segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Boletim Carta Maior, em 15/02/2020

SEJA PARCEIRO, DOE AGORA!
SERVIDORES ARTICULAM MOBILIZAÇÃO NACIONAL PARA FREAR REFORMA ADMINISTRATIVA
14/02/2020
Proposta do governo Bolsonaro deve chegar ao Congresso na próxima semana, com sérios ataques ao funcionalismo
LEIA MAIS
14/02/2020 -Movimentos Sociais
CARTA MAIOR ESPECIAL
FÓRUM SOCIAL MUNDIAL RUMO AO MÉXICO - JANEIRO DE 2021

ENTREVISTAS COM ROSA ELVA ZUÑIGA E MAURI CRUZ

14/02/2020 -Política
CENÁRIO DA FUTURA ELEIÇÃO BASEADO NA ELEIÇÃO PASSADA

14/02/2020 -Pelo Mundo
VENEZUELA LEVA EUA AO TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL POR CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

14/02/2020 -Política
A SUA ESQUERDA MORREU, SAFATLE

14/02/2020 -CM8 Internacional
CLIPPING INTERNACIONAL - 14/02/2020

13/02/2020 -Pelo Mundo
SOAM ALARMES ANTIFASCISTAS POR TODA A ALEMANHA

13/02/2020 -Política
CARO ZEMA, QUEM ARRUINOU MINAS FORAM OS SEUS ALIADOS TUCANOS

13/02/2020 -Leituras
"ESSA GENTE SOMOS TODOS NÓS"

13/02/2020 -Política
A ESQUERDA E O GOVERNO (II)

13/02/2020 -Sociedade e Cultura
O DESENVELHECIMENTO DO MUNDO

13/02/2020 -Cartas do Mundo
CARTA DE BUENOS AIRES: FIESTA, LA ALEGRÍA DEL PUEBLO ARGENTINO

13/02/2020 -Humor
DIÁRIO DO BOLSO, 13 DE FEVEREIRO DE 2020

13/02/2020 -CM8 Internacional
CLIPPING INTERNACIONAL - 13/02/2020

12/02/2020 -Sociedade e Cultura
QUANDO A SEXUALIDADE ERA CELEBRADA NA IGREJA

12/02/2020 -Mãe Terra
TREZE TESES SOBRE A CATÁSTROFE ECOLÓGICA IMINENTE

12/02/2020 -Economia Política
NÃO À REFORMA ADMINISTRATIVA!

12/02/2020 -Cinema
O FILHO - VIVO OU MORTO

12/02/2020 -Cinema
UMA AVENTURA NA BELLE ÉPOQUE

12/02/2020 -CM8 Internacional
CLIPPING INTERNACIONAL - 12/02/2020

Carta Maior, com muito esforço, construiu uma história de 19 anos no campo da comunicação progressista de nosso país. Diante dos atuais obstáculos que a democracia brasileira enfrenta é indispensável a contribuição engajada daqueles que estão comprometidos com a defesa da legalidade democrática.
ESCOLHA COMO PARTICIPAR
R$49,90 ou R$99,00/mêsSomente Cartão de Crédito
TORNE-SE PARCEIRO
R$299,00; ou R$499,00; ou R$999.00/anoEm Cartão de Crédito ou Boleto
TORNE-SE PARCEIRO

"Gandra submete o Judiciário ao papel de advogado do governo", diz Boulos

"Gandra submete o Judiciário ao papel de advogado do governo", diz Boulos

Guilherme Boulos criticou a decisão do ministro do TST Ives Gandra sobre a greve dos petroleiros e disse que o "ministro submete o Judiciário ao papel de advogado do governo". "Vergonha!", afirmou
Guilherme Boulos
Guilherme Boulos (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247)
 
247 - O coordenador do MTST, Guilherme Boulos, classificou como uma "vergonha" a decisão do ministro Ives Gandra Martins, que considerou a greve dos petroleiros ilegal.
Para Boulos, o ministo do Tribunal Superior do Trabalho (TST) submete a Corte ao papel de "adviogado do governo".
"Ives Gandra Filho, ministro do TST ligado a Olavo de Carvalho e Bolsonaro, acaba de declarar a greve dos petroleiros ilegal e ameaçar os grevistas com multa diária de até R$500 mil. O ministro submete o Judiciário ao papel de advogado do governo. Vergonha!", afirmou Boulos em sua página nas redes sociais.

Maktub

TST considera greve dos petroleiros ilegal e autoriza Petrobrás a demitir todos os grevistas

Em sua decisão, o ministro Ives Gandra Martins disse que a greve dos petroleiros, a maior da categoria desde 1995, tem "motivação política, e desrespeita ostensivamente a lei de greve e as ordens judiciais" relativas à manutenção das atividades. Paralisação dura 17 dias, alcança 21 mil trabalhadores e 121 unidades
(Foto: FUP)
 
247 - O ministro Ives Gandra Martins Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST) declarou nesta segunda-feira, 17, a ilegalidade da greve nacional dos petroleiros, que já dura 17 dias, alcança 21 mil trabalhadores e 121 unidades. 
Em sua decisão, o ministro Ives Gandra disse que a paralisação tem "motivação política, e desrespeita ostensivamente a lei de greve e as ordens judiciais de atendimento às necessidades inadiáveis da população em seus percentuais mínimos de manutenção de trabalhadores em atividade". 
O magistrado também autorizou a Petrobrás a adotar as medidas administrativas cabíveis aos funcionários que não retornarem ao trabalho. 
Leia a decisão na íntegra:
Leia também reportagem da Rede Brasil Atual sobre o assunto:
Cerca de 21 mil trabalhadores da Petrobras estão em greve em todo o país contra as demissões em massa na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) e o descumprimento de cláusulas do acordo coletivo de trabalho (ACT). A paralisação atinge 121 unidades, entre plataformas (58), campos terrestres (8), refinarias (14), segundo novo balanço da Federação Única dos Petroleiros (FUP).
Nesta segunda-feira (17), trabalhadores da Usina Termelétrica Nova Piratininga, na zona sul de São Paulo, aderiram à greve. No final da noite de domingo (16), foi a vez dos petroleiros da Província Petrolífera de Urucu, no Amazonas, o maior campo de produção terrestre da Petrobras, entregaram a operação da unidade. “Não estamos à venda”, gritavam ao desembarcar no terminal aquaviário de Coari.
Também no domingo (16) os petroleiros de Belo Horizonte chamaram a atenção para a greve com uma bicicletada na Lagoa da Pampulha, chamada “pedal da resistência”. Além das cláusulas trabalhistas, os petroleiros protestam contra o desmonte promovido na estatal, com a venda de ativos importantes como a privatização de oito refinarias – quatro em estágio avançado.
Os petroleiros também contestam a política da Petrobras, instituída durante o governo Temer e mantida durante o governo Bolsonaro, que atrela o preço dos combustíveis à variação do mercado internacional. Por isso, os petroleiros vem realizando venda de botijões de gás a preços populares, não apenas para angariar o apoio da população, como para mostrar que a política de preços poderia ser diferente daquela adotada atualmente.
‘Greve perigosa’
Para o professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Bercovici, trata-se de uma greve perigosa  “porque ela demonstra que os trabalhadores podem lutar de forma organizada em defesa não só dos seus interesses, mas em defesa do Brasil”. E também serve para conscientizar a população contra a política de desmonte.
Em artigo no portal Disparada, o jurista também afirma que a greve serve para desmontar a campanha de desinformação, fake news e mentiras propagadas para defender a política de privatização e entrega do patrimônio nacional pelo atual governo e seus apoiadores na mídia comercail, nos tribunais e no sistema político.

Em carta, 20 governadores condenam declarações de Bolsonaro sobre morte de miliciano

Em carta, 20 governadores condenam declarações de Bolsonaro sobre morte de miliciano

Em uma carta em “defesa do pacto federativo”, 20 governadores criticaram as declarações de Jair Bolsonaro sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao clã Bolsonaro. Neste final de semana ele acusou o governador da Bahia e seu partido, o PT, de terem executado o miliciano
Jair Bolsonaro deixa Palácio da Alvorada
Jair Bolsonaro deixa Palácio da Alvorada (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
 
247 - Governadores de 20 estados brasileiros criticaram, por meio de uma carta em “defesa do pacto federativo”, as declarações de Jair Bolsonaro feitas neste final de semana sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, ligado ao clã Bolsonaro.
Na nota, é relembrado que Bolsonaro vem, já há algum tempo, "confrontando os governadores" e "se antecipando a investigações policiais para atribuir graves fatos à conduta das polícias e seus governadores". Neste final de semana, Jair Bolsonaro acusou o governador da Bahia, Rui Costa, e seu partido, o PT, de terem executado o miliciano. 
A iniciativa da elaboração da carta foi do governador Wilson Witzel (PSC), do Rio de Janeiro, e rapidamente encampada por João Doria PSDB, de São Paulo, dois ex-aliados e hoje adversários políticos de Bolsonaro. Em seguida, outros 18 governadores também se dispuseram a condenar os ataques do presidente. 
O texto da nota, que também aborda outros assuntos, como a reforma tributária, foi assinado, além dos governaores de São Paulo e do Rio de Janeiro, dos chefes de Estado do Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Rio Grande do Sul, Sergipe, Piauí, Bahia, Paraíba, Distrito Federal, Minas Gerais, Pará, Maranhão, Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul e Amazonas. 

Rui Costa Pimenta sobre caso Adriano: presidentes da República caíram por muito menos

Rui Costa Pimenta sobre caso Adriano: presidentes da República caíram por muito menos

Para o presidente do PCO, a ligação do miliciano “com a família Bolsonaro, a suspeita de que ele esteja envolvido no crime da Marielle e o fato de que ele notoriamente é ligado às milícias do Rio de Janeiro torna evidente que foi uma execução e todas as pessoas envolvidas teriam de ser investigadas”. Assista
Rui Costa Pimenta, Adriano da Nóbrega e Jair Bolsonaro
Rui Costa Pimenta, Adriano da Nóbrega e Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação)
 
247 - O presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, falou à TV 247 sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega, apontado como chefe do Escritório do Crime e suspeito de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco. Para Rui, a morte foi uma execução e a localização de Adriano foi informada à polícia por meio de algum membro do próprio grupo miliciano.
Rui Costa Pimenta defendeu que pessoas ligadas ao miliciano sejam investigadas por sua morte e criticou a “passividade” da oposição que, segundo ele, não reagiu à altura do escândalo que foi a queima de arquivo de Adriano. “Acho que pela ligação dele com a família Bolsonaro, a suspeita de que ele esteja envolvido no crime da Marielle e o fato de que ele notoriamente é ligado às milícias do Rio de Janeiro, ao Escritório do Crime e tudo mais, torna evidente que foi uma execução e todas as pessoas envolvidas teriam de ser investigadas. A gente tem que lembrar que presidentes da República caíram por coisa inferior a isso, isso é um mega escândalo, só que aqui nós estamos vendo o feito da passividade política da oposição ao governo Bolsonaro. Ninguém consegue fazer nada. Tem que pedir que ou o governo demonstre que não tem nada a ver com o peixe, e se você pedir essas satisfações e elas não forem dadas o governo tem que cair.
Ele ironizou que a Polícia Militar da Bahia tenha encontrado Adriano da Nóbrega sem nenhuma denúncia. “O cidadão foi do Rio de Janeiro para a Bahia para se esconder e a polícia achou ele na Bahia, haja eficiência policial nesse país, impressionante. Isso não existe, se o cidadão foi se esconder na Bahia ninguém mais acha ele, ele vai ficar lá para sempre. Logicamente que ele foi denunciado pelos próprios amigos, é uma coisa de dentro do grupo dele. Ele caiu em uma armadilha, armaram uma cilada para ele e ele caiu. Fugiu para a Bahia, confiou em determinadas pessoas e alguém chegou e falou ‘ele está Bahia em tal lugar’. Ele foi denunciado por gente graúda”.

Com Lula, PT não vai à direita

Na semana em que o PT completou 40 anos, o presidente do PCO comentou que uma frente ampla defendida pela ala direitista do PT não conseguirá avançar porque o ex-presidente Lula impõe um obstáculo a este movimento, o que é encarado por Rui como uma posição correta. “Depois que o Lula saiu da cadeia o PT disse que as frentes eleitorais com PSDB e DEM estariam fora do cardápio eleitoral. Se o Lula não tivesse saído da cadeia, se a ala direita dentro do grupo majoritário tivesse dominado a situação eles iriam para uma frente com o centrão, como está fazendo o PCdoB. A política do PCdoB é a política da ala direita do PT, só que eles não conseguem levar adiante porque o Lula colocou um limite”.

sábado, 15 de fevereiro de 2020

Petroleiros queimam comunicados de demissão da Petrobras TODO APOIO AOS PETROLEIROS EM DEFESA DO BRASIL

Petroleiros queimam comunicados de demissão da Petrobras

No 14º dia de greve, petroleiros rasgaram e queimaram comunicados de demissão enviados pela Petrobras. Os trabalhadores paralisaram as atividades desde o dia 1º de fevereiro para protestar contra a demissão de funcionários da Fafen (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná), em Araucária-PR
Petroleiros queimam comunicado
Petroleiros queimam comunicado (Foto: Petroleiros queimam comunicado)
 
247 - No 14º dia de greve, petroleiros rasgaram e queimaram comunicados de demissão enviados pela Petrobras. Os trabalhadores paralisaram as atividades desde o dia 1º de fevereiro para protestar contra a demissão de funcionários da Fafen (Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná), em Araucária-PR.
A reportagem da revista Carta Capital destaca que "segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), o processo de demissão pode afetar mil trabalhadores da fábrica. A dispensa em massa ocorre após a Petrobras anunciar o fechamento da empresa, em 14 de janeiro. A estatal alega que a empresa, comprada da mineradora Vale em 2013, não apresenta resultados econômicos sustentáveis."
A matéria ainda informa que "os petroleiros dizem que a atual gestão da Petrobras não quer negociar. Nesta sexta-feira 14, eles relataram que pelo menos 144 trabalhadores receberam telegramas de convocação para comparecer a hotéis onde seriam feitas as rescisões dos contratos de emprego. Em ato em frente à fábrica, eles rasgaram e queimaram os telegramas. Há 23 dias, os petroleiros estão acampados em frente à Fafen."