quarta-feira, 26 de abril de 2017

4% DOS BRASILEIROS APROVAM GOVERNO DO GOLPE!

4% dos brasileiros aprovam governo do Golpe!

Paulo Henrique Amorim


A Globo, o Moro, o FHC BRASIF e a FIESP são esses 4%...

Diz o PiG cheiroso que pesquisa da IPSOS com 1.200 pessoas em 72 municípios revela que a aprovação e a popularidade do Treme, o MT da lista de alcunhas da Odebrecht é a mais baixa desde o Golpe.

A popularidade dele - 10% - é igual à do Eduardo Cunha, aquele que organizou a suruba no escritório do Treme para tomar US$ 40 milhões da Odebrecht.

Merecem também estrondosa reprovação:

- Renan Calheiros, o Justiça, de 82% dos entrevistados;
- Mineirinho 76%;
- o Careca (como vai a saúde dele, Monica Puglia?) e FHC Brasif, 70%;
- o Santo, 68%.

Se a eleição presidencial fosse hoje, Lula venceria com 34% dos votos.
Prende ele, Moro!
Faz como fizeram com o Perón!

(Falta um cadáver em Curitiba, diria o Feiticeiro, o general Golbery, herói do historialista.)

Em tempo: sobre a FIESP, do Skaf, mais sujo na lista da Odebrecht do que pato amarelo que surrupiou.)

Em tempo2: sobre a greve: dia 28 o Brasil vai parar.


SANTO ALCKMIN TOMOU R$ 1,5 MILHÃO DA ODEBRECHT



SANTO ALCKMIN TOMOU R$ 1,5 MILHÃO DA ODEBRECHT

Água da Sabesp é mais suja que os rios que cortam São Paulo​

Fabio Leite e Fabio Serapião, do Estadão, em estado comatoso, mostram que de Santo o Alckmin só tem o cunhado.

"Delator da Odebrecht indica (sic) propina (ou seja, roubo - PHA) em obra da Sabesp"

Foi um pagamento de R$ 1,5 milhão por conta de uma obra de R$ 226 milhões para tratar dos esgotos - da cloaca - no litoral de São Paulo.

O produto do roubo - encaminhado ao atual secretário de Planejamento (sic) Marcos Monteiro - era para a campanha de 2014.

Como se sabe, a Sabesp foi a agência de marketing que o Careca, então Governador (sic) de São Paulo, usou na campanha fracassada de 2010.

Então sob a iluminada presidência de Gesner de Oliveira, a Sabesp prometeu construir um cano que ia de São Paulo a Sergipe...

"Obras suspeitas (sic)", diz o Estadão, num ato de generosidade:

Linha 2 do metrô;
Linha 5 do metrô;
Robanel Tungano;
Rodovia Carvalho Pinto.

Como se sabe, os tucanos foram capazes de roubar uma linha inteira do metrô!

Porém, ninguém rouba mais que o Careca, o maior ladrão do Brasil.

Nem o que deve ter sido o maior de Pernambuco.


BISPO DE CRATO CHAMA FIÉIS PARA A LUTA CONTRA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Bispo de Crato chama fiéis para a luta contra Reforma da Previdência


Durante a celebração, o bispo conclamou a participação dos fiéis na “Caminhada pela Vida, Contra a Reforma da Previdência”, que acontecerá dia 28, na Praça Padre Cícero.Durante a celebração, o bispo conclamou a participação dos fiéis na “Caminhada pela Vida, Contra a Reforma da Previdência”, que acontecerá dia 28, na Praça Padre Cícero.
Durante a celebração da Santa Missa em memória do padre Cícero Romão, na última quinta-feira (20), o bispo dom Gilberto Pastana, da Diocese de Crato, conclamou os fiéis à consciência e à luta coletiva pela garantia dos direitos ameaçados pela Reforma da Previdência, proposta pelo atual Governo.

Em sua homilia no largo do Socorro, em Juazeiro do Norte, o pastor diocesano disse aos milhares de romeiros que “é importante estarmos atentos aos acontecimentos do Brasil”, referindo-se, de modo particular, às leis que tramitam no Congresso e que “não favorecem a vida e a ressurreição”.

“Estão matando, cada vez mais, o povo, a vida do povo”, prosseguiu ele, comentando o Evangelho de São Lucas (Lc 24, 35-48) sobre o seguimento do Senhor, que deve acontecer de forma pessoal, mas também coletiva, para todo o povo. “É essa coletividade, é esse ‘caminhar junto’ que influencia o nosso modo pessoal de viver a fé”, afirmou.

Na celebração, que teve a presença dos padres Agostinho (Igreja dos Salesianos), Francisco Luis (Nossa Senhora de Lourdes, Juazeiro) Cícero Mariano (Missão Velha), Luciano Virgulino (São João Bosco, Juazeiro), Ssleer (Guarulhos), Frei Barbosa (Igreja dos Franciscanos), Cícero José da Silva, Cícero Gomes, Paulo Pereira e Antônio Romão (Basílica Santuário), além dos diáconos, o bispo ainda exortou que é “juntando os nossos pensamentos, juntando as nossas vidas que seremos sempre fortes nesta Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo”.

Caminhada pela Vida

Ao final da celebração, o bispo conclamou a participação dos fiéis na “Caminhada pela Vida, Contra a Reforma da Previdência”, organizada pela Forania II, marcada para acontecer no próximo dia 28/04, às 16h, na Praça Padre Cícero, em Juazeiro, seguida de passeata até o Santuário de São Francisco, onde haverá nova celebração eucarística.

Reforma da Previdência à luz da CNBB

“Ai dos que fazem do direito uma amargura e a justiça jogam no chão”. (Amós 5,7). Assim começa a nota da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 287/16) “REFORMA DA PREVIDÊNCIA”.

Assinada pelo Cardeal Sergio da Rocha (arcebispo de Brasília e presidente da CNBB), dom Murilo S. R. Krieger (arcebispo de São Salvador da Bahia e vice-presidente) e dom Leonardo Ulrich Steiner (bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral), a nota pede aos católicos que estejam atentos às “ameaças de retrocessos” e que nenhuma reforma pode afetar direitos básicos da população, menos ainda ser formulada sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações.



Fonte: Basílica Santuário de Nossa Senhora das Dores

LULA DECLARA GUERRA À ‘MÍDIA ISENTA’

LULA DECLARA GUERRA À ‘MÍDIA ISENTA’


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu regulamentar o mercado da mídia se for eleito presidente da República pela terceira vez.

A declaração foi feita na noite desta segunda-feira (24), durante seminário sobre economia organizado pela Fundação Perseu Abramo em Brasília.

Lula também disse que, se voltar à presidência, não vai almoçar com os Marinho, da TV Globo, nem falar com a revista Veja.

"Eles vão ter que entender que estarão lidando com um cidadão diferente. Se não sabem lidar com as mentiras que eles inventarem, eu não posso fazer nada", anunciou.

O ex-presidente pontuou ainda que é vítima de uma perseguição injusta e baseada em mentiras, mantida em ação 24 horas por dia. Mas que, agora, após anos fazendo acusações que não encontram provas para serem respaldadas, os meios de comunicação enfrentam uma situação difícil.

"Está chegando a hora de parar de falatório e provar. A prova em cima do papel. Quero que mostrem uma conta, um desvio de conduta meu", afirmou.

Sobre as eleições de 2018, Lula também provocou a Globo, em alusão a Aécio Neves (PSDB), delatado pela Odebrecht e acusado de ser um dos políticos que mais recebeu propina da empreiteira, R$ 50 milhões, parte dela em uma conta em Nova York. "Eles que escolham seu candidato, porque eu já derrotei o candidato da Globo", disse Lula.


FRAUDE NO BANCO DO BRASIL

FRAUDE NO BANCO DO BRASIL

Fernando Brito


Terá “Lava-Jato” na fraude revelada pela Folha hoje na licitação de publicidade do Banco do Brasil?

Vão colocar em cana, até que confessem, os executivos do banco e os das agências de publicidade envolvidas?

Não é um trocado: o contrato prevê, segundo a Folha, gastos de até R$ 2,5 bilhões.

É verdade que este é o valor da publicidade – do qual ao menos 80% fica para o veículo de mídia – adivinhe quais – e 20% para as agências.

Como estes são R$ 500 milhões, dá para acontecer uma bela “contribuição não contabilizada”.

Mas licitação fraudulenta, direcionada em tempos de Lava-Jato, de lista do Janot, do Fachin, de delações premiadas?

Pior, como mostra o jornal, com denúncia conhecida pela direção do Banco do Brasil e, ainda assim, mantendo a decisão “armada”?

Vejamos como a imprensa reage, quando o assunto é com ela.

O caso teria tudo para virar um prato cheio.

A gência apontada pela Folha, num anúncio de classificados, antes da abertura dos envelopes com as propostas, a Multisolution, pertence a um jovem empresário, Pedro Queirolo, que gosta da vida social e da badalação e de corridas de automóvel e frequentava as colunas sociais com a agora ex-mulher Daniela Freitas, modelo e apresentadora.

Mas não vai.

Por que?

Ora, porque não vem ao caso mostrar que, desde que o mundo é mundo, corrupção sempre houve.

Mas os hipócritas, com seus PowerPoint, estão menos interessados em evitá-la e puni-la de forma eficiente, seja onde for.

Preferem fazer disso uma arma política, morou?


O BRASIL ESTÁ EM UM PONTO MORTO DA HISTÓRIA. E NADA SE SABE DO FUTURO

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Roberto
  Amaral

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Brasil


O BRASIL ESTÁ EM UM PONTO MORTO DA HISTÓRIA. E NADA SE SABE DO FUTURO

As forças progressistas estão encurraladas e o golpe de 2016 se esgota em si, incapaz de indicar o caráter do ciclo político que virá.

A História tem suas ‘eras’ e a política, como a economia, tem seus ciclos, e todo ciclo tem, na sequência de sua construção, seus momentos de apogeu e declínio. Vivemos o “ponto morto” entre um ciclo que se esvai e um ciclo sucessor, ainda sem face.
A crise política que alimentou o golpe midiático-parlamentar-judicial iniciado em 2016assinala, na História republicana, o esgotamento de um ciclo político, aquele inaugurado com a “Constituição cidadã”, fruto do pacto social que possibilitou, em 1985, a transição da ditadura para o regime democrático tutelado, porque nele o poder decaído sobreviveria, por algum tempo, em contraste com os processos de redemocratização de nossos vizinhos, de especial Argentina e Uruguai.
São os “anos Sarney” aquele período conhecido como “Nova República”, fruto da implosão do Colégio Eleitoral com a eleição de Tancredo Neves e a posse do ex-presidente da Arena, partido de sustentação do regime militar decadente. Simbolicamente, o último ditador – tão impopular quanto Temer hoje – deixaria o Palácio do Planalto pela garagem, ou seja, “pela porta dos fundos”. Mas a preeminência castrense sobreviveria.
O processo da redemocratização operava segundo a característica mais marcante de nossa história, a saber, a conciliação pelo alto que acomoda os interesses da classe dominante e afasta a ruptura, e ignora os interesses populares. Reformas, sim, mas somente aquelas que consolidam o statu quo.
Esta é a história da Independência e do Império, e é a história da República, sem povo, que se consolida mediante o golpe de Estado de Floriano. O que se segue, até aqui, reza pela mesma cartilha, a começar pela “revolução” de 30, que altera os governantes preservando o mando das oligarquias. Era o fim da “República Velha”, era o fim de um ciclo político, era o início do “ciclo Vargas”.
A ditadura do Estado Novo (1937-1945), tornada arcaica, é derrubada, sem traumas ou resistência, e Vargas vai desfrutar de seu exílio voluntário em Itu, onde aguardará as eleições de 1950 para retornar ao Palácio do Catete nos braços do povo.
Com a Constituinte de 1946 inaugurara-se um novo ciclo político, democrático e liberal, que aos trancos e barrancos, percalços e crises, golpes de Estado e levantes militares, nos governaria até 1964, quando se instaura o “ciclo militar” que nos molestaria até 1985.
A implosão da ditadura militar, e a redemocratização dela consequente, devera-se à conjunção de inumeráveis fatores e um deles, de certo o mais significativo, foi a mobilização popular que se nutria no desgaste do regime militar (um fracasso rotundo sob todos os ângulos) e ao mesmo tempo a alimentava. Processo lento e longo que manifestara seu potencial desde as eleições de 1974, com a vitória de 16 candidatos oposicionistas para o Senado.
Registre-se, favorecendo o pacto que culminaria na Assembleia Constituinte de 1988 – requerimento amplamente majoritário na sociedade – o papel de conscientização e mobilização popular representado pela campanha da Anistia e pela campanha pelas Diretas-Já (por certo o mais retumbante movimento político-popular de nossa História). Dado significativo desse novo clima e fator proeminente nas mobilizações foram, em 1982, as eleições dos governadores Franco Montoro (SP), Leonel Brizola (RJ) e Tancredo Neves (MG), todos de oposição e comprometidos com a redemocratização.
Relembro esses fatos para enfatizar que, mesmo assim, com todos esses dados favoráveis, a Nova República e a Constituinte tiveram de ser negociadas com os militares, já retornados à caserna mas sem haverem, até então, renunciado à preeminência, por cima do pacto social, de que resultou, por exemplo, um Congresso ordinário, sem poder originário, com temas intocáveis, ou de difícil lida, caso da revisão restrita da Anistia (que mais beneficiava os torturadores), e qualquer possibilidade de responsabilização dos esbirros da ditadura por seus atos.
Com os olhos ao mesmo tempo nas ruas e nas casernas, enfrentando internamente as forças do atraso aglutinadas num bloco autodenominado Centrão, fez-se, com apoio popular, a Constituição possível nos termos da correlação de forças encontrada. Ainda assim, uma Constituição de índole democrática e social, com avanços em face da ordem jurídica da ditadura, mas sem forças para revolver as estruturas políticas do Estado herdado.
Apesar de toda a mobilização popular, de décadas – de que resultou uma Frente que abarcava quase todas as correntes sociais e o sentimento majoritário da Nação, a Constituinte, vimos, sofreu contingências e condicionantes, e a Constituição dela resultante teve de dialogar com as forças do atraso.
A Carta, porém, era o ponto de partida e conditio sine qua non para a redemocratização, ou seja, ela assinalava o fim da ordem autoritária e deixava livre e bem lavrado o caminho para a ordem democrática. Com ela, e respeitada a correlação de forças, encerrava-se o ciclo autoritário inaugurado em 1964, e inaugurava-se aquele que seria rompido com o golpe de Estado midiático-parlamentar-judicial de 2016. O regime constitucional de 1988, todavia, cumpriu com seu papel, até aqui, ao presidir por quase 30 anos inédita continuidade institucional na República. A “Carta cidadã”, deformada por algo como uma centena de emendas, sobreviveu, apesar dos ataques que passou a sofrer desde sua promulgação, acusada de dificultar a governabilidade pelos “excessos de direitos sociais” que teria abrigado.
Esgotado o ciclo iniciado em 1985, vivemos o transe representado pela realidade de hoje em face da ignorância do futuro, um ponto morto, quando o passado, vívido no presente, impede o nascimento do novo.
Para as forças democráticas, atravessar o Rubicão, hoje, é, a um só tempo, derruir o regime ilegítimo e construir as bases da nova ordem republicana, obra de futuro, inaugurando novo ciclo constitucional. Obra, porém, que será determinada pela correlação de forças indicada pelo processo histórico, e hoje estamos muito longe do respaldo popular que as forças democráticas e progressistas desfrutavam durante a Constituinte de 1988.
O regime decorrente do golpe não apenas fraturou a ordem democrática, como ainda investe na reescrita da Constituição, amputando-a dos avanços de 1988. Nessas agressões, uma faina reacionária e conservadora, obscurantista, o Poder Executivo tem a companhia tanto do Congresso quanto do Poder Judiciário, em todas as suas instâncias, desde os juízes de piso até os tribunais superiores. E todos o aplauso dos meios de comunicação de massa.
Pois seu objetivo essencial – laborando a contra reforma – é a destruição do legado do “lulismo” o projeto interrompido de um governo de “centro-esquerda”, de um regime popular, caracterizado pela emergência política das massas, a opção preferencial pelos pobres, o resgate do papel do Estado como agente de desenvolvimento e a distribuição de riqueza e renda. Na realidade, a “era Lula” foi a retomada da tradição trabalhista do varguismo, assinalada pelo binômio proteção dos trabalhadores e soberania nacional, para ficarmos em dois indicadores.
Todo ciclo tem seu limite histórico e esse ao qual me refiro deu os primeiros sinais de esgotamento por volta de 2013. A crise econômica agravou a crise política e isso inevitavelmente teria resposta na recepção popular. A difícil eleição de 2014, cujo recado a presidente parece não haver entendido, foi apenas um sinal.
O golpe de 2016 se esgota em si, sem condições de definir o caráter do ciclo que está sendo construído nas entranhas do processo histórico. O que virá, na sua sequência, não resultará de um determinismo histórico, não cairá do céu como presente dos deuses. Seu caráter será determinado pela capacidade de organização e unidade das forças populares e decorrerá do pacto do novo ciclo histórico. Com os dados de hoje, todavia, nada nos assegura a retomada do desenvolvimento econômico, socialmente inclusivo, democrático e soberano.
Neste momento de verdadeiro “ponto morto”, um estágio entre o que foi e o que será, a tarefa tática fundamental dos que aspiram ao avanço é a defesa da ordem constitucional, o respeito à estrita legalidade se expandindo para as eleições de 2018, que precisam ser asseguradas. Mas é preciso evitar que a saída da crise de hoje se conforme em mais um acordo pelo alto, a cediça solução prussiana, que cuida de atender aos interesses exclusivos da classe dominante em prejuízo das massas.
 * Roberto Amaral é cientista político e ex-ministro da Ciência e Tecnologia

Fonte: Blog do Roberto Amaral

BRICS. Quer entender o que é o grupo e o que está em jogo nesta articulação internacional?

Criar Brasil e ActionAid acabam de finalizar a série de vídeos BRICS, que aborda o bloco que reúne o Brasil, a Rússia, a Índia, a China e a África do Sul e busca levar, para o público brasileiro, elementos para um debate democrático sobre o que é esse bloco de países e qual é seu futuro em meio às incertezas que dominam a conjuntura brasileira e global.
São seis episódios, com duração entre 8 e 10 minutos cada um com entrevistas com especialistas de várias áreas, entre elas a do Embaixador Celso Amorim.
Os vídeos são de livre utilização e podem ser muito interessantes para TVs, universidades, escolas de ensino médio, grupos de pesquisa.
Os temas e os links de acesso no Radiotube são:
1.       O que é BRICS - http://migre.me/wuSA8
2.       O Brasil no BRICS - http://migre.me/wuSDm
3.       O Banco dos BRICS - http://migre.me/wuSFh 
4.       A China no grupo - http://migre.me/wuSGk 
5.       Sociedade Civil I - http://migre.me/wuSHq
6.       Sociedade Civil II - http://migre.me/wuSIj