quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Professor merece respeito.

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Propinoduto tucano a passos de tartaruga

Investigações sobre propinoduto tucano não avançam em São Paulo

15/10/2013 10:43
Por Redação - de São Paulo


São Paulo
Governador do Estado de São Paulo, Alckmin tenta se descolar do escândalo do Metrô
A corregedoria do governo de São Paulo já ouviu 23 pessoas, mas ainda não apresentou nenhuma conclusão sobre a atuação das empresas do grupo ou seu envolvimento com funcionários públicos no escândalo do cartel formado pelas empresas multinacionais Alstom e Siemens. As investigações, que não têm prazo para terminar, segundo o governador paulista, Geraldo Alckmin, serviriam como prova de que o Estado foi vítima das empresas do cartel e agora se empenha para esclarecer como elas fraudaram as concorrências do Estado.
Na véspera, o PSDB abordou o tema em anúncios veiculados nas redes de TV. “Nós queremos toda a verdade, somos o maior interessado nisso. Vou fundo nessa história. Punir os culpados”, afirma Alckmin na propaganda.
Nos depoimentos aos corregedores, a impressão que fica é a de que houve apenas a transferência de mais de R$ 400 milhões para ninguém. Os investigadores não identificaram, até agora, a participação um só agente público envolvido no caso, que ficou conhecido como ‘propinoduto tucano‘, segundo informaram integrantes do governo com acesso à investigação, ao diário conservador paulistano Folha de S. Paulo. Até 30 de setembro, foram ouvidos 12 agentes públicos e ex-funcionários e 11 representantes de empresas.
“A íntegra dos quatro primeiros depoimentos, que foram examinados pela Folha, mostra que os corregedores não foram incisivos. Questionado sobre pagamentos de propina, um empresário ouvido se disse “surpreso” e não foi confrontado novamente. Além disso, duas pessoas que falaram à corregedoria relataram ter feito doações eleitorais, mas os corregedores não perguntaram, por exemplo, quem recebeu os recursos, os motivos da doação ou se houve intermediários”, diz o jornal.
Ainda de acordo com o texto, “um mês depois do início da investigação, o governo criou um grupo externo, com representantes de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil, para acompanhar a apuração da Corregedoria. Integrantes desse grupo sugeriram que todos os funcionários suspeitos fossem afastados durante as investigações, mas a proposta não chegou a ser formalizada. O grupo sugeriu também que os procedimentos se estendessem a todas as licitações das quais participaram a Siemens e outras empresas relacionadas com o cartel”.
O autor da proposta, Claudio Weber Abramo, diretor-executivo da Transparência Brasil, “justificou o pedido dizendo que o parecia equivocado restringir as investigações apenas aos cinco projetos citados pela Siemens. A proposta, porém, foi rejeitada pela Corregedoria, que considerou necessário limitar seu alcance, pois havia ‘risco de não se conseguir analisar o material em prazo razoável”, acrescenta.
Segundo o advogado Vicente Bagnoli, membro do grupo, em defesa da Corregedoria, afirmou que “o tempo que a sociedade gostaria não é o tempo do processo, mas o trabalho está sendo feito”.



Fonte: Correio do Brasil



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Porque o ex-general Kruel traiu Jango. Cadê os dólares?

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Fonte: Correio do Brasil

A liberdade de expressão no Brasil

A liberdade de expressão no Brasil

13/10/2013 13:38
Por Bia Barbosa, no Observatório do Direito à Comunicação - de Brasília


Frank la Rue fez críticas a ministros do STF, em recente visita ao Brasil
Frank la Rue fez críticas a ministros do STF, em recente visita ao Brasil
Chegou esta semana em Brasília, com uma agenda que envolve uma série de reuniões com representantes do poder público e da sociedade civil, o relator das Nações Unidas para a liberdade de expressão, Frank La Rue. O guatemalteco La Rue esteve no Brasil no final de 2012, a convite do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, para conhecer um pouco mais de perto a realidade atual do nosso quase monopólico sistema midiático. Desta vez, voltou numa visita oficial, organizada em conjunto com o Itamaraty.
Em Brasília, La Rue se reuniu nesta segunda-feira com a Secretaria Geral da Presidência da República. Ele se encontrará ainda com os ministros das Comunicações e da Justiça, com a ministra da Secretaria Especial de Direitos Humanos e com deputados e senadores. A agenda oficial tem quatro temas centrais: o marco civil da internet, o marco regulatório das comunicações, a proteção da infância na mídia e as agressões sofridas por jornalistas no Brasil.
O primeiro tema é talvez o mais quente da agenda do relator da ONU. O governo federal parece mesmo querer votar o marco civil da internet, na proposta do relador Alessandro Molon (PT/RJ). A presidenta Dilma, depois dos escândalos de espionagem internacional, até colocou o projeto em regime de urgência na Câmara e no Senado. Mas o lobby das empresas de telecomunicações segue forte no Congresso. Por interesses econômicos, as teles querem retirar do texto a garantia do princípio da neutralidade de rede, que impede qualquer discriminação no fluxo de dados de acordo com o tipo de conteúdo (texto, foto, vídeo etc) que estiver sendo acessado pelo usuário. Seu objetivo é poder cobrar mais de quem usar a rede para serviços que consumam mais banda – o que, por si só, viola a privacidade do usuário.
A sociedade civil, que participou ativamente do processo de elaboração do texto do Marco Civil, segue mobilizada por sua aprovação. Na próxima quarta-feira, dia 16, está agendado um ato em frente à Vivo-Telefônica em São Paulo, pedindo a votação do projeto, com garantia de neutralidade de rede, privacidade e liberdade de expressão. A expectativa é que Frank La Rue se pronuncie favoravelmente a esses aspectos do texto em sua visita ao Brasil. Para saber mais sobre a mobilização, clique aqui.
O segundo tema da agenda do relator da ONU é o marco regulatório das comunicações. Sentado em cima do anteprojeto elaborado pelo então ministro Franklin Martins, nos 45 do segundo tempo do governo Lula, o atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, deve receber Frank La Rue. E o que a liberdade de expressão tem a ver com marco regulatório? Tudo! Da brutal concentração da propriedade dos meios à ausência de transparência na gestão das concessões de rádio e TV, passando pela não regulamentação dos artigos da Constituição Federal que tratam da produção regional e independente e do sistema público de comunicação, tudo isso são barreiras ao pleno exercício da liberdade de expressão em nosso país. Daí a importância da relatoria da ONU – como já fez a Unesco, através de um estudo lançado em 2011 no Brasil – afirmar a urgência de um novo marco regulatório das comunicações no país.
O terceiro tema está ligado a um dos fatos que mais chocou Frank La Rue em sua viagem ao Brasil no ano passado. Na ocasião, o relator – que, por não estar em visita oficial, não podia, pelos protocolos da ONU, fazer declarações sobre a realidade brasileira – ultrapassou as barreiras diplomáticas para afirmar sua preocupação com o risco de desmonte da política de classificação indicativa no Brasil. Em resumo, a classificação indicativa sinaliza para pais e crianças a idade adequada para assistir a determinado tipo de conteúdo na TV, e a ela está vinculada uma faixa horária, para que programas destinados a maiores de 18, por exemplo, não passem às 15h da tarde. Alegando violação da liberdade de expressão, as emissoras pretendem derrubar a vinculação horária da classificação indicativa no Supremo Tribunal Federal. E, pasmem, quatro ministros já votaram a favor desta idéia! Em 2012, Frank La Rue lembrou, com todas as letras, que o exercício da radiodifusão tem limites, impostos pela garantia necessária a outros direitos fundamentais, como a proteção da infância. É assim em todo o mundo democrático. E precisa ser assim também no Brasil. La Rue já esteve no STF, em outra visita ao Brasil, e se reunirá novamente agora com o Ministério da Justiça, responsável pela classificação indicativa.
O último tema, e não menos importante, são as agressões a jornalistas. De assassinatos motivados por interesses políticos a processos judiciais, a questão continua preocupante no país. O Brasil é uma das últimas democracias do mundo que ainda trata de forma criminal – ou seja, com pena passível de prisão – delitos como calúnia, injúria e difamação. Outro aspecto do problema, que merecerá a atenção do relator da ONU, são as agressões sofridas pelos comunicadores nos recentes protestos e mobilizações de rua no país. Seria fundamental um posicionamento de La Rue contra as forças de repressão do Estado, que não apenas impedem o trabalho dos profissionais de comunicação como os transformaram em alvos a serem abatidos nas ruas.
Para além da agenda com o poder público, no próximo domingo, dia 13, Frank La Rue e Catalina Botero, relatora da OEA para a liberdade de expressão, encontrarão entidades e movimentos sociais no Rio de Janeiro. Na ocasião, os relatores receberão casos, denúncias e informes da sociedade civil brasileira em torno desta agenda, tão estratégica para a nossa democracia.
Então, vamos falar disso?
* Bia Barbosa é jornalista, especialista em direitos humanos e membro da Coordenação Executiva do Intervozes.



Seminário Participação Política

Seminário promovido pelo Sindifisco-PB discute participação política

O Sindifisco-PB realiza no próximo dia 15, no Village, em Campina Grande, a partir das 14h, o seminário Participação Política, tendo como um dos palestrantes o Deputado Federal, João Dado (SDD-SP), parlamentar conceituado na Câmara Federal por suas decisões e projetos defendidos na Casa.
João Dado é um dos principais defensores, no Congresso Nacional, dos projetos que, diretamente, dizem respeito ao Fisco. O parlamentar, que também é auditor fiscal no Estado de São Paulo, repassará aos colegas paraibanos toda a sua experiência de atuação política. Também discorrerão sobre o tema, o presidente da Fenafisco, Manoel Isidro, e o Diretor de Formação Sindical do Sintaf-CE e membro da Comissão de Participação Política da Fenafisco, José Nilson Fernandes.
Abrindo a programação, o presidente do Sindifisco-PB, Victor Hugo, explanará acerca das demandas políticas e judiciais no intuito de relatar aos filiados as ações adotadas pelo Sindicato em defesa dos direitos e perspectivas de conquistas para a categoria fiscal.
Um mês após realizar, em João Pessoa, o IV Fórum de Atualidades do Fisco Paraibano, o Sindifisco-PB reúne novamente seus filiados para mais um evento que visa discutir questões relevantes
Na atual conjuntura, é imprescindível às entidades constituídas e suas bases ocuparem espaços políticos para tornarem-se agentes ativos nas tomadas de decisões
Aocupação de espaços de participação política é um projeto que vem sendo divulgado e implementado pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, Fenafisco, e os sindicatos filiados, como caminho imprescindível para conquistarmos o Fisco que queremos e que sociedade tanto almeja.
As inscrições para o evento prosseguem abertas, e o filiado pode se inscrever em www.sindifiscopb.org.br, até um dia antes do evento.

A Paraíba nunca teve um gestor tão odiado, tão ditador, tão ineficiente, tão .....

Charge animada do Fórum dos Servidores satiriza os 1000 dias de gestão do Governo Estadual
 
O Fórum dos Servidores Estaduais divulgou vídeo/charge na tarde deste domingo (13), ironizando a gestão do governador Ricardo Coutinho (PSB) que "comemora" 1000 dias de governo no estado da Paraíba.

Na animação, intitulada "O conto das 1001 noites", o personagem do governador dialoga com um gênio da lâmpada, a quem pede uma solução para melhorar sua imagem junto ao povo paraibano.

O gênio, por sua vez,  lembra do alto investimento que o governador Ricardo Coutinho faz em mídia, dos problemas na pasta da Educação com o fechamento de 233 escolas na Paraíba, a falta de profissionais na área da Saúde e o caos na Segurança Pública, que não para de registrar aumento na criminalidade.
O Fórum dos Servidores congrega quase 30 entidades do serviço público, entre os quais, Saúde, Educação, Segurança, Fisco, entre outras.
Clique no link e acesse a charge:

Apuração do Jampa Digital

Apuração do 'Jampa Digital' é concluída neste mês

  • Comissão constituída para apurar o caso ainda está analisando documentos para depois ouvir pessoas envolvidas.
Michelle Farias
Ainda este mês a Controladoria Geral de João Pessoa deverá concluir uma apuração referente às fraudes do 'Jampa Digital'.
Conforme o secretário executivo do órgão, Sérgio Barbosa, a comissão constituída para apurar o caso ainda está analisando documentos e apenas com a conclusão desse trabalho, será iniciada a tomada de depoimentos das pessoas envolvidas na suposta fraude.
A portaria que instituiu a formação da comissão previa que o trabalho fosse concluído no dia 21 de outubro, sendo o prazo prorrogável por mais 30 dias. “Talvez não seja necessário prorrogar, vai depender do trabalho da comissão. O procedimento ainda está em andamento porque o trabalho da comissão ainda não chegou ao fim. A análise dos documentos vai nos subsidiar para realizar os questionamentos”, disse Sérgio Barbosa.
Com a conclusão do trabalho será emitido um relatório de discussão, que posteriormente será apresentado ao prefeito Luciano Cartaxo e à Procuradoria Geral do Município (Progem), quando então serão adotadas as medidas judiciais.
Paralelo à apuração da Controladoria, a Secretaria de Planejamento (Seplan) elabora, de forma conjunta com a Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitec), um relatório técnico referente à situação atual do 'Jampa Digital', a ser concluído no prazo de 2 meses. Através da assessoria de imprensa, foi informada que não seria possível a divulgação específica do relatório. Também neste caso, o relatório oriundo da investigação vai para a Progem.
O processo que apura as fraudes do 'Jampa Digital' encontra-se no Supremo Tribunal Federal. No dia 28 de agosto, o ministro Teori Zavascki pediu a manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR) para iniciar as investigações do caso Jampa Digital no STF. O inquérito tramita em segredo de Justiça e tem como parte principal o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
No inquérito do Jampa Digital a Polícia Federal (PF) indiciou 23 pessoas por supostas irregularidades no projeto que deveria oferecer internet sem fio de graça em vários pontos da capital paraibana. A investigação concluiu que recursos do projeto, na ordem de mais de R$ 1 milhão, foram desviados para financiar a campanha do governador Ricardo Coutinho e do vice-governador Rômulo Gouveia (PSD). O publicitário Duda Mendonça, responsável pela campanha, foi indiciado por lavagem de dinheiro.
Jornal da Paraíba, 11-10-2013