terça-feira, 23 de outubro de 2018

Um psicopata ameaça o Brasil


Um psicopata ameaça o Brasil

Violência, tortura, armas para todos, preconceitos contra mulher, negro e gay, guerra civil para matar 30 mil, fuzilamento dos adversários, um troglodita boçal, com ideias medievais e discurso fascista

 
23/10/2018 11:11
 
 
Tradicionalmente, a direita tem 30% do eleitorado. A esquerda tem igualmente 30% , ficando os restantes 40% com o chamado "centro". Esse "centro" tem um movimento pendular: ora cai para a esquerda, ora para a direita. 

O PT venceu as eleições com Lula e Dilma porque ganhou os votos desse centro. O desgaste no poder e os interesses contrariados na elite e na classe média, que não gostam de redistribuição de renda para reduzir  a desigualdade social, acrescidos dos erros no plano ético  e político, sem autocrítica, explicam a enorme rejeição ao PT herdada por Fernando Haddad.

Os votos do centro deslocaram-se para a direita. Até aí, não há muita novidade.

A novidade é que a direita derreteu por estar comprometida com o sistema político rejeitado pela população e, principalmente, com a corrupção que ela queria atribuir apenas ao PT. Um fato  marcante dessa transição foi a eleição do senador Aecio Neves para a presidência do PSDB logo após o escândalo da mala de dinheiro filmada com um assessor. A partir daí, surgiram alternativas ao PSDB, sendo a principal o Partido Novo.

O eleitorado de direita, no entanto, deslocou-se  em massa para o candidato de extrema direita que apelava a seus instintos mais primitivos. E os liberais, como sempre ocorre na América Latina, abrem mão da liberdade e apoiam ditaduras quando acham que seus interesses econômicos estão ameaçados.

Violência, tortura, armas para todos, preconceitos contra mulher, negro e gay, guerra civil para matar 30 mil, fuzilamento dos adversários, um troglodita boçal, com ideias medievais e discurso fascista. Fugiu dos debates porque não tem proposta para governar. Seus eleitores não sabem o que ele vai fazer se ganhar, nem querem saber. 

A centro direita e a direita republicana que aceitavam o jogo democrático (Marina, Alckmin e outros) foram engolidos pela extrema direita que, nesta eleição, constitui-se como importante força política no Congresso e com forte possibilidade de eleger o presidente da república. Enganaram-se os que vaticinaram que o PT ia desaparecer depois do impeachment. Elegeu a principal bancada no Congresso nesta eleição. Quem desapareceu foi o PSDB, mergulhado em corrupção e no apoio à quadrilha de Temer que hoje governa o Brasil.

Se realmente vencer o candidato fascista, os pobres e a baixa classe média irão se arrepender em 6 meses, no máximo em 1 ano. A classe média em geral, no máximo em 2 anos. O neoliberalismo é o governo dos ricos. A chamada "trickle-down economics" fracassou onde foi tentada. Mas a elite financeira se enriqueceu. Em plena era do capital improdutivo, o capital financeiro é o dono do país. Gastar 12 milhões para financiar a indústria de fake news contra o candidato democrata é ninharia. 

Além da desnacionalização da economia, os brasileiros estão ameaçados de perder direitos e ver destruídos seus valores morais, culturais e sociais.

Um psicopata ameaça o Brasil.

*Liszt Vieira é Defensor Público e Professor Universitári

Haddad e o governo de união nacional

Haddad e o governo de união nacional

Stuckert
O país foi levado à beira do abismo por setores das elites dominantes, que só pensam nos seus estreitos interesses. Para eles, que se dane o país, contanto que não volte a existir um governo em que estão contemplados os interesses de toda a população.
Com resultado dessa politica aventureira, o Brasil está correndo o grave risco de ser governado por um capitão expulso vergonhosamente das FFAA brasileiras, que tem saudade da ditadura militar, que faz a apologia da tortura, que prega soluções violentas que matem a 30 mil pessoas, entre elas FHC, que declarou que não aceita outro resultado que não seja sua vitória, que promove o ódio às mulheres, aos negros, aos LGBT, aos quilombolas, que ameaça os opositores com a prisão ou o exílio, que ameaça diretamente a órgãos da mídia.
Esse perigo promove o pânico entre setores de todas as ideologias em todos os cantos do mundo, apavorados que alguém com essas posições, absolutamente descontrolado, que não aceita debate público, que ameaça instalar uma tirania no Brasil, possa ser eleito presidente do país no próximo domingo.
Bolzonazi pode ter cometido um grave erro: ao invés de apaziguar sobre suas verdadeiras intenções, escancarou-as. Coloca em risco a setores cada vez mais amplos da sociedade com suas fanfarronices. Pode ser que se sinta seguro de ganhar de qualquer maneira, mas coloca em risco o país.
O que está em jogo não é apenas a democracia, mas a própria segurança física das pessoas. A polícia terá sinal verde para resolver na bala qualquer circunstancia, alegando armamento de alguém, como aconteceu com pessoas até com guarda-chuva.
Haddad tem que oferecer ao país paz, garantia dos direitos de todos, escola, trabalho, convivência de todos na diferença, Estado de direito, liberdade de expressão e de organização. Votar nele é dar uma nova chance ao Brasil, votar no seu opositor é fechar todas as possibilidades da paz voltar a reinar no pais, é decretar a guerra de todos contra todos, é impor a lei da bala, em que quem está mais armado triunfa sobre os outros, em que a polícia não defende o cidadão, mas atira para matar diante da simples suspeita.
Haddad tem que aparecer para os brasileiros como o pacificador, quem representa para o mundo o Brasil pacífico, diverso, que acolhe todas suas diversidades. Que respeita o direito de todos, que se projetou no mundo como o campeão na luta contra a fome e a miséria.
Não ha alternativas: ou é a guerra de todos contra todos, a disputa selvagem entre todos, com o Estado protegendo as elites milionárias, ou é a construção de um pais para todos. O Brasil está às portas de uma decisão que compromete o futuro do pais por muito tempo. A pesada herança do governo Temer já tinha desfeito quase tudo o que pais tinha construído de bom. Como poderemos suportar a continuidade do neoliberalismo, agora acompanhado de uma brutal política discriminatória e repressiva?
Haddad é a alternativa de um Brasil democrático, de paz e de solidariedade.

CNMP abre investigação contra procuradora que pediu intervenção militar no STF

23 DE OUTUBRO DE 2018, 17H02

CNMP abre investigação contra procuradora que pediu intervenção militar no STF

Conselho Nacional do Ministério Público decidiu abrir procedimento disciplinar contra Camila Gomes Teixeira, que, via Twitter, pediu que generais expulsassem os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski do Supremo
Foto: Divulgação/STF
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) resolveu nesta terça-feira (23) abrir procedimento disciplinar contra Camila Gomes Teixeira, procuradora de Justiça de Minas Gerais. Em publicações, via Twitter, ela pediu que generais, em uma intervenção militar, expulsassem os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo informações de Felipe Pontes, da Agência Brasil.
Em seu perfil, no qual usava o nome Camila Moro, a procuradora escreveu: “Generais, saiam do Twitter e posicionem seus homens no entorno do STF, até que Gilmar Mendes, Lewandowski e Dias Toffoli entreguem suas togas. Marquem dia que vamos juntos: Brasileiros + Exército salvaremos a Lava Jato!”, diz a primeira postagem.
Na segunda, ela afirma: “O Brasil cansa, dá nervoso, dá dor no estômago, dá diarreia, dá dor na nuca. Que venha intervenção militar e exploda o STF e Congresso de vez!”. Segundo consta nos autos do processo, as publicações foram feitas em abril de 2018.
Por unanimidade, o plenário do CNMP decidiu que o procedimento disciplinar definirá se a procuradora deixou de manter conduta pública ilibada, de zelar pelo prestígio da Justiça e pela dignidade de suas funções e de tratar magistrado com a urbanidade devida.
Luciano Mariz Maia, vice-procurador-geral da República, presidiu a sessão do CNMP e declarou que as manifestações de Camila Teixeira foram de natureza “política, ideológica e fascista”. “Parece que ela dormiu na década de 60 e acordou em 2018 como se fosse da noite para o dia. Uma manifestação anacrônica, que despreza seu tempo. Isso representa um amadorismo no processo civilizatório”, destacou.
Na terceira postagem, a procuradora escreveu que o ministro Marco Aurélio Mello, do STF, “não terá paz enquanto não soltar Lula” e solicitou: “Alô, generais, tomem uma atitude”.

ATO DA VIRADA, NO RIO

ÚLTIMAS

RJ: hoje tem ato da virada com Haddad, Manu, Caetano, Beth Carvalho e quem mais quiser chegar!

Hoje o Rio de Janeiro tá num clima maravilhoso pra virar essa maré de votos

Caetano VelosoBeth CarvalhoJorge MautnerHerson CapriMano BrownCriolo e mais uma turma enorme de artistas pela democracia organizaram um encontro maravilhoso com nosso presidente Haddade sua vice, Manuela D’Ávila, no Rio de Janeiro hoje.

O evento começa às 17h e acontece nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro.


Quem estiver no Rio de Janeiro hoje pode sentir uma energia tão bonita quanto a de ontem, em São Paulo, no TUCA. É a hora da virada! Daqui até domingo, cada dia será maior, e você fará parte dessa festa.

Não tem como ir ao ato? O ato vai até você! Acompanhe ao vivo pelo nosso YouTube e redes sociais.


Aproveita que você tá indo curtir uma noite de esperança e luta pela cidadania e vai virando votos no caminho!

RIO, URGENTE:
HADDAD PRESIDENTE

Corrente falsa usa até homônimo para inflar processos contra Haddad


Agência de Jornalismo Investigativo
   
CHECAGEM
Corrente falsa usa até homônimo para inflar processos contra Haddad
Imagem que circula pelo WhatsApp diz que candidato do PT responde a 22 ações, mas ele é réu em apenas dois dos processos listados

23 de outubro de 2018
Patrícia Figueiredo

Corrente que circula no WhatsApp sobre processos contra Fernando Haddad (PT)
“[Há 22] processos na Justiça de São Paulo contra o candidato do PT, Fernando Nami Haddad, tramitando no Foro Central – Fazenda Pública.” – Corrente sobre o presidenciável Fernando Haddad (PT), que circula no WhatsApp.

Uma imagem que circula pelo WhatsApp atribui a Fernando Haddad (PT) um total de 22 processos em curso no Foro Central – Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de São Paulo. Segundo a imagem, o valor das causas chegaria a R$ 2,03 bilhões de reais. Entretanto, há diversos erros na foto compartilhada. O candidato do PT não se chama Fernando Nami Haddad, como consta no papel fotografado. Na verdade, seu nome completo é apenas Fernando Haddad. Tampouco seus pais carregam o sobrenome Nami: sua mãe é Norma Teresa Goussain e, seu pai, Khalil Haddad.

Uma consulta aos 22 processos indicados na lista mostra que em dois processos é citado apenas seu homônimo, Fernando Nami Haddad. Além disso, há dois processos repetidos e um processo cujo número não existe. Dentre os 18 processos em que Haddad é, de fato, parte envolvida, há dez ações julgadas já excluídas. O Truco – projeto de checagem de fatos da Agência Pública – classificou a mensagem como falsa.

Processos excluídos e acusações a homônimo
No momento, Haddad é réu em dois processos no Foro Central – Fazenda Pública do Tribunal de Justiça de São Paulo: o primeiro, por um suposto prejuízo de R$ 5,2 milhões na construção de 12,4 quilômetros de ciclovia; e o segundo pelo suposto recebimento de R$ 2,6 milhões por meio de caixa dois empreendido pela UTC Engenharia na campanha de 2012. Ele é citado ainda em outros 16 no âmbito desse tribunal. O petista acumula algumas derrotas e vitórias parciais nesses processos mas, até o momento, não houve nenhuma condenação definitiva.

No processo 1 e no processo 2 da corrente de WhatsApp é citado apenas Fernando Nami Haddad, um homônimo do candidato petista. O processo 8 não existe sob o número indicado na imagem e o processo 14 apenas repete o número da ação indicada na posição 13.

Os outros 18 processos listados na imagem de fato trazem Fernando Haddad como parte envolvida. No entanto, dez deles (processos 3, 4, 5, 7, 10, 11, 15, 16, 17 e 18) não podem mais ser utilizados para incriminar Haddad, porque foram extintos, rejeitados, julgados improcedentes, abandonados pelos autores ou determinaram a absolvição do ex-prefeito.

Ações ainda em andamento são minoria
Nos oito processos restantes, Haddad ainda pode ser condenado. É o caso da ação de número 6 na lista, que tem relação com a construção de um hospital em área que pode vir a ser ocupada por uma estação de metrô. A ação cível, distribuída em novembro de 2014, tem como acusados o ex-prefeito Fernando Haddad, Osvaldo Spuri, ex-secretário de Infraestrutura Urbana e Obras do município, e a própria Prefeitura de São Paulo. Haddad é requerido secundário. O valor da ação é R$ 10 mil.

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Outra ação que ainda corre contra Haddad é a de número 9, na qual é julgado um suposto superfaturamento na venda de salsichas da BRF para a Prefeitura de São Paulo. A venda ocorreu em abril de 2016 e custou R$ 2,14 milhões. O Tribunal de Contas do Município suspeita de irregularidades, mas a Secretaria de Educação alega que o preço mais alto decorre de uma especificação de compra com limitação nos teores de sódio, gordura e conservantes. Um perito foi convocado para analisar os contratos mas o resultado do processo deve sair apenas em 2019. Haddad ainda não é réu.

Já no processo 12 Haddad é réu desde agosto de 2018. Com base em uma denúncia feita pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) em fevereiro de 2016 o ex-prefeito tornou-se réu junto com Jilmar Tatto, ex-secretário municipal de Transportes; Ricardo Teixeira, ex-secretário municipal de Coordenação de Subprefeituras; Valter Antonio da Rocha, ex-chefe de gabinete da Secretaria de Coordenação de Subprefeituras; e a empresa Jofege Pavimentação e Construção. Segundo os procuradores do MP-SP, houve uma série de irregularidades na construção de 12,4 quilômetros da ciclovia Ceagesp-Ibirapuera.

No processo de número 13, movido pelo vereador Paulo Sérgio Abou Anni contra a Prefeitura da Cidade de São Paulo, Haddad e Tatto, os dois acusados foram condenados apenas a pagar as custas do processo. O vereador pede na ação a anulação do procedimento de credenciamento para prestação de serviços de Transporte Escolar Municipal Gratuito (Vai e Volta). A juíza aceitou em partes a denúncia: determinou que a nova gestão da prefeitura deve suspender o modelo atual de contratação e instaurar licitação a partir de agora, sob pena de multa diária, mas isentou Tatto e Haddad de outras responsabilidades.

Na ação 19, empreendida pelo também vereador Gilberto Natalini, é investigada eventual ocorrência de improbidade administrativa relacionada ao esquema de desvio de verbas no âmbito do Teatro Municipal. A ação ainda está em tramitação mas o juiz já concedeu a suspensão dos contratos assinados entre a Fundação Theatro Municipal de São Paulo e a organização social Instituto Brasileiro de Gestão Cultural (IBGC). A IBGC é acusada de favorecer o maestro John Neschling, ex-diretor artístico do Teatro Municipal. A ação envolve ainda outras 13 pessoas, incluindo Fernando Haddad e seu ex-secretário de Comunicação do município, Nunzio Briguglio.

Outra ação relacionada com o esquema do Teatro Municipal, o processo 20, versa sobre enriquecimento ilícito e foi encaminhada pelo Ministério Público. No valor de R$ 129,21 milhões, a ação lista Haddad e outras 17 pessoas físicas ou jurídicas entre os requeridos. O processo, distribuído em fevereiro de 2017, ainda está em tramitação.

Já o processo 21 acusa o Diretório Municipal do PT e, secundariamente, o ex-prefeito Fernando Haddad pelo não pagamento de um serviço de impressão encomendado pelo partido. Empreendido pela gráfica Mar-Mar, a ação de fevereiro de 2018 acusa o partido de não honrar acordo no qual a empresa abria mão de cobrar juros e correção monetária pelo serviço. Na ação a gráfica exige agora multa de 10% e juros, em um valor total de R$ 674,6 mil.

O último processo da lista, movido pelo Ministério Público estadual, acusa Haddad de participar de um esquema de caixa dois da UTC. A denúncia tem como base a delação do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC. O processo ainda está em tramitação, mas a juíza já determinou, em uma de suas decisões preliminares, que faltam indícios suficientes para bloquear os bens de Haddad.

STF PEDIRÁ À PGR INVESTIGAÇÃO SOBRE VÍDEO COM OFENSAS A ROSA WEBER

João Paulo Rillo: Não nos calaremos; queremos nossas Marielles vivas!

João Paulo Rillo: Não nos calaremos; queremos nossas Marielles vivas!
A viúva Mônica Benício com uma réplica de placa de Marielle Franco , em frente à Câmara, na Cinelândia, no dia em que o assassinato da vereadora completa sete meses.Foto Fernando Frazão/Agência Brasil
REPOLITIZANDO

João Paulo Rillo: Não nos calaremos; queremos nossas Marielles vivas!


23/10/2018 - 13h40
por João Paulo Rillo*
Ainda não havia se encerrado a apuração do primeiro turno quando os fascistas, abduzidos pelo ódio e a sede de vitória a qualquer custo, começaram a tocar o terror.
A ordem é intimidar a ação política daqueles que combatem a escalada de violência e defendem o voto em Haddad como meio para preservar o sopro de democracia que ainda se respira neste país.
Existe uma estratégia e uma tática subterrânea, cibernética, que manipulam e colocam em ação um exército de delinquentes, de serviçais voluntários e violentos, tentando intimidar lideranças e formadores de pensamentos.
Apostam no medo mudo da maioria oprimida e solitária.
Está provado que a manipulação da turba insana é feita por centenas de milhares de disparos pelo WhatsApp, financiada criminosamente por grandes empresários, com tecnologia internacional muito sofisticada, capaz de arrastar o processo eleitoral para um terreno desigual e violento.
Essa massa de violentos aquecidos cria um ambiente onde tudo é permitido para liquidar o inimigo.
A situação saiu do controle das autoridades constituídas, que, quando não são cúmplices, escondem-se em uma pálida posição de indiferença e omissão.
Nós do PSOL não entraremos nesse jogo, não alimentaremos com revides essa prática estúpida e violenta. Mas também não nos intimidaremos.
Nossas lideranças estão sofrendo ameaças cotidianas para que não se movimentem nesse segundo turno.
Uma professora da Fundação Casa registrou boletim de ocorrência contra um servidor que disse para ela “quem não vota no Bolsonaro vou matar”.
Uma liderança do PSOL do interior do estado foi ameaçada por um motoqueiro encapuzado, ordenando que ela ficasse quietinha no segundo turno.
Uma travesti foi covarde e cruelmente assassinada enquanto seus algozes berravam “Bolsonaro”.
O assassinato ocorreu em frente ao prédio de uma das deputadas estaduais eleita pelo PSOL em São Paulo, Erica Malunguinho.
Os parlamentares e dirigentes do PSOL exigiram audiência com o Secretário de Segurança do Estado para que se tomem providências com urgência e o Estado garanta segurança às pessoas ameaçadas.
Nossa resistência pacífica, nossa voz, nossos mandatos, nossos movimentos sociais são nossas armas de paz contra os ataques belicosos, criminosos e ilegais de uma horda sanguinária e fora da lei que deseja destruir tudo o que é povo, livre e democrático.
Não nos calaremos! Queremos nossas Marielles vivas!
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