terça-feira, 20 de outubro de 2020

Informe Lula Livre

 

 


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EDIÇÃO 8  OUTUBRO DE 2020

 

 

CONHEÇA AS CAIXAS-PRETAS QUE A LAVA JATO TENTA ESCONDER

 

A Lava Jato devassou a vida de Lula e não encontrou nenhum crime, mas a operação esconde documentos que reforçam a inocência do presidente. Para revelar a história da perseguição política a Lula, sua defesa busca abrir 4 caixas-pretas de documentos que a Lava Jato tem se esforçado para manter em sigilo.

 

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CAIXA-PRETA 1 – ACORDO ENTRE A PETROBRÁS E OS ESTADOS UNIDOS

 

A Petrobrás pagou US$ 3.8 bilhões nos EUA (R$ 21 bi pelo câmbio de hoje) em acordos com a justiça norte-americana. É um valor quase 5 vezes maior do que a Lava Jato alega ter recuperado para a estatal. Os documentos apresentados pela Petrobrás naquele país permanecem em sigilo até hoje.

 

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CAIXA-PRETA 2 – COOPERAÇÃO ENTRE PROCURADORES BRASILEIROS E NORTE-AMERICANOS

 

O governo Bolsonaro, desde quando Sérgio Moro era ministro da Justiça, se recusa a fornecer documentos e mensagens que indicam a cooperação ilegal entre procuradores brasileiros, a Polícia Federal, o FBI e procuradores norte-americanos.

 

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CAIXA-PRETA 3 – MENSAGENS DA VAZAJATO

 

Embora tenham sido usadas para matérias da série #VazaJato do Intercept Brasil e veículos parceiros (Folha de S. Paulo, El País, Agência Pública, Veja, Bandeirantes etc) os arquivos não foram analisados nos processos envolvendo o ex-presidente, mesmo estando em poder da Justiça.

 

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CAIXA-PRETA 4 – LENIÊNCIA DA ODEBRECHT

 

Levou quase 3 anos para a defesa de Lula ter reconhecido o direito a ter acesso, parcial, aos autos do acordo de Leniência da Odebrecht com o Ministério Público. A Lava Jato fez, e segue fazendo, de tudo para impedir o acesso ao material, inclusive se recusando a cumprir decisões do Supremo Tribunal Federal.

 

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"LULA FOI CONDENADO INJUSTAMENTE" DIZ MAIOR ESPECIALISTA EM COMBATE À CORRUPÇÃO NO MUNDO

 

A professora da faculdade de direito de Yale, Susan Ackerman, que Dallagnol apontou como a maior especialista em combate à corrupção no mundo, reafirmou essa semana que a condenação do ex-presidente Lula não tem legitimidade e foi uma ação política.

 

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ANIVERSÁRIO DO LULA ESTÁ CHEGANDO!

 

Os comitês estaduais e internacionais estão preparando uma série de atividades para comemorar e pedir a liberdade plena e os direitos políticos do ex-presidente. Há diversas formas de participação. Clique e confira.

 

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Carta Capital

 

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Ex-porta-voz do governo, Rêgo Barros critica Bolsonaro por “cercadinho”

 

Ex-porta-voz do governo, Rêgo Barros critica Bolsonaro por “cercadinho”

General diz que esvaziou sua função

Deixou o governo em 7 de outubro

General Otávio Rêgo Barros atuou por 1 ano e meio como porta-voz da Presidência da RepúblicaFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - 17.mar.2020


20.out.2020 (terça-feira) - 6h11

O general Otávio Rêgo Barros, ex-porta-voz do governo de Jair Bolsonaro, criticou o hábito do presidente de falar com apoiadores no chamado “cercadinho” do Palácio do Planalto. Segundo o antigo encarregado pela comunicação institucional da Presidência, essa prática esvaziou sua função.

Tecnicamente, fica muito difícil estabelecer uma estrutura comunicacional com a sociedade colocando na linha de frente a principal autoridade que promove a geração da informação”, disse Rêgo Barros na 1ª entrevista depois de deixar o cargo. Ele falou ao programa Conversa com Bial, da TV Globo, exibido na madrugada desta 3ª feira (20.out.2020).

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Se fosse jornalista, você ia entrevistar o zagueiro do Íbis ou o Messi?”, perguntou, citando como exemplos o clube pernambucano conhecido como o “pior time do mundo” e o craque argentino do Barcelona.

O governo anunciou que extinguiria o cargo de porta-voz em 26 de agosto e oficializou a saída de Rêgo Barros em 7 de outubro. Ele passou 1 ano e meio como interlocutor do presidente. Agora, a função pertence ao Ministério das Comunicações, recriado em junho.

Rêgo Barros contou que não tinha autoridade para repreender Bolsonaro por frases controversas –como o “e daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?“, dita pelo presidente em abril ao ser indagado sobre o números de mortos por covid-19 no Brasil. “Eu não tive a possibilidade de poder colaborar com o presidente. Muito gostaria”, afirmou o general.

Eu fui para o governo muito entusiasmado com o projeto do Bolsonaro. Na verdade, eu continuo entusiasmado, embora algumas mudanças venham ocorrendo ao longo desse 1 ano e meio”, falou.

Antes de assumir a função de porta-voz da Presidência, o general chefiava o Centro de Comunicação Social do Exército. O militar também foi assessor da extinta SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos). Ao ser perguntado sobre os próximos passos, falou que “gostaria de colaborar com projetos para o país no futuro”. “Já fui consultado por pessoas que integram o Instituto General Villas Bôas” afirmou, sem dar mais detalhes.

Ao avaliar o período que passou no governo, Rêgo Barros disse: “Eu cumpri o meu papel, o que era possível ser cumprido, com a minha equipe unida, coesa e com objetivos profissionais muito bem definidos”.


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Comentário do blogueiro:

1. "Eu fui para o governo muito entusiasmado com o projeto do Bolsonaro"

Quê projeto, general? O da destruição do Brasil?

2. "Na verdade, eu continuo entusiasmado..."

Entusiasmado com a destruição do País?    !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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