quinta-feira, 19 de maio de 2022

Um convite especial

 

Segunda-feira, 16 de maio de 2022
Um convite especial

O uso indecente da máquina pública pelo governo de Jair Bolsonaro não deixa dúvidas de que ele fará qualquer coisa pela reeleição. Não importa quanto custe.  

Diante disso, quero ter certeza de que você viu esse convite da nossa redação. Por favor, leia com atenção. Precisamos reagir juntos para garantir que esse pesadelo não dure mais quatro anos.

Mariana Castro
Diretora de Novos Negócios


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Início da mensagem encaminhada:

DE: Mariana Castro - The Intercept Brasil

PARA: Você

ASSUNTO: Convite Especial
 

Imagine a esposa do ex-presidente Lula usando a TV pública brasileira para falar sobre programas criados pelo petista em um domingo de dia das mães. Pensou no rebuliço que seria? 

Agora imagine se a ex-presidente Dilma garantisse supersalários para velhos companheiros do PT através de um decreto que os permitisse furar o teto de gastos? Estou falando de ganhos mensais na faixa dos R$ 70 mil. Imaginou?

Essas são apenas algumas decisões tomadas por Bolsonaro às vésperas das eleições. 

Uma matéria da Folha de S.Paulo mostrou que depois do pronunciamento do domingo de Dia das Mães, o Sistema Nacional de Direitos Humanos, divulgado por Michelle Bolsonaro na TV, teve recorde de acessos. A matéria ainda informa que por conta disso, o governo deve recorrer à primeira-dama mais vezes nos próximos meses. 

Mas não para por aí. Todo mundo se pergunta como pode o alto generalato brasileiro embarcar nos delírios de Bolsonaro. Bom, basta você consultar os contracheques de personagens como o general Ramos, Heleno e Braga Netto para entender um pouco. Desde o ano passado, os generais podem acumular a aposentadoria integral com o salário de ministros. Em abril deste ano, por exemplo, Braga Netto recebeu singelos R$ 64.500 de acordo com o portal da transparência. Se tudo der certo, os generais sairão do governo milionários. 

E os exemplos não se restringem à família presidencial e aos militares de estimação do presidente. Toda semana é um novo escândalo. Pense nos R$ 670 milhões que serão gastos para trocar o nome do Bolsa Família nos cartões dos beneficiados para "Auxílio Brasil". Ou ainda nos gastos milionários nos cartões corporativos. Alguém é ingênuo a ponto de achar que não têm relação com a eleição? 

Bolsonaro sequer faz questão de disfarçar. A máquina pública está totalmente aparelhada e o orçamento da sua campanha à reeleição parece ser infinito. E eu nem entrei aqui no tema do orçamento secreto e das emendas parlamentares que estão voando aos milhões com o Centrão. 

É para reagir a tudo isso que o Intercept existe. Não tenha nenhuma dúvida. 

Essa é uma disputa desequilibrada, mas o jornalismo realmente independente e corajoso tem capacidade de incomodar o poder e os corruptos. Nós já mostramos algumas vezes como se faz. 
 
Francamente, a missão do Intercept nunca foi urgente e vital como nesse 2022. Essa eleição é o maior desafio que vamos enfrentar desde o fim da ditadura civil-militar. E só há uma maneira de fazer isso: uma reação conjunta, unida. 

É aí que vem o meu convite especial. A comunidade do Intercept é fundamental neste momento. As pessoas que estão conosco nos apoiam mensalmente com R$ 10, 20, 30 ou R$ 50.  

Essas doações somadas nos garantem os meios para pagar salários, mas também advogados, viagens e freelancers. Hoje, nossa urgência é conseguir mais apoiadores para que possamos contratar mais serviços quando começarmos a cobertura das eleições. Imagine quanto mais vamos gastar com editores de vídeo, passagens, segurança e advogados!

Por isso quero te convidar para fazer parte da nossa comunidade. Veja, não estou falando apenas de uma doação. Estou falando da possibilidade de fazer parte de um projeto coletivo que está engajado em acabar com esse pesadelo chamado Bolsonaro. Ao se juntar a nós você passa a fazer parte do nosso grupo no Telegram, tem acesso direto aos nossos jornalistas e, acima de R$50, outras recompensas. E o mais importante: garante a sobrevivência do jornalismo que vai pra cima da extrema direita. Não temos tempo a perder, venha com o Intercept hoje!

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Abraços,

Mariana Castro
Diretora de Novos Negócios
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