age como qualquer político corrupto: tenta matar o carteiro para não ter que ler a carta. Ao só me atacar, se exime de responder às questões que pontuei. Vamos a elas:
1 - É ou não é verdade que ele está sujando o nome das Forças Armadas ao defender a pior bandidagem corrupta, ligada às milícias, que representa Bolsonaro?
2 - É ou não é verdade que ele está agindo para defender Bolsonaro no flagrante crime de interferência na Polícia Federal, tendo inclusive mentido (crime de perjúrio) ao STF sobre isso?
4 - É ou não é verdade que entregaram a Base de Alcântara aos americanos? Um lugar dentro do Brasil que nenhum brasileiro, civil nem militar, poderá acessar sem consentimento das forças de segurança norte-americana?
5 - É ou não é verdade que o Brasil aceitou colocar um general no vice-comando das forças sul dos EUA? Violando uma história de soberania de nossas Forças Armadas?
7 - É ou não verdade que essa provocação gerou a chegada de Chineses e Russos na Venezuela com equipamentos militares, ameaçando a integridade de nosso território e a nossa soberania nacional?
9- É ou não é verdade que o Bolsonaro mandou e o Exército comprou da Índia toneladas de químicos para fazer a cloroquina por um preço 6 vezes maior do que o governo já havia comprado no ano passado?
Detalhando: O preço do quilo (R$ 1.304) é quase seis vezes aquele pago pelo Ministério da Saúde em contrato assinado em maio de 2019, quando o governo federal desembolsou R$ 219,98 por quilo, com a empresa: Sulminas Suplementos e Nutrição Ltda.
Wilson Witzel (PSC), governador do Rio de Janeiro, fez um pronunciamento no Palácio Laranjeiras na tarde desta terça-feira (26), pouco depois de ser alvo de busca e apreensão numa investigação que apura fraudes na Saúde, envolvendo a contratação da empresa que deveria montar os hospitais da campanha, construídos para combater o avanço da pandemia do novo coronavírus.
A chamada “Operação Placebo” cumpriu 12 mandados, inclusive um no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador fluminense e na casa onde ele morava no Grajaú, antes de se eleger.
Em tom ríspido, Witzel se disse vítima de “perseguição política” e que a ação da Polícia Federal pode ocorrer com “governadores considerados inimigos” do governo federal.
“Quero manifestar minha absoluta indignação com o ato de violência que o estado democrático de direito sofreu. Eu tenho todo respeito ao ministro Benedito, mas a narrativa que foi levada ao ministro Benedito é fantasiosa. Não vão conseguir colocar em mim o rótulo da corrupção”.
Witzel não poupou críticas à família do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou que o senador Flávio Bolsonaro, seu filho, já deveria estar preso.
“Ao contrário do que se vê na família do presidente Bolsonaro, a família engaveta inquéritos, vaza informações. O senador Flávio Bolsonaro, com todas as provas que temos contra ele, já devia estar preso. Este sim. A polícia federal deveria fazer o seu trabalho com a mesma serenidade que passou a fazer no Rio de Janeiro porque o presidente acredita que estou perseguindo a família, e ele acredita que a única alternativa é me perseguir politicamente”.
Ao ser questionado sobre a ação que atingiu Witzel, Bolsonaro felicitou a PF pela medida e disse ter ficado sabendo da operação “pela mídia”.
Outrora apoiador de Bolsonaro, o governador afirmou ter a consciência tranquila e prometeu lutar contra o “fascismo” que, segundo ele, está se espalhando pelo Brasil. Witzel afirmou que “não vai permitir que se instale um regime autoritário no país".
Mais cedo, em nota, Witzel negou envolvendo em todas as irregularidades e atacou Bolsonaro: "A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente oficializada".
Foto: Vanessa Ataliba/Zimel Press / Agência O Globo
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão da “Operação Placebo”, desencadeada nesta terça-feira após autorização do Superior Tribunal de Justiça, a Polícia Federal apreendeu no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio, telefones e celulares de Wilson Witzel.
Os mandados tiveram por base duas investigações conduzidas pela força-tarefa da Lava-Jato no Rio e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Ambas relacionam o nome do governador do Rio, Wilson Witzel, com empresários e gestores envolvidos com desvios nos recursos destinados ao combate à pandemia do novo coronavírus no estado. Um dos indícios foi obtido por promotores estaduais após ouvir durante seis horas, na semana retrasada, o ex-subsecretário estadual de Saúde Gabriell Neves, que está preso no Presídio José Frederico Marques, em Benfica.
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Outro indício que motivou as buscas e apreensões de hoje (12, no total), autorizadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi uma prova arrecadada nas investigações da “Operação Favorito”, iniciativa da força-tarefa da Lava Jato há duas semanas, com elementos da relação entre o governador e o empresário Mário Peixoto, preso na ocasião.
Outra suposta menção a Witzel nas investigações da Favorito ocorreu durante uma ligação entre o empresário Luiz Roberto Martins Soares, um dos principais alvos da operação, e o ex-prefeito de Nova Iguaçu Nelson Bornier na qual os dois mencionaram a revogação de uma resolução conjunta das secretarias estaduais de Saúde e da Casa Civil que desqualificou o Instituto Unir Saúde para seguir à frente das UPAs do estado no ano passado.
Em nota, Witzel negou qualquer tipo de envolvimento no esquema de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência de saúde pública.
“Não há absolutamente nenhuma participação ou autoria minha em nenhum tipo de irregularidade nas questões que envolvem as denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal. Estranha-me e indigna-me sobremaneira o fato absolutamente claro de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a mim, o que demonstra limpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará. A interferência anunciada pelo presidente da república está devidamente oficializada. Estou à disposição da Justiça, meus sigilos abertos e estou tranquilo sobre o desdobramento dos fatos. Sigo em alinhamento com a Justiça para que se apure rapidamente os fatos. Não abandonarei meus princípios e muito menos o Estado do Rio de Janeiro”, afirmou o governador.
Barroso diz que vai pautar “nas próximas semanas” a cassação da chapa Bolsonaro e Mourão
Revista Fórum - Após assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com críticas diretas a Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (25), o ministro Luis Roberto Barroso afirmou nesta terça-feira (26) que deve pautar nas próximas três semanas o julgamento do processo que pede a cassação da chapa presidencial formada pelo capitão e pelo vice, general Hamilton Mourão.
“Hoje [terça-feira] terei uma reunião com os ministros, uma reunião preparatória, mas a regra geral é seguirmos a ordem cronológica dos pedidos de liberação pelos relatores. Uma que já teve início, por um pedido de vista do ministro Luiz Edson Fachin, provavelmente nas próximas semanas, uma, duas, três [semanas], essa ação deve estar voltando”, disse Barroso por videoconferência sobre a ação.
Quando um paciente vem ao meu consultório querendo emagrecer, pensa sempre em reduzir o valor numérico na balança. Mas não é assim simples.
Perder peso é reduzir o número na balança, e isso não quer dizer que você emagreceu, mas sim que reduziu o seu peso corporal total. Emagrecer significa reduzir a gordura corporal, que pode ou não reduzir seu peso na balança.
Confuso? Deixa eu explicar.
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Seu corpo e seu peso total é basicamente composto por gordura, músculo, ossos, líquido, órgãos e tecidos. O peso dos seus ossos, órgãos e tecidos variam muito pouco no seu dia a dia. O que pode mudar é gordura, músculo e líquido.
Quando você reduz gordura corporal, com dieta correta, exercício físico, tratamento medicamentoso, fitoterápico (com plantas) ou ortomolecular com equilíbrio bioquímico, você pode reduzir o peso (valor numérico da balança), mas pode aumentar músculos e não mudar o peso, mesmo emagrecendo (reduzindo gordura) e estando mais saudável.
Por outro lado você pode perder peso, perdendo músculo, ou perdendo líquido e a gordura continuar igual. Neste caso, proporcionalmente ao peso total você vai ter mais gordura corporal por quilo de peso. Na balança você fica feliz, porém você está pior de saúde e em níveis de gordura.
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Por exemplo, você está com 80 quilos, sendo 30% de gordura (24 quilos) e toma um diurético para urinar muito, reduzindo 2 quilos do seu peso. A balança mostra que agora está com 78 quilos. Você fica feliz e pensa "Oba! Emagreci 2 quilos!".
No entanto, a gordura não mudou. Ao contrário, se manteve em 24 quilos, e pior, agora a sua composição de gordura corporal aumentou, porque tem 24 quilos de gordura no peso total de 78 quilos de peso agora. Ou seja: agora tem 31% de gordura corporal. Piorou proporcionalmente.
O contrário também pode acontecer. Imagina você novamente com 80 quilos de peso total, com 30% de gordura (24 quilos). Quando vai se pesar no período menstrual, percebe que o peso da balança agora é 82 quilos. Você engordou? A resposta é: não, você inchou!
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Se avaliar a gordura, ela continua nos 24 quilos, mas a porcentagem está menor (é 29% agora e antes era 30%).
Como medir a gordura corporal
Por New Africa/Shutterstock
Ou seja, o que importa mesmo para você é quantos quilos de gordura você têm no início e na sequência do tratamento. Como podemos saber se perdeu mesmo gordura? Existem várias formas de avaliar a sua gordura corporal.
Podemos medir algumas dobras de pele (dobra cutâneas) e ver a espessura antes e depois do tratamento. Eu não gosto muito porque, apesar de termos pontos programados para medir, dificilmente vou pegar na próxima vez o mesmo ponto exatamente.
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Podemos fazer um exame de tomografia para avaliação de composição corporal (DEXA). Apesar de ser muito preciso eu não gosto de usar porque tem radiação de raio X para fazer este exame.
Gosto muito da análise por bioimpedância. Esta não tem radiação e mostra quanto do seu peso é gordura, músculo e líquido no total. Esses indicadores são divididos entre cada perna, braço e circunferência abdominal, através da passagem de energia elétrica por todo o seu corpo através dos eletrodos (metais) presentes nos suportes dos pés e mãos. No total, são 8 eletrodos, dando resultado segmentado e preciso desde que sejam seguidas as recomendações antes do exame.
Exame de bioimpedância
Por Denys Kurbatov / Shutterstock
Esta medida traz informações suplementares mais precisas que e os simples resultados das balanças. Com uma impressora integrada, a balança emite um boletim de análises detalhado de cada medida, bem como os objetivos a atingir.
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Ou seja, é dado um diagnóstico completo da composição corporal: peso, taxa de gordura, massa gorda, massa magra, estimativa da massa muscular, massa hídrica, IMC, metabolismo de base.
Se você perder peso perdendo músculo, podemos ter riscos para sua saúde, nos tendões, nas articulações, alterações na postura e alinhamento da coluna.
Para o nosso metabolismo também é importante reduzir só a gordura, porque nas células dos músculos temos produção de energia pelas mitocôndrias, e a redução de músculo vai acarretar em redução na produção de energia e isso significa reduzir o seu metabolismo o que vai te atrapalhar para emagrecer e deixar com menos energia.
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Estes motivos só mostram a importância de realmente emagrecer, ou seja, perder gordura corporal, e não simplesmente pesar menos na balança comum.