP) – Não
Carlos Jordy (PSL-RJ) – Não
Caroline de Toni (PSL-SC) – Não
Charlles Evangelis (PSL-MG) – Não
Coronel Armando (PSL-SC) – Não
Coronel Tadeu (PSL-SP) – Não
Coronel Chrisóstomo (PSL-RO) – Não
Da Vitória (CIDADANIA-ES) – Não
Daniel Freitas (PSL-SC) – Não
Daniel Trzeciak (PSDB-RS) – Não
Danilo Forte (PSDB-CE) – Não
Danrlei (PSD-RS) – Não
Del Antônio Furtado (PSL-RJ) – Não
Del Éder Mauro (PSD-PA) – Não
Del Pablo (PSL-AM) – Não
Diego Garcia (PODE-PR) – Não
Dr. Frederico (PATRIOTA-MG) – Não
Dr. Jaziel (PL-CE) – Não
Dr. Luiz Ovando (PSL-MS) – Não
Dra. Soraya Manato (PSL-ES) – Não
Eduardo Costa (PTB-PA) – Não
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – Não
Eli Borges(SOLIDARIEDADE-TO) – Não
Emanuel Pinheiro (PTB-MT) – Não
Enrico Misasi (PV-SP) – Não
Eros Biondini (PROS-MG) – Não
Fabio Schiochet (PSL-SC) – Não
Filipe Barros (PSL-PR) – Não
Francisco Jr. (PSD-GO) – Não
General Girão (PSL-RN) – Não
General Peternelli (PSL-SP) – Não
Gilberto Nascimento (PSC-SP) – Não
Gilson Marques (NOVO-SC) – Não
Guiga Peixoto (PSL-SP) – Não
Guilherme Derrite (PP-SP) – Não
Heitor Freire (PSL-CE) – Não
Hélio Costa (REPUBLICANOS-SC) – Não
Helio Lopes (PSL-RJ) – Não
Hildo Rocha (MDB-MA) – Não
Hugo Leal (PSD-RJ) – Não
Jefferson Campos (PSB-SP) – Não
Jerônimo Goergen (PP-RS) – Não
Joaquim Passarinho (PSD-PA) – Não
José Medeiros (PODE-MT) – Não
José Rocha (PL-BA) – Não
Josivaldo JP (PODE-MA) – Não
Junio Amaral (PSL-MG) – Não
Kim Kataguiri (DEM-SP) – Não
Lauriete (PSC-ES) – Não
Leda Sadala (AVANTE-AP) – Não
Léo Moraes (PODE-RO) – Não
Léo Motta (PSL-MG) – Não
Lincoln Portela (PL-MG) – Não
Liziane Bayer (PSB-RS) – Não
Loester Trutis (PSL-MS) – Não
Lucas Gonzalez (NOVO-MG) – Não
Lucas Redecker (PSDB-RS) – Não
Lucio Mosquini (MDB-RO) – Não
Luisa Canziani (PTB-PR) – Não
Luiz Lima (PSL-RJ) – Não
Luiz P. O.Bragança (PSL-SP) – Não
Luiz Antônio Corrêa (PL-RJ) – Não
Major Fabiana (PSL-RJ) – Não
Mara Rocha (PSDB-AC) – Não
Marcel van Hattem (NOVO-RS) – Não
Marcelo Álvaro (PSL-MG) – Não
Marcelo Brum (PSL-RS) – Não
Marcelo Moraes (PTB-RS) – Não
Márcio Labre (PSL-RJ) – Não
Marlon Santos (PDT-RS) – Não
Maurício Dziedrick (PTB-RS) – Não
Nelson Barbudo (PSL-MT) – Não
Neucimar Fraga (PSD-ES) – Não
Nicoletti (PSL-RR) – Não
Nivaldo Albuquerque (PTB-AL) – Não
Norma Ayub (DEM-ES) – Não
Osires Damaso (PSC-TO) – Não
Osmar Terra (MDB-RS) – Não
Otoni de Paula (PSC-RJ) – Não
Pastor Eurico (PATRIOTA-PE) – Não
Pastor Gil (PL-MA) – Não
Paula Belmonte (CIDADANIA-DF) – Não
Paulo Bengtson (PTB-PA) – Não
Paulo Bengtson (PTB-PA) – Não
Paulo Martins (PSC-PR) – Não
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) – Não
Pedro Lupion (DEM-PR) – Não
Pedro Westphalen (PP-RS) – Não
Policial Sastre (PL-SP) – Não
Pastor Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP) – Não
Professor Joziel (PSL-RJ) – Não
Renata Abreu (PODE-SP) – Não
Ricardo Barros (PP-PR) – Não
Ricardo da Karol (PSC-RJ) – Não
Roberto de Lucena (PODE-SP) – Não
Rodrigo Coelho (PSB-SC) – Não
Rogério Peninha (MDB-SC) – Não
Rosana Valle (PSB-SP) – Não
Sanderson (PSL-RS) – Não
Santini (PTB-RS) – Não
Sargento Fahur (PSD-PR) – Não
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) – Não
Stefano Aguiar (PSD-MG) – Não
Stephanes Junior (PSD-PR) – Não
Subtenente Gonzaga (PDT-MG) – Não
Tiago Mitraud (NOVO-MG) – Não
Uldurico Junior (PROS-BA) – Não
Vaidon Oliveira (PROS-CE) – Não
Vinicius Poit (NOVO-SP) – Não
Vitor Hugo (PSL-GO) – Não
Wilson Santiago (PTB-PB) – Não

Fonte: Viomundo